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	<title>Arquivos advogado - VSM Advogados</title>
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	<title>Arquivos advogado - VSM Advogados</title>
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		<title>Recuperação judicial é instrumento legal e efetivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 13:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A recuperação judicial é um instrumento legal e efetivo, que pode salvar muitas empresas da falência”, aponta o advogado Weslen Viera, em entrevista à Rádio CBN<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“A <strong>recuperação judicial</strong> é um instrumento legal e efetivo, que pode salvar muitas empresas da falência”, aponta o advogado <a href="http://blog.vsm.adv.br/pedidos-de-recuperacao-judicial-aumentam-30/">Weslen Viera</a>, em entrevista à Rádio CBN Maringá.<br />
Ele comenta ainda a respeito do aumento nos pedidos de <strong>recuperação judicial</strong> que teve alta de 30% nos primeiros quatro meses deste ano e defende uma revisão na atual legislação. “Precisamos de uma nova lei de <strong>recuperação judicial</strong> e falências”, frisa.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Luciana Peña/CBN: Como podemos analisar esses números, esta alta?</strong><br />
<strong>Weslen Vieira:</strong> Realmente esses dados surpreendem, pois vínhamos de uma perspectiva de melhora na economia. O ano passado já foi complicado e as expectativas era que este ano melhorasse. E não é o que está acontecendo. Muitos indicadores continuam preocupando. Sobre esses pedidos, analisando esses números da Serasa Experian, percebemos que as empresas que solicitaram o pedido de recuperação nestes primeiros meses do ano são aquelas que compram insumos orçados em dólar, apresentando problema de capital de giro nesse momento, bem como aquelas que possuem dívidas em dólar. Estas estão com problema bastante sério, pois a moeda estrangeiras nas últimas semanas apresentou uma alta significativa.<br />
<strong>Esse percentual engloba então empresas de um nicho de mercado?</strong><br />
Sim, um nicho específico. Por exemplo, o Aeroporto de Viaracopos, em Campinas, entra nesta estatística. Como a maioria dos seus parceiros e fornecedores são empresas estrangeiras, possuem dívida em dólar, teve dificuldade para manter o funcionamento normal. Isso, agravado ainda pela instabilidade econômica do nosso país. Com a economia brasileira estagnada, a partir do momento que uma empresa precisa comprar mercadorias e o custo dessa mercadoria aumentou 10%, 15%, 20%, isso inviabiliza qualquer atividade, por mais lucrativa que ela seja. Nessa situação, muitas recorrem a <strong>recuperação judicial</strong>, que é um instrumento legal e bastante efetivo.<br />
<strong>E como funciona esse processo de pedido de recuperação judicial?</strong><br />
O processo de <strong>recuperação judicial</strong> veio para tentar ajudar as empresas a passarem por momentos turbulentos. Não é para empresas que não possuem condições de continuar no mercado. Serve apenas para aquelas que possuem condições de continuar no mercado, mas que por um momento ou outro não possuem condições de arcar com todos os seus compromissos e isso poderá prejudicar a sua atividade principal.<br />
<strong>O Governo preparou um projeto para modificar essa lei de recuperação judicial, certo?</strong><br />
Sim. A atual legislação é de 2005. Acontece que até hoje, há muitos questionamentos de advogados e inclusive de juízes em relação a sua efetividade, pois há alguns detalhes na lei que acabam travando alguns formatos de <strong>recuperação judicial</strong>, porque caso contrário esse número poderia ser bem maior. De fato existe um projeto de lei que altera a lei de <strong>recuperação judicial</strong> e falências, porém ainda não há um sinal de quando poderá ser votada e aprovada essa proposta.<br />
<strong>E quais as alterações que seriam necessárias na atual legislação?</strong><br />
Muitas coisas que a lei traz precisam ser atualizadas. Há, porém, duas situações que são questionadas por grandes juristas, que está voltada para a parte dos fiadores e avalistas e alienação fiduciária. No primeiro caso, temos, por exemplo, um contrato bancário. A empresa assinou um contrato bancário e foi para recuperação judicial e depois a <strong>recuperação judicial</strong> aprovou que seria pago em determinada quantidade de vezes com um deságio de tanto. O fiador em regra é um dos sócios da empresa. A lei não o protege, ou seja, mantém o valor integral da dívida no nome do fiador. Portanto, mesmo que a empresa vá para recuperação e se recupere, o fiador acaba respondendo com o patrimônio pessoal para pagar esta dívida.<br />
<strong>Mas esta dívida é parcelada?</strong><br />
Aí está o problema, a dívida pode ser cobrada dele de forma integral. O banco cobra a dívida. Da empresa recuperanda ele não pode, mas do sócio ele vai cobrar. Acaba sendo muito estranho isso. Porque se o sócio tiver bens, a empresa vai receber na integralidade, mesmo que na recuperação foi aprovada de forma parcelada e com deságio. Isso é um sistema perverso para a empresa em recuperação.<br />
<strong>E muitas empresas podem não recorrer a recuperação com receio disso.</strong><br />
Se o advogado informa corretamente o empresário sobre esses detalhes, ele irá pensar melhor antes de ajuizar um pedido de <strong>recuperação judicial</strong>.<br />
<strong>A recuperação judicial é sustentável, saudável para que a empresa possa continuar no mercado?</strong><br />
Na verdade, é o único meio hábil para tal. Hoje nós temos a falência, a recuperação e mais nada. Então ou a empresa está aberta, funcionando, ou para que ela pare ou tenho que fazer a falência se houver dívidas ou o encerramento se não houver dívidas. Para ela continuar, tem que recorrer à recuperação, não há outro meio. E isso os nossos legisladores ainda não visualizaram, a importância que tem a lei de <strong>recuperação judicial</strong> para a sociedade brasileira como um todo. Até a nossa Constituição rege a empresa como algo necessário para a sociedade. Então o princípio da preservação da empresa é necessário para a manutenção de empregos, arrecadação de impostos etc.<br />
<strong>E como funciona questão da alienação fiduciária?</strong><br />
É um tipo de operação que não se enquadra e não entra na recuperação judicial, por isso é alvo de questionamentos de especialistas. Aí o que acontece, as empresas quando vão fazer algum tipo de operação bancária, a instituição financeira propõe a alienação de bens e esta não entra na recuperação.<br />
<strong>Seria o exemplo de uma empresa que possui maquinário alienado a um banco, entrando em recuperação o banco ficaria com aqueles equipamentos?</strong><br />
Exatamente, isso inviabiliza a recuperação. Existem até alguns princípios, jurisprudências, onde alguns juízes permitem que a empresa fique uns 180 dias utilizando esses equipamentos, só que, e depois desse período, para ela se recuperar, sem esse maquinário, como ficaria? Há, portanto, muitos vácuos nessa lei que precisam ser alterados.<br />
&nbsp;<br />
<em><b><a href="http://www.vsm.adv.br/advogados/">Weslen Vieira</a> (OAB/PR 55394/PR)</b></em><br />
<em>Advogado e contador formado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em></p>
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		<title>Confira 6 questões jurídicas fundamentais para startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2018 22:29:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra startup se consolidou no vocabulário casual, tanto entre profissionais do ramo, quanto para as pessoas de modo geral, que consomem os serviços proporcionados pela<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="yiv5301350045ydp4580015dmsonormal" style="background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">A palavra startup se consolidou no vocabulário casual, tanto entre profissionais do ramo, quanto para as pessoas de modo geral, que consomem os serviços proporcionados pela tecnologia. No entanto, para ingressar nesse mundo de inovação, é preciso estar preparado para eventuais cenários. Por isso, listamos <strong>6 q</strong><b>uestões jurídicas fundamentais para startups</b> a serem levadas em consideração na criação da sua marca.</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015dmsonormal" style="background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">O importante a se pensar quando criar a sua marca no modelo startup é que não basta ter uma boa ideia. É necessário planejamento e engajamento com o propósito da marca e serviço oferecido, assim como pensar em situações que a parte jurídica pode ser muito mais do que uma aliada, e sim parte do negócio. Seguem <strong>questões </strong><b> jurídicas fundamentais para startups</b>:</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015destilo2" style="margin-left: 36.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">1.</span><span style="font-stretch: normal;"><span style="font-size: 7.0pt; font-family: 'New','serif'; color: #26282a;">    </span></span><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Proteger a sua ideia é essencial</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015dmsonormal" style="background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Como listado acima, não basta ter apenas uma boa ideia, que garanta inovação esperada ao público-alvo do serviço. A primeira das tantas <b>questões jurídicas fundamentais para startups</b> consiste no planejamento a ponto de registrar a marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, a fim de garantir a segurança das suas estratégias de negócio.</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015destilo2" style="margin-left: 36.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">2.</span><span style="font-stretch: normal;"><span style="font-size: 7.0pt; font-family: 'New','serif'; color: #26282a;">    </span></span><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Ter bons parceiros e formalizar colaboradores</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015dmsonormal" style="background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">A palavra inovação é de encher os olhos, mas até para alguns setores é necessário executar os procedimentos corretos e recomendáveis, mesmo que não sejam tão inovadores assim. Como é o caso de ter todos os seus colaboradores de carteira assinada, assim como buscar os parceiros corretos para o negócio, a fim de que a startup prospere.</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015destilo2" style="margin-left: 36.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">3.</span><span style="font-stretch: normal;"><span style="font-size: 7.0pt; font-family: 'New','serif'; color: #26282a;">    </span></span><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Saiba onde está pisando</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015dmsonormal" style="background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Dentro desse aspecto de inovação, é muito importante que o idealizador da startup conheça muito bem o modelo praticado e serviço ofertado ao possível cliente. Muitas empresas chamam a atenção pela simplicidade e ainda assim necessidade contemporânea pelo serviço prestado. Essa é mais uma das <b>questões jurídicas fundamentais para startups </b>mais do que valiosas e precisa ser praticada com afinco.</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015destilo2" style="margin-left: 36.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">4.</span><span style="font-stretch: normal;"><span style="font-size: 7.0pt; font-family: 'New','serif'; color: #26282a;">    </span></span><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Deixe as suas condições extremamente fáceis e claras para os clientes</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015dmsonormal" style="background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Ainda que o volume de pessoas que realmente leem os termos de uso e política de privacidade para todo tipo de serviço seja baixo, outra das <b>questões jurídicas fundamentais para startups</b> é deixar muito claro quais os termos de uso do serviço prestado, pois, com isso, o negócio se protege ainda mais de eventuais complicações judiciais com clientes que aceitaram os termos e condições da sua empresa.</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015destilo2" style="margin-left: 36.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">5.</span><span style="font-stretch: normal;"><span style="font-size: 7.0pt; font-family: 'New','serif'; color: #26282a;">    </span></span><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Vesting como potencial propulsor da startup</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015dmsonormal" style="background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Uma forma de estimular os colaboradores e deixá-los engajados com o negócio é manter programas de lucros dentro da empresa. O vesting é um desses que pode muito bem ser implementado, visto que é uma das <b>questões jurídicas fundamentais para startups</b>. Seu modelo visa que cada um dos funcionários passe a ter o direito a uma parte da empresa.</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015destilo2" style="margin-left: 36.0pt; background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">6.</span><span style="font-stretch: normal;"><span style="font-size: 7.0pt; font-family: 'New','serif'; color: #26282a;">    </span></span><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">Tenha uma assessoria jurídica engajada</span></p>
<p class="yiv5301350045ydp4580015dmsonormal" style="background: white; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: #26282a;">A última, porém não menos importante dica é para a criação de um setor que cuide especificamente a respeito das questões jurídicas da startup. É importantíssimo que esse setor exista para que defina as demandas judiciais cabíveis para qualquer caso, desde relacionamento com cliente, até mesmo com o colaborador. É necessário o setor para garantir a perseverança do seu modelo de negócio. (VSM Advocacia Empresarial e Tributária)</span></p>
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		<title>Planejamento societário: por que é tão importante para sua empresa?</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/planejamento-societario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 20:56:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[abertura de empresa]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O planejamento societário é indispensável para qualquer empresa que busca a prosperidade e vida longa. A maioria dos empreendimentos que tiveram início sem um bom planejamento,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O planejamento societário é indispensável para qualquer empresa que busca a prosperidade e vida longa. A maioria dos empreendimentos que tiveram início sem um bom planejamento, e aí incluídos planejamento administrativo, planejamento financeiro, <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/8/tributrio.html">planejamento tributário</a>, planejamento gerencial, não sobreviveu por muito tempo. Conforme IBGE, 60% dos negócios não passam dos cinco anos de vida (confira pesquisa em <a href="https://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2016/09/14/de-cada-dez-empresas-seis-fecham-antes-de-completar-5-anos-aponta-ibge.htm">goo.gl/SvvwRM</a>).<br />
Esse planejamento consiste basicamente em elaborar documentos e procedimentos que servirão como guia para o negócio e para o relacionamento entre os sócios. Isso fará com que qualquer futura divergência não venha a ocasionar a dissolução do empreendimento ou mesmo causar-lhe grande prejuízo. É preciso, antes mesmo de iniciar o negócio, ter claramente desenhadas questões como direitos e deveres de cada sócio.<br />
Tendo isso claramente documentado, a energia e o foco dos sócios poderão ser direcionados totalmente à gestão profissional do negócio.<br />
Antes da abertura de empresa, portanto, é indispensável gastar um bom tempo e esforço no planejamento societário, que poderá ser o diferencial entre um negócio bem ou mal sucedido.<br />
&nbsp;<br />
<em>Diego Marchiotti</em><br />
<em>OAB/PR 55.891</em><br />
<em>Atende na matriz do escritório. Especialista em Direito Empresarial pela UEL (Universidade Estadual de Londrina), atuando principalmente nas frentes societárias, trabalhistas, patrimoniais e holding’s constituídas pelo escritório.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novela do Refis do Simples Nacional deverá ter desfecho em fevereiro</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/novela-do-refis-do-simples-nacional-devera-ter-desfecho-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2018 20:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado sugere que empresários aguardem definição sobre Refis do Simples Nacional &#160; Por Weslen Vieira Estávamos aguardando ansiosamente a aprovação da lei do Refis Nacional, que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Advogado sugere que empresários aguardem definição sobre Refis do Simples Nacional<br />
&nbsp;<br />
<strong>Por Weslen Vieira</strong><br />
Estávamos aguardando ansiosamente a aprovação da lei do Refis Nacional, que permitiria a todos os empresários enquadrados pagarem seus débitos em atraso com o Fisco com desconto de até 70%  nas multas e até 90% nos juros, mas infelizmente o projeto foi  vetado no último dia 5 de janeiro pelo presidente Michel Temer.<br />
O que especialistas da área política dizem é que tudo não passou de barganha do Governo, que estava sendo utilizada para pressionar a aprovação da Reforma da Previdência pelo Congresso Nacional, ou seja, uma matéria estava ligada à outra.<br />
Portanto, neste mês de fevereiro tivemos a definição sobre a Reforma da Previdência. Agora, aguardamos a definição sobre o Refis do Simples Nacional, que poderá sair em breve. Portanto, nossa dica aos empresários nesta situação é que aguardem até o final deste mês. Ao que tudo indica o Congresso deverá derrubar esse veto presidencial.<br />
<em><strong>Dr. Weslen Vieira</strong>, sócio da Vieira, Spinela e Marchiotti Advogados Associados, com sede em Maringá/PR.  Advogado e contador formado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em></p>
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		<title>Lei poderá permitir bloqueio de bens sem ordem judicial</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 11:28:02 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9986"></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9989"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9990"> </span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9991"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9992">A União poderá bloquear bens de devedores sem a necessidade de decisão judicial. A medida publicada no último dia 10 de janeiro trata-se de um artigo da lei que autoriza o parcelamento do Funrural (Lei nº 13.606).</span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_10006"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9992"> </span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9993"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9994">Com isso, imóveis e veículos poderão sofrer bloqueio após a inscrição do débito em dívida ativa, ficando indisponíveis para a venda, o que poderá ocorrer logo após a Procuradoria-Geral da Fazenda (PGFN) localizar o bem e notificar o devedor. Este terá apenas cinco dias para quitar o débito sem sofrer a penalidade.</span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_10007"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9994"> </span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9995"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9996">Para o advogado tributarista Weslen Vieira, do escritório VSM Advogados Associados, o bloqueio de bens sem uma decisão judicial é inconstitucional. “Não haverá o respeito ao devido processo legal, além de ser arbitrário”, aponta, enfatizando que isso viola o direito do contribuinte de se defender.</span></div>
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		<title>Recuperação Judicial como instrumento necessário para preservação da empresa em crise econômico-financeira</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 12:37:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> As empresas representam um dos principais pilares econômico, financeiro e social, por gerar inúmeros postos de empregos diretos e um múltiplo muito superior de empregos indiretos;<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14880"></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14884"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14885"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14886"> As empresas representam um dos principais pilares econômico, financeiro e social, por gerar inúmeros postos de empregos diretos e um múltiplo muito superior de empregos indiretos; de fornecimento de produtos e serviços em geral; de receitas tributárias; além de favorecer a livre concorrência, contribuindo ao crescimento e ao desenvolvimento do País, dentre outras diversas atribuições.</span></span></div>
<div></div>
<div><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14889">A exposição genérica de todos os aspectos da empresa concebe um organismo e, como tal, é capaz de experimentar crises de diversas propensões, uma vez que nenhum organismo está totalmente isento de momentos críticos. Não há qualquer linearidade.</span></div>
<div></div>
<div><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14889"> Esses períodos de instabilidade se alternam com altos e baixos. Uns sofrem mais, com crises mais profundas e prolongadas, enquanto os outros sofrem menos, com crises transitórias e superficiais.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14891"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14892">As empresas, em alguns casos, são concebidas portando moléstias de que se martirizarão, como, por exemplo, a escolha do tipo societário inapropriado; a estruturação administrativa diminuta; a avaliação imprópria do capital social; e a obsolescência do objeto social eleito pela sociedade empresária ou empresário individual. Nos demais casos, os malefícios advêm de causas supervenientes, tais como as restrições de crédito bancário; as prioridades contrárias decorrentes da política econômica nacional; majoração da taxa de juros; crise de abastecimento, entre outros.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14894"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14895"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14896">Determinadas situações em que as despesas financeiras apontam para a fragilidade do fluxo de caixa, a urgência de financiar o capital de giro tem alto custo para a empresa em todos os sentidos, tendo em vista que o mercado financeiro se beneficia da inexperiência dos administradores, obrigando créditos e financiamentos que não convém ao perfil da atividade empresarial, determinando tarifas e taxas que excedem o rendimento da atividade da empresa.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14898"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14899"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14900">De modo paralelo, a empresa que se devasta por restrições creditícias não goza mais da mesma credibilidade junto aos seus fornecedores, dando início, assim, a uma relação comercial centralizada em poucos fornecedores, os quais, por figurar numa situação favorável, impõem preços e condições que comprometem o lucro, tornando-se penoso resguardar a regularidade da empresa se não for interpelada essa sucessão de malogros e revertida a expectativa do mercado.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14902"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14903">É fato que, independentemente do rudimento, algumas crises colocam em risco sobremaneira a atividade econômica do empresário, podendo, inclusive, atingir graus de afetação passíveis de paralisar completamente o organismo empresarial.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14905"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14906">Daí surgiu a necessidade de uma legislação adequada, visando oportunizar e prescindir esta situação inteiramente indesejada, impedindo, assim, o encerramento das atividades empresarias que, uma vez mais, tanto contribui com a sociedade de uma forma geral.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14908"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14909">Referida legislação surgiu com a edição da nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas, avanço trazido pela Lei № 11.101 de 9 de fevereiro de 2005, em substituição ao instituto da concordata no país, previsto no Decreto-Lei 7.661 de 1945, inserindo no ordenamento jurídico brasileiro a recuperação judicial de empresa como mecanismo mais moderno no combate à crise empresarial.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14911"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14912">Trata-se de um benefício legal à disposição do empresário individual e da sociedade empresária que busca viabilizar a reestruturação da empresa em crise, tendo em vista que nem sempre as soluções existentes no mercado são aptas a auxiliá-la na superação desse mal momento.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14914"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14915"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14916">Embora jovem, a lei de recuperação judicial traduz um momento de grande evolução no ordenamento jurídico brasileiro, estimulando algumas soluções de mercado como proposta de superação da crise econômico-financeira da empresa.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14918"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14919"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14920">Isso porque o mercado, obviamente, não se interessa pela manutenção de empresas inadimplentes e mal administradas pela sociedade empresária ou empresário individual, uma vez que para elas está assegurado o instituto falimentar, com a consequente liquidação dos ativos, o pagamento do passivo e a extinção da empresa no mundo jurídico e econômico.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14922"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14923"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14924">As soluções para as crises empresariais dependem muito da perspectiva segundo a qual essas crises são abordadas, tornando a recuperação judicial uma opção a ser considerada pelo empresário após o esgotamento de algumas opções iniciais, que vão desde redução de custos até graves decisões que podem chegar à confissão de insolvência.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14926"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14927"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14928">O encerramento da atividade empresarial produz seríssimas consequências no seio social, tais como: perda de empregos e da renda; diminuição na arrecadação de tributos; rompimento da cadeia produtiva; diminuição da concorrência; concentração de mercado; e aumento dos preços praticados na sociedade de consumo.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14930"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14931">Contrário ao caráter liquidatório da falência e, até mesmo, como precaução desse remédio extremado, a recuperação judicial constitui uma importante inovação jurídica que possibilita a tentativa de solução construtiva para viabilizar a superação da situação de crise (econômico, financeira ou patrimonial) do agente econômico devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, dos postos de trabalho e dos interesses dos credores.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14933"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14934"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14935">A preocupação do legislador ultrapassa os limites da satisfação dos créditos e da manutenção do empresário devedor no controle da atividade empresarial, atentando-se, mormente, a viabilizar a preservação da empresa, independentemente de quem possa vir a gerenciá-la, atendendo ao comando constitucional da função social, da propriedade e do estimulando à atividade econômica, conforme inteligência do art. 47 da Lei 11.101/05 (LFR).</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14937"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14938">A recuperação judicial funciona como alternativa que se traduz em benefícios à empresa em situação de crise econômico-financeira, possibilitando a inclusão de todos os débitos da empresa sujeitos ao plano de recuperação, vencidos ou vincendos, concessão de prazos e condições especiais para satisfação das obrigações junto aos credores, suspensão das ações e execuções em desfavor da empresa devedora e manutenção do empresário e seus administradores na condução da empresa ao longo do procedimento recuperatório.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14940"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14941"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14942">Desta feita, podemos afirmar com convicção de que o procedimento da recuperação judicial é a forma mais razoável de prevenir esse inconveniente de crise econômico-financeiro, possibilitando a agilidade e efetividade às medidas dedicada ao saneamento da crise da empresa, uma vez que este processo não se restringe à satisfação dos credores nem ao mero saneamento da crise econômico-financeira em que se encontra a empresa devedora, mas alimenta a pretensão de conservar a fonte produtora e resguardar o emprego, ensejando a realização da função social da empresa, que, por sinal, é determinação constitucional.</span></span></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14944"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14945"> </span></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14947"><strong><i id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14948"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14949">Diego Marchiotti é advogado, sócio da VSM – Vieira, Spinella e Marchiotti – Advogados Associados</span></i></strong></div>
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		<title>Matriz não é responsável por dívida previdenciária de filiais</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/matriz-nao-e-responsavel-por-divida-previdenciaria-de-filiais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 00:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A matriz de uma companhia não possui  responsabilidade pelas dívidas previdenciárias de suas filiais. A decisão é da Justiça Federal do Rio de Janeiro, que analisou<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/matriz-nao-e-responsavel-por-divida-previdenciaria-de-filiais/">Matriz não é responsável por dívida previdenciária de filiais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79544"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79545">A matriz de uma companhia não possui  responsabilidade pelas dívidas previdenciárias de suas filiais. A decisão é da Justiça Federal do Rio de Janeiro, que analisou a cobrança, pela União, em uma única certidão de dívida ativa (CDA),  os valores devidos pela matriz e filiais de uma empresa, no valor de R$ 1,2 milhão.</span></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79544"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79547"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79548">Para o advogado tributarista Bruno Spinella, sócio-diretor do Escritório Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados, com sede em Maringá, essa decisão é importante, pois abre um precedente para que outras organizações também questionem situação semelhante. “Este é um entendimento da Justiça Federal do Rio de Janeiro, nesta decisão, mas que segue também outras decisões do Tribunal Regional Federal  da 1ª Região no sentido da ilegitimidade da matriz em representar suas filiais”, comenta.</span></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79547"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79501"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79550" dir="ltr"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79551">Spinella acrescenta que o próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ) já se manifestou pela autonomia patrimonial, administrativa e jurídica de cada uma das empresas pelo fato de matriz e filiais possuírem CNPJ diferentes. Na questão das contribuições previdenciárias, os fatos geradores operam para cada filial separadamente. </span></div>
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		<title>Confira principais mudanças no Simples para 2018</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 16:11:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novos limites de faturamento O teto de faturamento passou de R$3,6 milhões para R$4,8 milhões por ano.Novas alíquotas O novo Simples vai contar com apenas cinco<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55132"></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55138"><b id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55139"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55140"><a id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55141" href="http://www.apet.org.br/simposio-de-direito-tributario-2017/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></a></span></b><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55142">Novos limites de faturamento</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55144"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55145">O teto de faturamento passou de R$3,6 milhões para R$4,8 milhões por ano.<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55146" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55147" />Novas alíquotas</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55149"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55150">O novo Simples vai contar com apenas cinco grupos de atividades. Para alguns setores, carga tributária será reduzida.</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55152"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55153"><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55154" />Novas atividades<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55155" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55156" />Micro e pequenos produtores e atacadistas de bebidas alcoólicas  poderão, a partir do próximo ano, optar pelo Simples Nacional.</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55054"></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55158" dir="ltr"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55159">Mais fiscalização<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55160" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55161" />O novo Simples permite a troca de informações entre a Receita Federal, Estadual e Prefeituras, o que favorece à fiscalização.</span></div>
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		<title>Prazo de adesão ao Simples irá até 28 de dezembro</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 22:04:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As micro e pequenas empresas já podem pedir o agendamento de adesão ao Simples Nacional para 2018. Elas têm até o dia 28 de dezembro para<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; background: white;"><span style="font-size: 10.5pt; color: #222222;">As micro e pequenas empresas já podem pedir o agendamento de adesão ao Simples Nacional para 2018. Elas têm até o dia 28 de dezembro para entrar no site do Simples Nacional e agendar a solicitação.</span></p>
<p style="text-align: justify; background: white; box-sizing: inherit; margin: 1.25rem; text-rendering: optimizeLegibility; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-size: 10.5pt; color: #222222;">Quem estiver com todos os impostos e documentações em dia receberá, automaticamente, o registro no Simples Nacional no dia 1º de janeiro. Para as empresas que exercem novas atividades incluídas no regime simplificado, como bebidas alcoólicas, a opção somente pode ser feita a partir do primeiro dia de 2018. No próximo ano já valerão as regras do Crescer sem Medo, que elevou o teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) de R$ 60 mil para R$ 81 mil e criou uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que ultrapassarem o teto de R$ 3,6 milhões, com recolhimento do ICMS e ISS fora do Simples Nacional. &#8220;É importante que os empresários aproveitem a oportunidade que a Receita disponibiliza todos os anos. É a chance de corrigirem irregularidades&#8221;, diz o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. (DCI)</span></p>
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		<title>Maia trabalha para restituir ICMS no cálculo do PIS/Cofins</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 17:02:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente da Câmara prepara PEC para derrubar decisão do STF que, em março, suprimiu tributo como alíquota O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ),<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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<h1><strong style="font-size: 16px;">Presidente da Câmara prepara PEC para derrubar decisão do STF que, em março, suprimiu tributo como alíquota</strong></h1>
</div>
<div class="description">
<div class="std">O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prepara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para tentar derrubar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,meirelles-nega-intencao-de-aumentar-impostos,70002039828" target="_blank" rel="noopener noreferrer">incluir novamente o ICMS na base de cálculo do PIS/Cofins</a>. A matéria faz parte da agenda que Maia quer impor após deputados rejeitarem a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.Em março, a maioria dos ministros do STF determinou a exclusão do ICMS (imposto estadual que incide sobre mercadorias e serviços) da base de cálculo para a cobrança do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Os tributos, ambos federais, ajudam a financiar a Previdência e o seguro-desemprego. Pelos cálculos da área econômica, a decisão fará com que o governo perca entre R$ 20 bilhões a R$ 50 bilhões por ano.<br />
&#8220;É melhor do que aumentar imposto&#8221;, disse Maia, ao defender a medida. &#8220;Não vou dizer que foi (uma decisão) errada (do STF). Mas a decisão errada para Câmara é ter que aumentar imposto. Isso a gente não vai. E se não vai, tem que recuperar os R$ 20 bilhões. Como é que recupera isso? Recolocando o ICMS na base de cálculo&#8221;, afirmou o parlamentar.<br />
Ele prometeu tentar aprovar a PEC ainda neste ano no Congresso, mas admitiu que essa será uma tarefa difícil, em razão dos prazos regimentais para tramitação da matéria.<br />
Como Maia não pode apresentar projetos por ser presidente da Câmara, a ideia é que a PEC seja apresentada pelo deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), um dos principais aliados do parlamentar fluminense.<br />
&#8220;O Supremo entrou em uma questão que já estava pacificada e criou uma instabilidade e prejuízo para Receita Federal de bilhões de reais&#8221;, diz Avelino.<br />
Há duas semanas, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que o governo estuda aumentar as alíquotas do PIS/Cofins para compensar a decisão do STF e evitar queda das receitas no ano que vem. Para isso, deve enviar ao Congresso uma medida provisória (MP), que teria efeito imediato assim que editada, ou um projeto de lei elevando as alíquotas.<br />
A proposta, porém, deve enfrentar desgaste no governo. &#8220;Aumento de imposto ninguém vota&#8221;, disse o líder do PP na Casa, Arthur Lira (AL).<br />
Antes de definir o texto da tal recalibragem do PIS/Cofins, o governo apresentou ao STF, na semana passada, embargos de declaração para esclarecer alguns pontos que avalia como obscuros da decisão da Corte. Entre eles, a identificação de para quem e a partir de quando se produzem os seus efeitos.<br />
O embargo é um tipo de instrumento jurídico em que uma das partes do processo pede ao tribunal que esclareça determinado aspecto de uma decisão proferida.<br />
Representantes do setor de serviços já avisaram a Maia e ao governo que não aceitarão um realinhamento linear das alíquotas do PIS/Cofins para todos os contribuintes. Alegam que, dependendo da forma como for feito, esse realinhamento pode onerar as empresas desse segmento.<br />
Em encontro com lideranças do setor de serviços no final de agosto, Maia também prometeu que qualquer solução sobre os tributos não representaria aumento de carga tributária.<br />
<strong>Colaboraram: Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli</strong><br />
<strong>Fonte:</strong> O Estado de S.Paulo
</div>
</div>
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