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	<title>Arquivos advocacia - VSM Advogados</title>
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	<title>Arquivos advocacia - VSM Advogados</title>
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		<title>Lei trabalhista: quais mudanças vêm aí e como empresas podem se preparar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 21:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
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		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para evitar conflitos e garantir que a empresa atue de acordo com a lei, é essencial que as organizações estejam atentas a todas as atualizações na legislação trabalhista, acompanhando as alterações já ocorridas, e o que deve mudar a partir deste ano, com o novo governo brasileiro.<br>Embora ainda não há um projeto concreto de mudanças em relação à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), já se tem como certa a volta de alguns itens que foram retirados na reforma trabalhista de 2017.</p>



<p><strong>MUDANÇAS NA LEI TRABALHISTA</strong></p>



<p>O novo <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministro do Trabalho </a>afirmou que “deve começar a enviar projetos para alterar a reforma trabalhista já nos primeiros meses de gestão” e que as mudanças serão:</p>



<p>• A volta da homologação trabalhista, quando o processo de demissão é acompanhado por sindicatos e órgãos estatais, antes de ser formalizado;</p>



<p>• O retorno da Ultratividade, quando pontos conquistados de um acordo trabalhista passam a valer antes da resolução final;</p>



<p>• Novas regras para o trabalho intermitente, com mínimo de horas diárias a serem contratadas pela empresa;</p>



<p>• Regulamentação de trabalhadores por aplicativos.</p>



<p>No aspecto geral, as regras trabalhistas têm como objetivo oferecer garantias, proteção e boas condições sociais aos trabalhadores, assim como estabelecer limites para as relações do trabalho, e entre empregado e empregador.</p>



<p>Para o atual Governo Federal, muitas mudanças trazidas pela reforma acabaram prejudicando os trabalhadores, com isso acreditam na necessidade de estabelecer algumas mudanças nesse cenário.</p>



<p><strong>MAIS FORMALIDADE</strong></p>



<p>Por isso, a intenção é trazer mais formalidade ao trabalhador que se enquadra como “freelancer” e demais atividades intermitentes, às quais são baseadas em uma jornada previamente definida, mediante ao pagamento de um salário prévio ajustado.</p>



<p>Outra mudança já noticiada é que o governo irá fortalecer os sindicatos, com o retorno da contribuição sindical, que deverá voltar de outra forma e até com outra intitulação.</p>



<p>Diante desse contexto, importante que os empresários acompanhem estas discussões e, uma vez aprovadas, promovam a devida adequação, evitando futuras e caras demandas trabalhistas.<br></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22501" width="124" height="124" srcset="https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1024x1024.jpg 1024w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-300x300.jpg 300w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-150x150.jpg 150w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-768x768.jpg 768w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1536x1536.jpg 1536w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-2048x2048.jpg 2048w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-146x146.jpg 146w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-50x50.jpg 50w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-75x75.jpg 75w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-85x85.jpg 85w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-80x80.jpg 80w" sizes="(max-width: 124px) 100vw, 124px" /></figure>



<p><a href="https://www.vsm.adv.br/advogados/">Dr. Darwin Alexandre de Souza Almeida</a></p>



<p>Coordenador da área trabalhista da VSM Advocacia Empresarial e Tributária</p>
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		<title>Terceirização: o que é e quando implementar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 17:05:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
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		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[addthis tool=&#8221;addthis_inline_share_toolbox&#8221;] Até meados de março de 2017, salvo algumas exceções, não era possível terceirizar a atividade fim de uma empresa. Contudo, com a edição da<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-460 size-full" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2019/01/marianajan.jpg" alt="" width="1100" height="725" /><br />
[addthis tool=&#8221;addthis_inline_share_toolbox&#8221;]<br />
Até meados de março de 2017, salvo algumas exceções, não era possível terceirizar a atividade fim de uma empresa. Contudo, com a edição da Lei 13.429/2017, tal cenário foi alterado. Antes de entender o que mudou, é preciso, primeiramente, compreender o que é a terceirização.<br />
Em síntese, a terceirização consiste na contratação de outra empresa para que esta realize determinado serviço ou atividade necessária à sua empresa. Visualiza-se facilmente um exemplo de terceirização, na relação havida entre um supermercado que contrata uma empresa de vigilância. Esta última, irá fornecer seus próprios funcionários &#8211; os vigilantes -, para prestarem seus serviços de vigilância nas dependências do supermercado.<br />
No exemplo acima, a atividade que fora terceirizada não faz parte do objetivo maior do supermercado, razão pela qual, o serviço de vigilância pode ser considerado como atividade meio. Ou seja, o objetivo maior de um supermercado é a venda produtos, atividade esta que antes da Lei 13.429/2017 não podia ser terceirizada.<br />
Após a edição da Lei 13.429/2017, tornou-se possível terceirizar qualquer espécie de atividade relacionada a empresa, mesmo que esta faça parte de seu objetivo maior. Dessa forma, utilizando-se o mesmo exemplo, atualmente, se um supermercado desejar terceirizar todo o setor de caixa, ou seja, contratar uma empresa para que esta forneça pessoas que exercerão a função de caixa, não há vedação legal.<br />
Contudo, é preciso atentar-se para as vantagens e desvantagens da terceirização. Em diversos negócios, a terceirização pode apresentar-se como uma solução para introduzir mão de obra especializada em uma empresa, com custos mais baixos. Por outro lado, deve-se atender aos requisitos legais para que a terceirização não ocasione efeitos diversos daqueles pretendidos.<br />
Por fim, cabe lembrar que, apesar de ainda existir certa resistência por parte de algumas empresas à terceirização, o Superior Tribunal Federal já decidiu acerca da constitucionalidade da terceirização em todas as etapas do processo produtivo, pondo fim à discussão.<br />
<strong>Marina Hinobu de Souza – OAB/PR 87.025</strong><br />
Advogada, pós-graduanda em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Estácio (2017-2019); professora voluntária no projeto Raízes e Asas, onde leciona aulas de português para estrangeiros, na Aras Cáritas de Maringá. Na Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados atua nas áreas Trabalhista e Consumidor.</p>
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		<title>Novembro Azul: confira os principais direitos dos pacientes com câncer de próstata </title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/novembro-azul-direitos-cancer-de-prostata/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2018 15:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Novembro Azul]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[direitos pacientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> “Novembro Azul” é uma campanha realizada por diversas entidades na tentativa de alertar os homens sobre doenças, em especial o câncer de próstata. Com o intuito<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="yiv8458663112ydp681106d3yiv8936545278msonormal"> “Novembro Azul” é uma campanha realizada por diversas entidades na tentativa de alertar os homens sobre doenças, em especial o <strong>câncer de próstata</strong>. Com o intuito de dar a nossa contribuição a esta importante ação, citamos abaixo alguns dos direitos dos portadores desta doença. Confira:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><b>Aposentadoria e auxílio doença</b></li>
</ul>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3yiv8936545278msonormal">  Portadores de <strong>câncer de próstata</strong> considerados incapazes definitivamente para o trabalho, se estiverem inscritos no Regime Geral de Previdência Social (INSS), têm direito à aposentadoria por invalidez. No caso de serem considerados temporariamente incapazes, podem recorrer ao auxílio-doença.</p>
<ul type="disc">
<li class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b>Diagnóstico, tratamento e remédios pelo SUS</b></li>
</ul>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">Pacientes portadores de câncer têm o direito de iniciar o tratamento completo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em até 60 dias, inclusive fora de seu domicílio. Este direito está garantido pela Lei Federal nº 12.732/12.</p>
<ul type="disc">
<li class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b>Uso de medicamentos em desenvolvimento</b></li>
</ul>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">A Resolução nº 38/13 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) permite que pacientes com doenças graves, dentre as quais o câncer, realizem tratamentos utilizando medicamentos ainda em desenvolvimento.</p>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b>Saque do FGTS</b></li>
</ul>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">O trabalhador portador de<strong> câncer de próstata</strong> pode realizar o saque da quantia existente em seu FGTS, conforme autoriza a Lei Federal nº 8.036/90, em seus incisos XI e XIV do art. 20.</p>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b>Saque do PIS/PASEP</b></li>
</ul>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">O saque do PIS/PASEP (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) foi permitido pelo Conselho Diretor do Fundo de Participação PIS/PASEP por meio da Resolução nº 1/96. Assim, foi dada permissão de saque dos Programas mencionados nas situações em que o titular da conta ou um de seus dependentes é acometido por neoplasia maligna, conforme item I da Resolução.</p>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b>Isenção do Imposto de Renda na aposentadoria</b></li>
</ul>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">A isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para portadores de doenças graves, como <strong>câncer de próstata</strong>, que tenham rendimentos provenientes de aposentadoria, reforma ou pensão está prevista no art. 6º, XIV e XXI da Lei Federal nº 7.713/88.</p>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">Segundo a Lei Federal nº 9.250/95, art. 30, é necessário que a possível beneficiária passe por serviço médico oficial a fim de obter laudo pericial comprobatório da doença. Esse laudo será usado para fixar uma validade ao benefício no caso de doenças que podem ser controladas.</p>
<ul type="disc">
<li class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b>Moradia</b></li>
</ul>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">Os pacientes com câncer possuem direito a quitação do financiamento da casa própria, mas desde que verifique três importantes condições: a) a comprovação que o paciente encontra-se inapto para o trabalho, ou seja, inválido total e permanentemente; b) se o paciente já é titular do benefício de aposentadoria por invalidez concedida pelo INSS; e c) que o interessado tenha assinado o contrato de compra do imóvel antes de ser determinada a sua invalidez por perito oficial daquela autarquia.</p>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">Essa quitação pode atingir pessoas com invalidez total ou permanente em decorrência de acidente ou doença, desde que haja previsão para tal em cláusula do contrato de compra. Nessas situações, vale reler o contrato de compra do seu imóvel para averiguar a possibilidade em seu caso.</p>
<ul type="disc">
<li class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b>Prioridade de tramitação</b></li>
</ul>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">Em razão da doença que os acometem, portadores de câncer possuem andamento judiciário prioritário.</p>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">Portanto, neste mês de conscientização a respeito do <strong>Câncer de  Próstata</strong>, além de buscar a prevenção, o diagnóstico precoce,  é preciso também fazer valer os direitos das pessoas portadoras de câncer.</p>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal"><b>Marina Hinobu de Souza – OAB/PR 87.025</b></p>
<p class="yiv8458663112ydp681106d3MsoNormal">Advogada, pós-graduanda em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Estácio (2017-2019); professora voluntária no projeto Raízes e Asas, onde leciona aulas de português para estrangeiros, na Aras Cáritas de Maringá. Na Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados atua nas áreas Trabalhista e Consumidor.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Compliance: o que é e qual a importância de se implementar boas práticas</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/compliance-qual-importancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 18:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[governança corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[vsm]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O termo “compliance” tem surgido com frequência cada vez mais significativa no ambiente corporativo, mormente entre as empresas que possuem relações com a Administração Pública. Afinal,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo “compliance” tem surgido com frequência cada vez mais significativa no ambiente corporativo, mormente entre as empresas que possuem relações com a Administração Pública. Afinal, no que consiste?<br />
O vocábulo em comento tem origem no idioma inglês, oriundo do verbo “<em>to comply</em>” que, em tradução livre, significa “cumprir com”, “agir de acordo com”, “obedecer”.<br />
Assim como a origem do termo sugere, a prática do compliance foi implementada pela legislação norte-americana,  em 1906, com a promulgação do <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Food_and_Drug_Act&amp;action=edit&amp;redlink=1">Food and Drug Act</a>. Entretanto, o programa de compliance ganhou real força com o fomento das instituições financeiras, que visavam mitigar as fraudes no mercado financeiro.<br />
No Brasil, por sua vez, a primeira norma que trouxe à discussão mecanismos de controle que se assemelhavam à prática do compliance foi a Lei nº 9.613 de 1998, que dispõe sobre os crimes de &#8220;lavagem&#8221; ou ocultação de bens, direitos e valores, a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta lei, além de criar o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF (órgão fiscalizador).<br />
Contudo, o programa de compliance, como é atualmente, começou a ser implementado de fato e estudado com mais afinco com a promulgação da Lei nº 12.846 de 2013 (Lei Anticorrupção), que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira.<br />
A promulgação desta lei, assim como a dedicação dos profissionais das áreas corporativas, advogados, contadores, em estudar e implementar o programa, foram fortemente incentivadas pela Crise Mundial de 2008, assim como os esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro ocorridos no país nos últimos anos, dentre eles o Mensalão e aquele investigado pela Operação Lava-Jato.<br />
Neste contexto, o compliance consiste em um programa que, em linhas gerais, cria regras, normas e regulamentos, e obriga aqueles a elas submetidos a cumpri-las, além de cumprir a legislação a eles aplicada. Este mecanismo é baseado em três pilares principais: prevenir, detectar e responder.<br />
Assim, o compliance officer (consultor de compliance, a pessoa responsável por instaurar o programa e garantir que seja cumprido) mapeia o processo e os procedimentos da empresa (contábeis, fiscais, operacionais, de gestão, segurança da informação, entre outros) e cria medidas para prevenção de fraudes, desobediência às regras, desvios de conduta ou finalidade, análise de riscos. O primeiro pilar, então, consiste em estabelecer as diretrizes e regras a serem seguidas, além de implementar Manuais de Conduta e Códigos de Ética, canal de denúncias anônimo, e realizar o treinamento dos integrantes da organização, seguindo tais ditames.<br />
O segundo pilar (“detectar”) cuida de avaliar o resultado obtido através das medidas tomadas, e se estão sendo eficazes. Neste momento, são realizadas as Auditorias rotineiras, testes de controle, análises e controle de conformidade, apuração das denúncias obtidas no canal.<br />
Por fim, o terceiro pilar (“responder”) refere-se a aplicar as consequências previstas para cada conduta ilegal, ou que violar as diretrizes adotadas no primeiro pilar, além de realizar um monitoramento efetivo.<br />
Importante destacar que este mecanismo de controle é um ciclo, sempre deverá haver a fiscalização, a resposta e, se necessário, a alteração das normas instauradas para a melhoria e regularização da empresa. Quando isto acontece, pode-se dizer que a empresa está devidamente inserida no programa de compliance, é regular e, assim, tanto menor é a probabilidade de que ocorram fraudes.<br />
Esta é, então, a essência do compliance, e o que torna o sistema tão vantajoso: minimizar riscos reputacionais (protege a reputação, a imagem da empresa) e operacionais das empresas (previne fraudes, desvios e lavagem de dinheiro), melhorar o relacionamento com os investidores, aprimorar o funcionamento e oportunizar o crescimento corporativo efetivo.<br />
Outrossim, a título de exemplo, a Administração Pública também tem dado grande importância ao programa. Isto porque tem priorizado realizar licitações com empresas que estejam comprovadamente inseridas no programa de compliance. Por exemplo, o Governo do Distrito Federal (Projeto de Lei 1806/2017) e a Administração Pública do estado do Rio de Janeiro ( <a href="http://www.fazenda.rj.gov.br/age/faces/oracle/webcenter/portalapp/pages/navigation-renderer.jspx?_afrLoop=1356997095773772&amp;datasource=UCMServer%23dDocName%3AWCC200994&amp;_adf.ctrl-state=aac9vpv43_32">Lei nº 7.753/2017</a>), estabelecem que, em contratos com valores superiores a certos patamares, as empresas devem comprovar estarem inseridas neste sistema.<br />
Por conseguinte, verifica-se que, cada vez mais, a integridade de uma empresa, sua comprovada atuação nos ditames da lei e probidade, compõem elementos necessários à definição de empresa regular e dentro da legalidade, além de dar força à mitigação das constantes fraudes e corrupção que assolam nossa sociedade.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Dra. Silvia Salgueiro Pagadigorria</strong><br />
OAB/PR 86.860<br />
Advogada, cursou Direito Internacional Negocial na Universidade de Griffith &#8211; Gold Coast (2017-2018), pós-graduanda em Direito Empresarial e Tributário na Pontifícia Universidade Católica &#8211; Maringá/PR. Na Advocacia VSM atua nas áreas de Direito Bancário e Direito Tributário.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Pedidos de recuperação judicial aumentam 30% e reforçam fragilidade da economia</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/pedidos-de-recuperacao-judicial-aumentam-30/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 16:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Pedido de recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[vsm]]></category>
		<category><![CDATA[Weslen Vieira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de pedidos de recuperação judicial teve aumento de 30% nos quatro primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2017, de acordo com<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">O número de <b>pedidos de recuperação judicial</b> teve aumento de 30% nos quatro primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2017, de acordo com acompanhamento da Serasa Experian. “Esse aumento vem seguido de um recuo verificado no ano passado e aponta um quadro de piora nas expectativas da economia brasileira”, comenta o advogado Weslen Vieira, da Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti, especializada em recuperação judicial e falências.</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">De acordo com o advogado, o aumento no número de <strong>pedidos de recuperação judicial</strong> e falências é resultado de um quadro frágil da economia brasileira, que enfrenta uma das crises mais graves de nossa história. “Mesmo que vínhamos apresentando alguns indicadores positivos, permanecem os pilares frágeis, como a situação fiscal do país, que oferece grande risco, com déficit crescente nas contas públicas, aumento de gastos do setor público, falta de confiança de investidores, corrupção e, para complicar tudo isso, um processo eleitoral nada previsível”, acrescenta.</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">Neste clima, segundo Vieira, as empresas que já estavam tentando sair da dificuldade econômica, se antecipam e buscam na recuperação judicial uma saída para não quebrar. “A lei de recuperação judicial e falências, de 2005, sofreu alterações mais recentes e se mostra um importante instrumento para tentar conter uma situação que inevitavelmente levaria ao fechamento do negócio.”</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">“É lógico que esta lei não é a ideal, possui diversas questões que precisam ser ajustadas, por isso aguardamos a discussão no Congresso Nacional do novo projeto enviado pelo Executivo, que irá modernizar ainda mais este instrumento”, frisa o advogado, da advocacia especializada em Direito Empresarial e Tributário, com sede em Maringá-PR.</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">NOVO PROJETO</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">O projeto do Executivo, que pretende modificar as leis nº 11.101 e nº 10.522,  prevê, entre outras questões:</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">1-Preservar e otimizar a utilização produtiva dos bens, dos ativos e dos recursos produtivos da empresa, incluídos aqueles considerados intangíveis;</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">2-Viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira de devedor viável, a fim de permitir a preservação da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos direitos dos credores;</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">3-Fomentar o empreendedorismo, inclusive por meio da viabilização do retorno célere do empreendedor falido à atividade econômica;</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">4-Permitir a liquidação célere das empresas inviáveis com vistas à realocação eficiente de recursos na economia;</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">5-Preservar e estimular o mercado de crédito atual e futuro.</p>
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal">
<p class="yiv8341907709ydpb71e1fe1MsoNormal"><em><b><a href="http://www.vsm.adv.br/advogados/">Weslen Vieira</a> (OAB/PR 55394/PR)</b></em><br />
<em>Advogado e contador formado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em></p>
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		<title>Planejamento estratégico empresarial que faz a diferença</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/planejamento-estrategico-empresarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 12:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Karina Pereira Benhossi Planejamento estratégico empresarial pode fazer a diferença para o seu negócio. Ultimamente, o número de empresas que passam por dificuldades financeiras é significativo.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13318"><em><strong>Karina Pereira Benhossi</strong></em></div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13320">Planejamento estratégico empresarial pode fazer a diferença para o seu negócio. Ultimamente, o número de empresas que passam por dificuldades financeiras é significativo. Muitas delas não sabem ao certo a origem do que as levaram ter suas finanças instáveis, outras acreditam que a crise econômica é o que as afetou, considerando as dificuldades que assolam o país.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13322">Contudo, considerando a imprescindibilidade do produto ou serviço oferecido no mercado, o problema pode estar aquém do cenário de crise econômica, sendo na maior parte das vezes responsável pela desordem financeira, questões internas de falta de organização e planejamento da própria empresa.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13324">Com muita frequência, empresas com produtos e serviços cogitados no mercado, são vítimas de problemas que as desestruturam fisicamente e financeiramente, mas as razões se justificam pela falta de gestão, capacitação, alinhamento de objetivos, planejamento estratégico, jurídico e financeiro do negócio.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13326">Toda empresa bem-sucedida prospera por algumas razões. Via de regra, por encontrarem uma estratégia eficiente de trabalho, um planejamento estratégico empresarial, valorizando seu produto ou serviço,  que as permitam não só se manterem numa boa posição no mercado, mas de fato crescerem desempenhando sua função social, gerando lucros e contribuindo para o crescimento da sociedade.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13328">Quando a empresa aprende essa “receita estratégica”, esse planejamento estratégico empresarial, tem-se uma orientação a ser seguida, clareza de objetivos e ações que levarão aos resultados esperados.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13330">Na ausência dessa “receita”, que se resume num bom planejamento, muito provavelmente a empresa não consegue observar erros e acertos, comportamentos coerentes ao negócio desenvolvido e consequentemente não identificam as eventuais soluções para restabelecer a prosperidade do negócio, que pode se desintegrar pela simples falta de alinhamento de propósitos e falta de uma gestão e planejamento jurídico, financeiro e estratégico.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13332">Uma empresa bem estruturada nesses pilares de organização, certamente tem subsídios para enfrentar e resolver qualquer problema que ameace sua lucratividade e prosperidade, além de poder continuamente crescer em todos os aspectos que a façam ser uma referência no mercado.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13243"></div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13334" dir="ltr"><em>Karina Pereira Benhossi, advogada (OAB/PR nº. 62.686) associada à Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados. Coach e Master Trainer em Programação Neurolinguística. Facilitadora em Mediação e gestão conflitos. Ministra palestras, cursos e treinamentos na área de desenvolvimento humano, planejamento e comunicação. Mestre em Ciências Jurídicas e Pós-Graduada em Direito Tributário e Gestão Tributária. Professora Adjunta do Curso de Direito da Faculdade SMG nas disciplinas de Direito Empresarial e Processo Civil. </em></div>
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		<title>STF recebe mais quatro ADIs contra fim da obrigatoriedade da contribuição sindical</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/stf-recebe-mais-quatro-adis-contra-fim-da-obrigatoriedade-da-contribuicao-sindical/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 17:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<br />
Foram ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) mais quatro Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) contra os dispositivos da Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) que passam a exigir autorização prévia dos trabalhadores para ocorrer o desconto da contribuição sindical. Nas ADIs 5810, 5811, 5813 e 5815, entidades representativas de várias categorias profissionais questionam as alterações inseridas na Consolidação das Lei do Trabalho (CLT) relativas ao recolhimento da contribuição sindical.<br />
As ações foram movidas pela Central das Entidades de Servidores Públicos (Cesp), pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral e Logística, pela Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro) e pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operadores de Mesas Telefônicas (Fenattel). Nas ações, as entidades pedem a concessão de liminar para suspender os dispositivos atacados e, no mérito, a declaração de inconstitucionalidade.<br />
Na ADI 5810, a Central das Entidades de Servidores Públicos sustenta a necessidade de edição de lei complementar para alterar a regra de recolhimento da contribuição sindical, uma vez que se instituiu regra geral de isenção ou não incidência de obrigação. Isso porque foi criada nova norma possibilitando a definição da base de cálculo do tributo por decisão do próprio contribuinte. Sustenta ainda que a nova regra interfere no princípio da isonomia tributária, dividindo os contribuintes entre categorias de optantes e isentos, e alega violação aos princípios da representatividade e da unicidade sindical.<br />
Um outro argumento trazido na ADI 5811, ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral e Logística é de que a contribuição sindical tem natureza tributária e torna-se obrigatória a todos os trabalhadores da categoria, sindicalizados ou não, uma vez que o tributo, como tal, é uma obrigação compulsória. Nesse sentido, não seria possível estabelecer a contribuição sindical como voluntária, uma vez que a finalidade da contribuição sindical é defender os interesses coletivos ou individuais da categoria, e essa representação independe de autorização ou filiação.<br />
Além desses argumentos, as ADIs 5813 e 5815 trazem ainda alegação de que as novas regras trazem renúncia fiscal vedada nessa modalidade de reforma. Isso porque, segundo afirmam, o artigo 150, parágrafo 6º, da Constituição Federal veda a concessão de subsídio ou isenção a não ser por lei específica que regule exclusivamente o tema. Sustentam ainda ofensa à Convenção 144 da Organização Internacional do Trabalho, segundo a qual mudanças na legislação de natureza social necessita da ampla participação dos empregados e empregadores.<br />
As ações foram distribuídas, por prevenção, ao ministro Edson Fachin, em razão da ADI 5794.<br />
Fonte: STF</p>
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