<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos decisão - VSM Advogados</title>
	<atom:link href="https://www.vsm.adv.br/tag/decisao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/decisao/</link>
	<description>Advogados Associados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Mar 2023 19:33:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.1.4</generator>

<image>
	<url>https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2020/06/favicon.ico</url>
	<title>Arquivos decisão - VSM Advogados</title>
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/decisao/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Lei trabalhista: quais mudanças vêm aí e como empresas podem se preparar?</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 21:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vsm.adv.br/?p=22546</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para evitar conflitos e garantir que a empresa atue de acordo com a lei, é essencial que as organizações estejam atentas a todas as atualizações na<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/">Lei trabalhista: quais mudanças vêm aí e como empresas podem se preparar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para evitar conflitos e garantir que a empresa atue de acordo com a lei, é essencial que as organizações estejam atentas a todas as atualizações na legislação trabalhista, acompanhando as alterações já ocorridas, e o que deve mudar a partir deste ano, com o novo governo brasileiro.<br>Embora ainda não há um projeto concreto de mudanças em relação à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), já se tem como certa a volta de alguns itens que foram retirados na reforma trabalhista de 2017.</p>



<p><strong>MUDANÇAS NA LEI TRABALHISTA</strong></p>



<p>O novo <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministro do Trabalho </a>afirmou que “deve começar a enviar projetos para alterar a reforma trabalhista já nos primeiros meses de gestão” e que as mudanças serão:</p>



<p>• A volta da homologação trabalhista, quando o processo de demissão é acompanhado por sindicatos e órgãos estatais, antes de ser formalizado;</p>



<p>• O retorno da Ultratividade, quando pontos conquistados de um acordo trabalhista passam a valer antes da resolução final;</p>



<p>• Novas regras para o trabalho intermitente, com mínimo de horas diárias a serem contratadas pela empresa;</p>



<p>• Regulamentação de trabalhadores por aplicativos.</p>



<p>No aspecto geral, as regras trabalhistas têm como objetivo oferecer garantias, proteção e boas condições sociais aos trabalhadores, assim como estabelecer limites para as relações do trabalho, e entre empregado e empregador.</p>



<p>Para o atual Governo Federal, muitas mudanças trazidas pela reforma acabaram prejudicando os trabalhadores, com isso acreditam na necessidade de estabelecer algumas mudanças nesse cenário.</p>



<p><strong>MAIS FORMALIDADE</strong></p>



<p>Por isso, a intenção é trazer mais formalidade ao trabalhador que se enquadra como “freelancer” e demais atividades intermitentes, às quais são baseadas em uma jornada previamente definida, mediante ao pagamento de um salário prévio ajustado.</p>



<p>Outra mudança já noticiada é que o governo irá fortalecer os sindicatos, com o retorno da contribuição sindical, que deverá voltar de outra forma e até com outra intitulação.</p>



<p>Diante desse contexto, importante que os empresários acompanhem estas discussões e, uma vez aprovadas, promovam a devida adequação, evitando futuras e caras demandas trabalhistas.<br></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22501" width="124" height="124" srcset="https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1024x1024.jpg 1024w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-300x300.jpg 300w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-150x150.jpg 150w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-768x768.jpg 768w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1536x1536.jpg 1536w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-2048x2048.jpg 2048w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-146x146.jpg 146w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-50x50.jpg 50w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-75x75.jpg 75w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-85x85.jpg 85w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-80x80.jpg 80w" sizes="(max-width: 124px) 100vw, 124px" /></figure>



<p><a href="https://www.vsm.adv.br/advogados/">Dr. Darwin Alexandre de Souza Almeida</a></p>



<p>Coordenador da área trabalhista da VSM Advocacia Empresarial e Tributária</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/">Lei trabalhista: quais mudanças vêm aí e como empresas podem se preparar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recuperação Judicial como instrumento necessário para preservação da empresa em crise econômico-financeira</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/recuperacao-judicial-como-instrumento-necessario-para-preservacao-da-empresa-em-crise-economico-financeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 12:37:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[falências]]></category>
		<category><![CDATA[judicial]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[simples]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=201</guid>

					<description><![CDATA[<p> As empresas representam um dos principais pilares econômico, financeiro e social, por gerar inúmeros postos de empregos diretos e um múltiplo muito superior de empregos indiretos;<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/recuperacao-judicial-como-instrumento-necessario-para-preservacao-da-empresa-em-crise-economico-financeira/">Recuperação Judicial como instrumento necessário para preservação da empresa em crise econômico-financeira</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14880"></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14884"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14885"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14886"> As empresas representam um dos principais pilares econômico, financeiro e social, por gerar inúmeros postos de empregos diretos e um múltiplo muito superior de empregos indiretos; de fornecimento de produtos e serviços em geral; de receitas tributárias; além de favorecer a livre concorrência, contribuindo ao crescimento e ao desenvolvimento do País, dentre outras diversas atribuições.</span></span></div>
<div></div>
<div><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14889">A exposição genérica de todos os aspectos da empresa concebe um organismo e, como tal, é capaz de experimentar crises de diversas propensões, uma vez que nenhum organismo está totalmente isento de momentos críticos. Não há qualquer linearidade.</span></div>
<div></div>
<div><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14889"> Esses períodos de instabilidade se alternam com altos e baixos. Uns sofrem mais, com crises mais profundas e prolongadas, enquanto os outros sofrem menos, com crises transitórias e superficiais.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14891"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14892">As empresas, em alguns casos, são concebidas portando moléstias de que se martirizarão, como, por exemplo, a escolha do tipo societário inapropriado; a estruturação administrativa diminuta; a avaliação imprópria do capital social; e a obsolescência do objeto social eleito pela sociedade empresária ou empresário individual. Nos demais casos, os malefícios advêm de causas supervenientes, tais como as restrições de crédito bancário; as prioridades contrárias decorrentes da política econômica nacional; majoração da taxa de juros; crise de abastecimento, entre outros.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14894"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14895"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14896">Determinadas situações em que as despesas financeiras apontam para a fragilidade do fluxo de caixa, a urgência de financiar o capital de giro tem alto custo para a empresa em todos os sentidos, tendo em vista que o mercado financeiro se beneficia da inexperiência dos administradores, obrigando créditos e financiamentos que não convém ao perfil da atividade empresarial, determinando tarifas e taxas que excedem o rendimento da atividade da empresa.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14898"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14899"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14900">De modo paralelo, a empresa que se devasta por restrições creditícias não goza mais da mesma credibilidade junto aos seus fornecedores, dando início, assim, a uma relação comercial centralizada em poucos fornecedores, os quais, por figurar numa situação favorável, impõem preços e condições que comprometem o lucro, tornando-se penoso resguardar a regularidade da empresa se não for interpelada essa sucessão de malogros e revertida a expectativa do mercado.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14902"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14903">É fato que, independentemente do rudimento, algumas crises colocam em risco sobremaneira a atividade econômica do empresário, podendo, inclusive, atingir graus de afetação passíveis de paralisar completamente o organismo empresarial.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14905"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14906">Daí surgiu a necessidade de uma legislação adequada, visando oportunizar e prescindir esta situação inteiramente indesejada, impedindo, assim, o encerramento das atividades empresarias que, uma vez mais, tanto contribui com a sociedade de uma forma geral.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14908"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14909">Referida legislação surgiu com a edição da nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas, avanço trazido pela Lei № 11.101 de 9 de fevereiro de 2005, em substituição ao instituto da concordata no país, previsto no Decreto-Lei 7.661 de 1945, inserindo no ordenamento jurídico brasileiro a recuperação judicial de empresa como mecanismo mais moderno no combate à crise empresarial.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14911"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14912">Trata-se de um benefício legal à disposição do empresário individual e da sociedade empresária que busca viabilizar a reestruturação da empresa em crise, tendo em vista que nem sempre as soluções existentes no mercado são aptas a auxiliá-la na superação desse mal momento.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14914"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14915"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14916">Embora jovem, a lei de recuperação judicial traduz um momento de grande evolução no ordenamento jurídico brasileiro, estimulando algumas soluções de mercado como proposta de superação da crise econômico-financeira da empresa.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14918"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14919"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14920">Isso porque o mercado, obviamente, não se interessa pela manutenção de empresas inadimplentes e mal administradas pela sociedade empresária ou empresário individual, uma vez que para elas está assegurado o instituto falimentar, com a consequente liquidação dos ativos, o pagamento do passivo e a extinção da empresa no mundo jurídico e econômico.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14922"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14923"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14924">As soluções para as crises empresariais dependem muito da perspectiva segundo a qual essas crises são abordadas, tornando a recuperação judicial uma opção a ser considerada pelo empresário após o esgotamento de algumas opções iniciais, que vão desde redução de custos até graves decisões que podem chegar à confissão de insolvência.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14926"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14927"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14928">O encerramento da atividade empresarial produz seríssimas consequências no seio social, tais como: perda de empregos e da renda; diminuição na arrecadação de tributos; rompimento da cadeia produtiva; diminuição da concorrência; concentração de mercado; e aumento dos preços praticados na sociedade de consumo.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14930"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14931">Contrário ao caráter liquidatório da falência e, até mesmo, como precaução desse remédio extremado, a recuperação judicial constitui uma importante inovação jurídica que possibilita a tentativa de solução construtiva para viabilizar a superação da situação de crise (econômico, financeira ou patrimonial) do agente econômico devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, dos postos de trabalho e dos interesses dos credores.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14933"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14934"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14935">A preocupação do legislador ultrapassa os limites da satisfação dos créditos e da manutenção do empresário devedor no controle da atividade empresarial, atentando-se, mormente, a viabilizar a preservação da empresa, independentemente de quem possa vir a gerenciá-la, atendendo ao comando constitucional da função social, da propriedade e do estimulando à atividade econômica, conforme inteligência do art. 47 da Lei 11.101/05 (LFR).</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14937"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14938">A recuperação judicial funciona como alternativa que se traduz em benefícios à empresa em situação de crise econômico-financeira, possibilitando a inclusão de todos os débitos da empresa sujeitos ao plano de recuperação, vencidos ou vincendos, concessão de prazos e condições especiais para satisfação das obrigações junto aos credores, suspensão das ações e execuções em desfavor da empresa devedora e manutenção do empresário e seus administradores na condução da empresa ao longo do procedimento recuperatório.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14940"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14941"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14942">Desta feita, podemos afirmar com convicção de que o procedimento da recuperação judicial é a forma mais razoável de prevenir esse inconveniente de crise econômico-financeiro, possibilitando a agilidade e efetividade às medidas dedicada ao saneamento da crise da empresa, uma vez que este processo não se restringe à satisfação dos credores nem ao mero saneamento da crise econômico-financeira em que se encontra a empresa devedora, mas alimenta a pretensão de conservar a fonte produtora e resguardar o emprego, ensejando a realização da função social da empresa, que, por sinal, é determinação constitucional.</span></span></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14944"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14945"> </span></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14947"><strong><i id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14948"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14949">Diego Marchiotti é advogado, sócio da VSM – Vieira, Spinella e Marchiotti – Advogados Associados</span></i></strong></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/recuperacao-judicial-como-instrumento-necessario-para-preservacao-da-empresa-em-crise-economico-financeira/">Recuperação Judicial como instrumento necessário para preservação da empresa em crise econômico-financeira</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Matriz não é responsável por dívida previdenciária de filiais</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/matriz-nao-e-responsavel-por-divida-previdenciaria-de-filiais/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/matriz-nao-e-responsavel-por-divida-previdenciaria-de-filiais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 00:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[judicial]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vsm.adv.br/blog/?p=190</guid>

					<description><![CDATA[<p>A matriz de uma companhia não possui  responsabilidade pelas dívidas previdenciárias de suas filiais. A decisão é da Justiça Federal do Rio de Janeiro, que analisou<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/matriz-nao-e-responsavel-por-divida-previdenciaria-de-filiais/">Matriz não é responsável por dívida previdenciária de filiais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79544"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79545">A matriz de uma companhia não possui  responsabilidade pelas dívidas previdenciárias de suas filiais. A decisão é da Justiça Federal do Rio de Janeiro, que analisou a cobrança, pela União, em uma única certidão de dívida ativa (CDA),  os valores devidos pela matriz e filiais de uma empresa, no valor de R$ 1,2 milhão.</span></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79544"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79547"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79548">Para o advogado tributarista Bruno Spinella, sócio-diretor do Escritório Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados, com sede em Maringá, essa decisão é importante, pois abre um precedente para que outras organizações também questionem situação semelhante. “Este é um entendimento da Justiça Federal do Rio de Janeiro, nesta decisão, mas que segue também outras decisões do Tribunal Regional Federal  da 1ª Região no sentido da ilegitimidade da matriz em representar suas filiais”, comenta.</span></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79547"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79501"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79550" dir="ltr"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79551">Spinella acrescenta que o próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ) já se manifestou pela autonomia patrimonial, administrativa e jurídica de cada uma das empresas pelo fato de matriz e filiais possuírem CNPJ diferentes. Na questão das contribuições previdenciárias, os fatos geradores operam para cada filial separadamente. </span></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/matriz-nao-e-responsavel-por-divida-previdenciaria-de-filiais/">Matriz não é responsável por dívida previdenciária de filiais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/matriz-nao-e-responsavel-por-divida-previdenciaria-de-filiais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confira principais mudanças no Simples para 2018</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/confira-principais-mudancas-no-simples-para-2018/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/confira-principais-mudancas-no-simples-para-2018/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 16:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[simples]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vsm.adv.br/blog/?p=187</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novos limites de faturamento O teto de faturamento passou de R$3,6 milhões para R$4,8 milhões por ano.Novas alíquotas O novo Simples vai contar com apenas cinco<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/confira-principais-mudancas-no-simples-para-2018/">Confira principais mudanças no Simples para 2018</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55132"></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55138"><b id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55139"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55140"><a id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55141" href="http://www.apet.org.br/simposio-de-direito-tributario-2017/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></a></span></b><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55142">Novos limites de faturamento</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55144"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55145">O teto de faturamento passou de R$3,6 milhões para R$4,8 milhões por ano.<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55146" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55147" />Novas alíquotas</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55149"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55150">O novo Simples vai contar com apenas cinco grupos de atividades. Para alguns setores, carga tributária será reduzida.</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55152"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55153"><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55154" />Novas atividades<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55155" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55156" />Micro e pequenos produtores e atacadistas de bebidas alcoólicas  poderão, a partir do próximo ano, optar pelo Simples Nacional.</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55054"></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55158" dir="ltr"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55159">Mais fiscalização<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55160" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55161" />O novo Simples permite a troca de informações entre a Receita Federal, Estadual e Prefeituras, o que favorece à fiscalização.</span></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/confira-principais-mudancas-no-simples-para-2018/">Confira principais mudanças no Simples para 2018</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/confira-principais-mudancas-no-simples-para-2018/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prazo de adesão ao Simples irá até 28 de dezembro</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/prazo-de-adesao-ao-simples-ira-ate-28-de-dezembro/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/prazo-de-adesao-ao-simples-ira-ate-28-de-dezembro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 22:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[afif]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[judicial]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[micro]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[prazo]]></category>
		<category><![CDATA[simples]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>
		<category><![CDATA[vsm]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vsm.adv.br/blog/?p=184</guid>

					<description><![CDATA[<p>As micro e pequenas empresas já podem pedir o agendamento de adesão ao Simples Nacional para 2018. Elas têm até o dia 28 de dezembro para<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/prazo-de-adesao-ao-simples-ira-ate-28-de-dezembro/">Prazo de adesão ao Simples irá até 28 de dezembro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; background: white;"><span style="font-size: 10.5pt; color: #222222;">As micro e pequenas empresas já podem pedir o agendamento de adesão ao Simples Nacional para 2018. Elas têm até o dia 28 de dezembro para entrar no site do Simples Nacional e agendar a solicitação.</span></p>
<p style="text-align: justify; background: white; box-sizing: inherit; margin: 1.25rem; text-rendering: optimizeLegibility; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-size: 10.5pt; color: #222222;">Quem estiver com todos os impostos e documentações em dia receberá, automaticamente, o registro no Simples Nacional no dia 1º de janeiro. Para as empresas que exercem novas atividades incluídas no regime simplificado, como bebidas alcoólicas, a opção somente pode ser feita a partir do primeiro dia de 2018. No próximo ano já valerão as regras do Crescer sem Medo, que elevou o teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) de R$ 60 mil para R$ 81 mil e criou uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que ultrapassarem o teto de R$ 3,6 milhões, com recolhimento do ICMS e ISS fora do Simples Nacional. &#8220;É importante que os empresários aproveitem a oportunidade que a Receita disponibiliza todos os anos. É a chance de corrigirem irregularidades&#8221;, diz o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. (DCI)</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/prazo-de-adesao-ao-simples-ira-ate-28-de-dezembro/">Prazo de adesão ao Simples irá até 28 de dezembro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/prazo-de-adesao-ao-simples-ira-ate-28-de-dezembro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maia trabalha para restituir ICMS no cálculo do PIS/Cofins</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 17:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[maia]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vsm.adv.br/blog/?p=175</guid>

					<description><![CDATA[<p>Presidente da Câmara prepara PEC para derrubar decisão do STF que, em março, suprimiu tributo como alíquota O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ),<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/">Maia trabalha para restituir ICMS no cálculo do PIS/Cofins</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="product-name">
<h1><strong style="font-size: 16px;">Presidente da Câmara prepara PEC para derrubar decisão do STF que, em março, suprimiu tributo como alíquota</strong></h1>
</div>
<div class="description">
<div class="std">O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prepara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para tentar derrubar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,meirelles-nega-intencao-de-aumentar-impostos,70002039828" target="_blank" rel="noopener noreferrer">incluir novamente o ICMS na base de cálculo do PIS/Cofins</a>. A matéria faz parte da agenda que Maia quer impor após deputados rejeitarem a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.Em março, a maioria dos ministros do STF determinou a exclusão do ICMS (imposto estadual que incide sobre mercadorias e serviços) da base de cálculo para a cobrança do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Os tributos, ambos federais, ajudam a financiar a Previdência e o seguro-desemprego. Pelos cálculos da área econômica, a decisão fará com que o governo perca entre R$ 20 bilhões a R$ 50 bilhões por ano.<br />
&#8220;É melhor do que aumentar imposto&#8221;, disse Maia, ao defender a medida. &#8220;Não vou dizer que foi (uma decisão) errada (do STF). Mas a decisão errada para Câmara é ter que aumentar imposto. Isso a gente não vai. E se não vai, tem que recuperar os R$ 20 bilhões. Como é que recupera isso? Recolocando o ICMS na base de cálculo&#8221;, afirmou o parlamentar.<br />
Ele prometeu tentar aprovar a PEC ainda neste ano no Congresso, mas admitiu que essa será uma tarefa difícil, em razão dos prazos regimentais para tramitação da matéria.<br />
Como Maia não pode apresentar projetos por ser presidente da Câmara, a ideia é que a PEC seja apresentada pelo deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), um dos principais aliados do parlamentar fluminense.<br />
&#8220;O Supremo entrou em uma questão que já estava pacificada e criou uma instabilidade e prejuízo para Receita Federal de bilhões de reais&#8221;, diz Avelino.<br />
Há duas semanas, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que o governo estuda aumentar as alíquotas do PIS/Cofins para compensar a decisão do STF e evitar queda das receitas no ano que vem. Para isso, deve enviar ao Congresso uma medida provisória (MP), que teria efeito imediato assim que editada, ou um projeto de lei elevando as alíquotas.<br />
A proposta, porém, deve enfrentar desgaste no governo. &#8220;Aumento de imposto ninguém vota&#8221;, disse o líder do PP na Casa, Arthur Lira (AL).<br />
Antes de definir o texto da tal recalibragem do PIS/Cofins, o governo apresentou ao STF, na semana passada, embargos de declaração para esclarecer alguns pontos que avalia como obscuros da decisão da Corte. Entre eles, a identificação de para quem e a partir de quando se produzem os seus efeitos.<br />
O embargo é um tipo de instrumento jurídico em que uma das partes do processo pede ao tribunal que esclareça determinado aspecto de uma decisão proferida.<br />
Representantes do setor de serviços já avisaram a Maia e ao governo que não aceitarão um realinhamento linear das alíquotas do PIS/Cofins para todos os contribuintes. Alegam que, dependendo da forma como for feito, esse realinhamento pode onerar as empresas desse segmento.<br />
Em encontro com lideranças do setor de serviços no final de agosto, Maia também prometeu que qualquer solução sobre os tributos não representaria aumento de carga tributária.<br />
<strong>Colaboraram: Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli</strong><br />
<strong>Fonte:</strong> O Estado de S.Paulo
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/">Maia trabalha para restituir ICMS no cálculo do PIS/Cofins</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dívida incluída em parcelamento tributário não pode constar como pendência</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/divida-incluida-em-parcelamento-tributario-nao-pode-constar-como-pendencia/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/divida-incluida-em-parcelamento-tributario-nao-pode-constar-como-pendencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 20:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[trf]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vsm.adv.br/blog/?p=168</guid>

					<description><![CDATA[<p>O juiz federal Heraldo Garcia Vitta, da 6ª Vara Federal Cível de São Paulo, atendeu ao pedido de dois consórcios e determinou, em decisão liminar, a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/divida-incluida-em-parcelamento-tributario-nao-pode-constar-como-pendencia/">Dívida incluída em parcelamento tributário não pode constar como pendência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O juiz federal Heraldo Garcia Vitta, da 6ª Vara Federal Cível de São Paulo, atendeu ao pedido de dois consórcios e determinou, em decisão liminar, a suspensão da exigibilidade dos débitos tributários que são objetos de parcelamento no Programa de Regularização Tributária (PRT).<br />
&nbsp;<br />
Os autores alegaram que tinham débitos tributários referentes ao IRRF e CSRF e aderiram ao Parcelamento Simplificado em 2016, realizando, a partir de então, os pagamentos nos prazos devidos até maio de 2017, quando aderiram ao PRT. Ressaltam que a publicação da Medida Provisória 766/17 e da IN RFB 1687/17 permitiu que débitos incluídos em parcelamentos simplificados fossem migrados para o novo programa.<br />
&nbsp;<br />
Afirmam que inúmeras mudanças foram feitas ao texto original da MP que instituiu o PRT, até que foi editada a MP 783/17, criando o Programa de Regularização de Passivos Fiscais (PERT), sendo esse mais benéfico que o PRT, dada as reduções de multas e juros. Como não havia qualquer ressalva que impedisse a migração dos referidos débitos de IRRF e CSRF incluídos no PRT, os dois consórcios optaram pela transferência para o PERT.<br />
&nbsp;<br />
Contudo, os débitos passaram a constar como pendências junto à Receita Federal do Brasil, uma vez que o fisco entendeu que a migração não era permitida, demonstrando, segundo os autores, um comportamento contraditório por parte da administração pública.<br />
&nbsp;<br />
Para o juiz, o fato dos consórcios honrarem as condições assumidas no PRT demonstra boa-fé, e a migração da dívida para o PERT vai ao encontro à lógica tributária, já que esse último era mais vantajoso.<br />
&nbsp;<br />
“Não se pode atribuir ao contribuinte todos os ônus decorrentes da intempérie política e econômica enfrentada pelo País, sob risco de violação ao postulado insculpido no artigo 170, caput, e incisos da Constituição Federal, sendo dever de todos os poderes republicanos a defesa de uma ordem econômica fundada na valorização do trabalho e na livre iniciativa”.<br />
&nbsp;<br />
Heraldo Garcia Vitta considerou que “a reinserção das impetrantes no programa anteriormente eleito não esbarra no obstáculo jurídico [&#8230;], na medida em que os débitos de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e Contribuições Sociais Retidas na Fonte (CSRF) não possuem qualquer vedação legal no âmbito do parcelamento instituído pela MP nº 766/2017”.<br />
&nbsp;<br />
Por fim, a decisão também determinou que fosse mantida aos autores a forma de recolhimento de tributos nas condições originalmente estabelecidas pelo PRT até que seja proferida a sentença na ação. (KS)<br />
&nbsp;<br />
Fonte: TRF3</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/divida-incluida-em-parcelamento-tributario-nao-pode-constar-como-pendencia/">Dívida incluída em parcelamento tributário não pode constar como pendência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/divida-incluida-em-parcelamento-tributario-nao-pode-constar-como-pendencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
