<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos boas práticas - VSM Advogados</title>
	<atom:link href="https://www.vsm.adv.br/tag/boas-praticas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/boas-praticas/</link>
	<description>Advogados Associados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 24 Sep 2018 18:05:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.1.5</generator>

<image>
	<url>https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2020/06/favicon.ico</url>
	<title>Arquivos boas práticas - VSM Advogados</title>
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/boas-praticas/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Compliance: o que é e qual a importância de se implementar boas práticas</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/compliance-qual-importancia/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/compliance-qual-importancia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 18:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[governança corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[vsm]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=369</guid>

					<description><![CDATA[<p>O termo “compliance” tem surgido com frequência cada vez mais significativa no ambiente corporativo, mormente entre as empresas que possuem relações com a Administração Pública. Afinal,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/compliance-qual-importancia/">Compliance: o que é e qual a importância de se implementar boas práticas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo “compliance” tem surgido com frequência cada vez mais significativa no ambiente corporativo, mormente entre as empresas que possuem relações com a Administração Pública. Afinal, no que consiste?<br />
O vocábulo em comento tem origem no idioma inglês, oriundo do verbo “<em>to comply</em>” que, em tradução livre, significa “cumprir com”, “agir de acordo com”, “obedecer”.<br />
Assim como a origem do termo sugere, a prática do compliance foi implementada pela legislação norte-americana,  em 1906, com a promulgação do <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Food_and_Drug_Act&amp;action=edit&amp;redlink=1">Food and Drug Act</a>. Entretanto, o programa de compliance ganhou real força com o fomento das instituições financeiras, que visavam mitigar as fraudes no mercado financeiro.<br />
No Brasil, por sua vez, a primeira norma que trouxe à discussão mecanismos de controle que se assemelhavam à prática do compliance foi a Lei nº 9.613 de 1998, que dispõe sobre os crimes de &#8220;lavagem&#8221; ou ocultação de bens, direitos e valores, a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta lei, além de criar o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF (órgão fiscalizador).<br />
Contudo, o programa de compliance, como é atualmente, começou a ser implementado de fato e estudado com mais afinco com a promulgação da Lei nº 12.846 de 2013 (Lei Anticorrupção), que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira.<br />
A promulgação desta lei, assim como a dedicação dos profissionais das áreas corporativas, advogados, contadores, em estudar e implementar o programa, foram fortemente incentivadas pela Crise Mundial de 2008, assim como os esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro ocorridos no país nos últimos anos, dentre eles o Mensalão e aquele investigado pela Operação Lava-Jato.<br />
Neste contexto, o compliance consiste em um programa que, em linhas gerais, cria regras, normas e regulamentos, e obriga aqueles a elas submetidos a cumpri-las, além de cumprir a legislação a eles aplicada. Este mecanismo é baseado em três pilares principais: prevenir, detectar e responder.<br />
Assim, o compliance officer (consultor de compliance, a pessoa responsável por instaurar o programa e garantir que seja cumprido) mapeia o processo e os procedimentos da empresa (contábeis, fiscais, operacionais, de gestão, segurança da informação, entre outros) e cria medidas para prevenção de fraudes, desobediência às regras, desvios de conduta ou finalidade, análise de riscos. O primeiro pilar, então, consiste em estabelecer as diretrizes e regras a serem seguidas, além de implementar Manuais de Conduta e Códigos de Ética, canal de denúncias anônimo, e realizar o treinamento dos integrantes da organização, seguindo tais ditames.<br />
O segundo pilar (“detectar”) cuida de avaliar o resultado obtido através das medidas tomadas, e se estão sendo eficazes. Neste momento, são realizadas as Auditorias rotineiras, testes de controle, análises e controle de conformidade, apuração das denúncias obtidas no canal.<br />
Por fim, o terceiro pilar (“responder”) refere-se a aplicar as consequências previstas para cada conduta ilegal, ou que violar as diretrizes adotadas no primeiro pilar, além de realizar um monitoramento efetivo.<br />
Importante destacar que este mecanismo de controle é um ciclo, sempre deverá haver a fiscalização, a resposta e, se necessário, a alteração das normas instauradas para a melhoria e regularização da empresa. Quando isto acontece, pode-se dizer que a empresa está devidamente inserida no programa de compliance, é regular e, assim, tanto menor é a probabilidade de que ocorram fraudes.<br />
Esta é, então, a essência do compliance, e o que torna o sistema tão vantajoso: minimizar riscos reputacionais (protege a reputação, a imagem da empresa) e operacionais das empresas (previne fraudes, desvios e lavagem de dinheiro), melhorar o relacionamento com os investidores, aprimorar o funcionamento e oportunizar o crescimento corporativo efetivo.<br />
Outrossim, a título de exemplo, a Administração Pública também tem dado grande importância ao programa. Isto porque tem priorizado realizar licitações com empresas que estejam comprovadamente inseridas no programa de compliance. Por exemplo, o Governo do Distrito Federal (Projeto de Lei 1806/2017) e a Administração Pública do estado do Rio de Janeiro ( <a href="http://www.fazenda.rj.gov.br/age/faces/oracle/webcenter/portalapp/pages/navigation-renderer.jspx?_afrLoop=1356997095773772&amp;datasource=UCMServer%23dDocName%3AWCC200994&amp;_adf.ctrl-state=aac9vpv43_32">Lei nº 7.753/2017</a>), estabelecem que, em contratos com valores superiores a certos patamares, as empresas devem comprovar estarem inseridas neste sistema.<br />
Por conseguinte, verifica-se que, cada vez mais, a integridade de uma empresa, sua comprovada atuação nos ditames da lei e probidade, compõem elementos necessários à definição de empresa regular e dentro da legalidade, além de dar força à mitigação das constantes fraudes e corrupção que assolam nossa sociedade.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Dra. Silvia Salgueiro Pagadigorria</strong><br />
OAB/PR 86.860<br />
Advogada, cursou Direito Internacional Negocial na Universidade de Griffith &#8211; Gold Coast (2017-2018), pós-graduanda em Direito Empresarial e Tributário na Pontifícia Universidade Católica &#8211; Maringá/PR. Na Advocacia VSM atua nas áreas de Direito Bancário e Direito Tributário.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/compliance-qual-importancia/">Compliance: o que é e qual a importância de se implementar boas práticas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/compliance-qual-importancia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
