<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos empresas - VSM Advogados</title>
	<atom:link href="https://www.vsm.adv.br/tag/empresas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/empresas/</link>
	<description>Advogados Associados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Jan 2023 17:22:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.1.4</generator>

<image>
	<url>https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2020/06/favicon.ico</url>
	<title>Arquivos empresas - VSM Advogados</title>
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/empresas/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Lei trabalhista: quais mudanças vêm aí e como empresas podem se preparar?</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 21:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vsm.adv.br/?p=22546</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para evitar conflitos e garantir que a empresa atue de acordo com a lei, é essencial que as organizações estejam atentas a todas as atualizações na<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/">Lei trabalhista: quais mudanças vêm aí e como empresas podem se preparar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para evitar conflitos e garantir que a empresa atue de acordo com a lei, é essencial que as organizações estejam atentas a todas as atualizações na legislação trabalhista, acompanhando as alterações já ocorridas, e o que deve mudar a partir deste ano, com o novo governo brasileiro.<br>Embora ainda não há um projeto concreto de mudanças em relação à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), já se tem como certa a volta de alguns itens que foram retirados na reforma trabalhista de 2017.</p>



<p><strong>MUDANÇAS NA LEI TRABALHISTA</strong></p>



<p>O novo <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministro do Trabalho </a>afirmou que “deve começar a enviar projetos para alterar a reforma trabalhista já nos primeiros meses de gestão” e que as mudanças serão:</p>



<p>• A volta da homologação trabalhista, quando o processo de demissão é acompanhado por sindicatos e órgãos estatais, antes de ser formalizado;</p>



<p>• O retorno da Ultratividade, quando pontos conquistados de um acordo trabalhista passam a valer antes da resolução final;</p>



<p>• Novas regras para o trabalho intermitente, com mínimo de horas diárias a serem contratadas pela empresa;</p>



<p>• Regulamentação de trabalhadores por aplicativos.</p>



<p>No aspecto geral, as regras trabalhistas têm como objetivo oferecer garantias, proteção e boas condições sociais aos trabalhadores, assim como estabelecer limites para as relações do trabalho, e entre empregado e empregador.</p>



<p>Para o atual Governo Federal, muitas mudanças trazidas pela reforma acabaram prejudicando os trabalhadores, com isso acreditam na necessidade de estabelecer algumas mudanças nesse cenário.</p>



<p><strong>MAIS FORMALIDADE</strong></p>



<p>Por isso, a intenção é trazer mais formalidade ao trabalhador que se enquadra como “freelancer” e demais atividades intermitentes, às quais são baseadas em uma jornada previamente definida, mediante ao pagamento de um salário prévio ajustado.</p>



<p>Outra mudança já noticiada é que o governo irá fortalecer os sindicatos, com o retorno da contribuição sindical, que deverá voltar de outra forma e até com outra intitulação.</p>



<p>Diante desse contexto, importante que os empresários acompanhem estas discussões e, uma vez aprovadas, promovam a devida adequação, evitando futuras e caras demandas trabalhistas.<br></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22501" width="124" height="124" srcset="https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1024x1024.jpg 1024w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-300x300.jpg 300w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-150x150.jpg 150w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-768x768.jpg 768w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-1536x1536.jpg 1536w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-2048x2048.jpg 2048w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-146x146.jpg 146w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-50x50.jpg 50w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-75x75.jpg 75w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-85x85.jpg 85w, https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2022/08/vsm-darwin-80x80.jpg 80w" sizes="(max-width: 124px) 100vw, 124px" /></figure>



<p><a href="https://www.vsm.adv.br/advogados/">Dr. Darwin Alexandre de Souza Almeida</a></p>



<p>Coordenador da área trabalhista da VSM Advocacia Empresarial e Tributária</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/">Lei trabalhista: quais mudanças vêm aí e como empresas podem se preparar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/mudancas-na-lei-trabalhista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma tributária: finalmente começa a sair do discurso e do papel</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/reforma-tributaria-comeca-a-sair-do-papel/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/reforma-tributaria-comeca-a-sair-do-papel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 22:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[VSM Advocacia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=8364</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Governo Federal decidiu que enviará ao Congresso Nacional uma reforma tributária fatiada, em etapas. A ideia é, ao final, tornar mais simples o sistema tributário<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/reforma-tributaria-comeca-a-sair-do-papel/">Reforma tributária: finalmente começa a sair do discurso e do papel</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2019/07/ReformaTributária2019-1024x683.jpg" alt="Reforma Tributária: como vai impactar seu negócio" class="wp-image-7233"/><figcaption>Reforma Tributária e seus impactos</figcaption></figure>


<p>O Governo Federal decidiu que enviará ao Congresso Nacional uma reforma tributária fatiada, em etapas. A ideia é, ao final, tornar mais simples o sistema tributário brasileiro, hoje um dos mais complexos do mundo.</p>


<p>Esta é, portanto, uma boa notícia para o setor empresarial, que espera há muitos anos por mudanças no sistema de cobrança de impostos. Se por um lado um dos principais anseios era a redução da carga tributária, que hoje passa de 35%, e que não ocorrerá por ora, pelo menos teremos avanço na simplificação.</p>


<p>E esta simplificação já é mais que bem-vinda, uma vez que tornará o pagamento de tributos mais transparente e simples, reduzindo inclusive tempo e dinheiro das empresas no momento de prestar contas ao Fisco.</p>


<p><strong>IMPOSTO ÚNICO</strong></p>


<p>Conforme anunciou o Ministério da Economia, nesta primeira fase o governo deverá enviar ao Legislativo um projeto de lei que unifica o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento de Seguridade Social (Cofins), incidentes sobre produtos e serviços, o que deverá ocorrer até no final deste mês de novembro.</p>


<p>Esta alteração deverá resultar em um imposto único com carga entre 11% e 12%, modelo hoje adotado por cerca de 180 países.</p>


<p>Para o início do ano que vem será concluída uma proposta de mudanças no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que passará a existir como tributo seletivo sobre certos bens.</p>


<p><strong>MUDANÇAS NO IMPOSTO DE RENDA</strong></p>


<p>Já a fase seguinte vai se centrar no Imposto de Renda de pessoas físicas, com aumento da faixa de isenção, e alteração no tributo para pessoas jurídicas, com nova alíquota para os mais ricos.</p>


<p>A etapa final, em meados do ano que vem, será dedicada à desoneração da folha de salários das empresas. Aqui sim uma mudança concreta para garantir mais contratações.</p>


<p>Em todas as falas da equipe econômica fica claro que haverá sim simplificação, o que é bem-vindo, porém a carga tributária continuará elevada. Há sinais, no entanto, de que isso poderá ser revisto com a retomada do crescimento econômico.</p>


<p><strong>FÓRMULA PARA REDUZIR CARGA TRIBUTÁRIA</strong></p>


<p>Acreditamos que este é o momento, inclusive, de mobilização das entidades que representam o setor produtivo, no sentido de atuar junto ao Congresso Nacional na proposição de uma fórmula que vá, ano após ano, reduzindo a carga tributária, até chegar a um percentual minimamente aceitável.</p>


<p>E isso poderá ser atrelado, por exemplo, a um programa de melhor gestão da arrecadação, combate a corrupção e desvio de dinheiro, de evasão fiscal e sonegação. Ou seja, fecha-se a torneira do desvio de recursos públicos, tornando a gestão pública como um todo mais eficiente, e por outro lado, reduz-se a carga sobre as empresas que atuam estritamente na legalidade, reduzindo o Custo Brasil por meio da eficiência.</p>


<p>Concluindo, ao que tudo indica, a reforma começa a andar para valer. Somente este fato já pode ser comemorado pelo setor produtivo, que não aguenta mais esse sistema atual, que é complicado e burocrático. Agora, torcemos para que as mudanças sejam para melhor.</p>


<p><strong>Dr. Weslen Vieira</strong></p>


<p>OAB/PR 55394</p>


<p><em>Advogado e contador, sócio da Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti, com sede em Maringá/PR. Pós-Graduado em Direito Tributário pelo IBET (Instituto Brasileiro de Direito Tributário), Especialista em Controladoria pela Universidade Estadual de Maringá, possui MBA em Finanças pelo Unicesumar, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente da disciplina de Direito Tributário e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas de Direito Empresarial e Tributário, além de treinamentos, cursos e palestras. É diretor jurídico da Associação Nacional das Micro e Pequenas Empresas.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/reforma-tributaria-comeca-a-sair-do-papel/">Reforma tributária: finalmente começa a sair do discurso e do papel</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/reforma-tributaria-comeca-a-sair-do-papel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pedidos de recuperação judicial aumentam 75%</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/recuperacao-de-empresas-pedidos-aumentam-75/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/recuperacao-de-empresas-pedidos-aumentam-75/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2019 17:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Pedido de recuperação judicial]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=8359</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os pedidos de recuperação judicial de empresas aumentaram 75% e de recuperações judiciais deferidas, 69,3%, em outubro, na comparação com setembro, aponta levantamento da Boa Vista<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/recuperacao-de-empresas-pedidos-aumentam-75/">Pedidos de recuperação judicial aumentam 75%</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2019/11/Recuperação-Judicial-.jpg" alt="Recuperação Judicial" class="wp-image-8360"/></figure>


<p>Os pedidos de recuperação judicial de empresas aumentaram 75% e de recuperações judiciais deferidas, 69,3%, em outubro, na comparação com setembro, aponta levantamento da Boa Vista SCPC. Já os pedidos de falência caíram 30,3%.</p>


<p>Para o advogado tributarista Weslen Vieira, da Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados, de Maringá, é preciso considerar duas situações com relação a estes números, especialmente dos pedidos de recuperação judicial.</p>


<p>“Em primeiro lugar, a crise financeira iniciada em 2014 continuará produzindo seus reflexos por algum tempo. Muitas dessas organizações que pedem recuperação hoje já vinham sofrendo com a crise há algum tempo”, aponta.</p>


<p>Por outro lado, acrescenta o especialista, deve-se considerar que atualmente há mais esclarecimento, no setor empresarial, a respeito do instituto da recuperação judicial. “Hoje o assunto deixou de ser visto como um tabu. Uma empresa que tem condições de continuar produzindo, gerando empregos, ativa, mas está em dificuldade financeira, tem na recuperação judicial uma oportunidade de se manter no mercado”, explica o advogado, que é presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB Maringá.</p>


<p><strong>COMO FUNCIONA</strong></p>


<p>A recuperação judicial é uma medida jurídica legal utilizada para tentar evitar a falência de uma empresa. “Quando uma organização enfrenta dificuldades para pagar suas dívidas, pode recorrer ao pedido de recuperação judicial junto à justiça, visando garantir a reestruturação dos negócios e redefinir um plano de resgate financeiro. Na prática, há o congelamento do passivo da empresa, que negocia um prazo para o pagamento de credores. E todo o processo tem acompanhamento de um interventor judicial.”</p>


<p>A recuperação judicial está prevista na chamada “Lei de Falências e Recuperação de Empresas” (Lei nº 11.101, de 9 de fevereiro de 2005).</p>


<p>&nbsp;“Vale destacar que o pedido de recuperação judicial deve ser feito com muito critério, orientado por profissionais experientes no tema, seguindo estritamente as determinações legais e depois de esgotadas possíveis alternativas para superar a crise. Feito isso, é só seguir o plano de recuperação estabelecido para, após o prazo determinado, prosseguir ainda mais fortalecido no negócio”, acrescenta.</p>


<p><strong>NÚMEROS DIVULGADOS</strong></p>


<p>Conforme os dados divulgados nesta terça-feira, 5/11, pelo serviço de proteção ao crédito, os pedidos de falência caíram 30,3% em relação a setembro. Já as falências decretadas recuaram 18,6% na variação mensal, enquanto os pedidos de recuperação judicial e recuperações judiciais deferidas aumentaram 75% e 69,3%, respectivamente.</p>


<p>No acumulado em 12 meses (novembro de 2018 até outubro de 2019 em relação aos 12 meses anteriores), os pedidos de recuperação ainda recuam (-5,4%). Mantida a base de comparação, também diminuíram os pedidos de falência (-3%) e as falências decretadas (-8,1%). Por outro lado, as recuperações judiciais deferidas aumentaram 3,6% após sete meses no campo negativo.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/recuperacao-de-empresas-pedidos-aumentam-75/">Pedidos de recuperação judicial aumentam 75%</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/recuperacao-de-empresas-pedidos-aumentam-75/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terceirização da atividade-fim dará mais dinamismo à economia</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/terceirizacao-da-atividade-fim-dara-mais-dinamismo-a-economia/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/terceirizacao-da-atividade-fim-dara-mais-dinamismo-a-economia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 18:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[atividade-fim]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Terceirização]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=358</guid>

					<description><![CDATA[<p>A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de  30/08, que considerou constitucional a terceirização de atividades-fim das empresas, deverá ter um impacto positivo na economia. Até<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/terceirizacao-da-atividade-fim-dara-mais-dinamismo-a-economia/">Terceirização da atividade-fim dará mais dinamismo à economia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de  30/08, que considerou constitucional a <strong>terceirização de atividades-fim</strong> das empresas, deverá ter um impacto positivo na economia. Até então havia ainda insegurança jurídica, uma vez que existia divergência de entendimento em tribunais inferiores.<br />
&nbsp;<br />
A terceirização é adotada nos países de economia aberta, o que torna as companhias mais competitivas. Estima-se que mais de 25% da mão de obra é terceirizada em todo o mundo.<br />
&nbsp;<br />
No Brasil, esta prática já vinha ocorrendo, porém havia restrições, sendo permitida apenas para as atividades-meio e não a <strong>terceirização das atividades-fim</strong> das empresas, ou seja, um banco, por exemplo, poderia contratar pessoal da limpeza, de segurança de forma terceirizada, porém não poderia fazer o mesmo com caixa, auxiliares de autoatendimento etc.<br />
&nbsp;<br />
Agora, porém, com esta decisão do STF, qualquer companhia poderá contratar outra empresa especializada para fornecer mão de obra para qualquer tipo de atividade, inclusive a principal.<br />
&nbsp;<br />
No entendimento dos ministros favoráveis à mudança legislativa, essa alteração de entendimento terá um efeito positivo na economia, pois tornará as companhias nacionais mais competitivas, poderá gerar mais empregos, dar, enfim, mais dinamismo à economia.<br />
&nbsp;<br />
É lógico que a terceirização é apenas um dos ingredientes para tornar nossa economia mais competitiva. O Brasil precisa avançar, ainda, em questões como redução de sua carga tributária, que está entre as mais elevadas do mundo, além de simplificar a tributação, que também é um fator de encarecimento das operações de um negócio. A terceirização, porém, é um primeiro passo, muito importante, neste processo de modernização da economia nacional frente ao mundo.<br />
&nbsp;<br />
<strong><em>Confira alguns dos pontos principais da lei da terceirização, aprovada em 2017, divulgados pela Agência Brasil:</em></strong><br />
&nbsp;<br />
<b>Terceirização de atividades-fim</b><br />
As empresas poderão contratar trabalhadores terceirizados para exercerem cargos na atividade-fim, que são as principais atividades da empresa.<br />
&nbsp;<br />
O projeto prevê que a contratação terceirizada de trabalhadores poderá ocorrer sem restrições em empresas privadas e na administração pública.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Trabalho temporário</strong><br />
&nbsp;<br />
O tempo máximo de contratação de um trabalhador temporário passou de três meses para seis meses. Há previsão de prorrogação por mais 90 dias. O limite poderá ser alterado por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho.<br />
&nbsp;<br />
É permitida a contratação de trabalhadores temporários para substituir empregados de serviços essenciais que estejam em greve ou quando a paralisação for julgada abusiva. Fica proibida a contratação de trabalhadores por empresas de um mesmo grupo econômico, quando a prestadora de serviço e a empresa contratante têm controlador igual.<br />
&nbsp;<br />
<strong>“Quarteirização”</strong><br />
&nbsp;<br />
A empresa de terceirização terá autorização para subcontratar outras empresas para realizar serviços de contratação, remuneração e direção do trabalho, que é chamado de “quarteirização”.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Condições de trabalho</strong><br />
&nbsp;<br />
É facultativo à empresa contratante oferecer ao terceirizado o mesmo atendimento médico e ambulatorial dado aos seus empregados, incluindo acesso ao refeitório. A empresa é obrigada a garantir segurança, higiene e salubridade a todos os terceirizados.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Causas trabalhistas</strong><br />
&nbsp;<br />
Em casos de ações trabalhistas, caberá à empresa terceirizada (que contratou o trabalhador) pagar os direitos questionados na Justiça, se houver condenação. Se a terceirizada não tiver dinheiro ou bens para arcar com o pagamento, a empresa contratante (que contratou os serviços terceirizados) será acionada e poderá ter bens penhorados pela Justiça para o pagamento da causa trabalhista.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Previdência</strong><br />
&nbsp;<br />
O projeto aprovado segue as regras previstas na Lei 8.212/91. Com isso, a empresa contratante deverá recolher 11% do salário dos terceirizados para a contribuição previdenciária patronal. E a contratante poderá descontar o percentual do valor pago à empresa terceirizada.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Dra. Raquel Pereira Gonçalves Rossato</strong><br />
OAB/PR 65.724<br />
Atende na matriz do escritório Vieira, Spinella &amp; Marchiotti Advogados Associados. Pós-Graduada em Direito Civil e Direito  Processual Civil pela Unicesumar 2014/2016. Pós-Graduada em Direito Tributário pelo Damásio Educacional 2016/2018. Áreas de atuação: Direito  Civil e Direito  Tributário. Membro da comissão de direito tributário da OAB/Maringá.<br />
&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/terceirizacao-da-atividade-fim-dara-mais-dinamismo-a-economia/">Terceirização da atividade-fim dará mais dinamismo à economia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/terceirizacao-da-atividade-fim-dara-mais-dinamismo-a-economia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A efetividade da recuperação judicial</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/a-efetividade-da-recuperacao-judicial/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/a-efetividade-da-recuperacao-judicial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 14:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[falência]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=328</guid>

					<description><![CDATA[<p>Weslen Vieira A crise financeira que levou o Brasil a um retrocesso de anos trouxe à discussão a importância de um instrumento que vem sendo cada<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/a-efetividade-da-recuperacao-judicial/">A efetividade da recuperação judicial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Weslen Vieira</strong></em><br />
A crise financeira que levou o Brasil a um retrocesso de anos trouxe à discussão a importância de um instrumento que vem sendo cada vez mais utilizado por empresas que enfrentam dificuldade para atravessar momentos econômicos conturbados e crises internas.<br />
Trata-se da lei de <a href="http://blog.vsm.adv.br/recuperacao-judicial-e-instrumento-legal/"><strong>recuperação judicial</strong></a>, que pode ser um remédio amargo, porém o único capaz de auxiliar muitas organizações a continuarem em operação, mesmo quando caem as receitas, ficam sem capital de giro, portanto impossibilitadas de continuarem honrando compromissos com credores, principalmente bancos e fornecedores.<br />
Nesta situação, só há duas saídas: decretar falência ou buscar um instrumento de renegociação para manter-se em operação. E foi o que fizeram centenas de empresas nestes últimos anos.<br />
Dados deste mês de julho da Boa Vista SCPC aponta que o pedido de <strong>recuperação judicial</strong> aumentou 21,2% no primeiro semestre de 2018 em comparação com o mesmo período do ano passado.<br />
Vale ressaltar que 92% dos pedidos de <strong>recuperação judicial</strong> tiveram origem em empresas de pequeno porte, ou seja, exatamente aquelas que possuem uma importância vital para todo o ciclo econômico, sendo as que mais geram empregos, renda, estão envolvidas muitas vezes na vida de pequenas comunidades.<br />
Preservar e aprimorar este instrumento é uma questão de suma importância. No entanto, a lei nº 11.101/05, denominada Lei de Falência e Recuperação de Empresas, em vigor atualmente, precisa ser revista para aprimorar ainda mais este meio legal. Vale lembrar que a lei de 2005 substituiu a Lei de Falência e Concordata, de 1945.<br />
Ao acabar com a concordata e criar as figuras da <strong>recuperação judicial</strong> e extrajudicial, a lei aumentou a abrangência e a flexibilidade nos processos de recuperação de empresas, mediante o desenho de alternativas para o enfrentamento das dificuldades econômicas e financeiras da devedora.<br />
Há alguns pontos desta lei atual, no entanto, que limitam sua adoção. Por exemplo, a questão da alienação fiduciária. É o caso de uma empresa que adquiriu maquinários alienados em nome de um banco. O pedido de recuperação judicial não impede o credor de reaver esse maquinário. Com isso, a organização que já estava com dificuldade para continuar no mercado terá ainda menos condições enfrentando mais este obstáculo.<br />
Por isso, esperamos que avance a discussão no Congresso Nacional do projeto de lei envido pelo Executivo recentemente. O texto modifica as leis 11.101/2005 e 10.522/2002.<br />
Em linhas gerais, o projeto diz que a <strong>recuperação judicial</strong> e extrajudicial e a falência têm os objetivos de preservar e otimizar a utilização produtiva dos bens, dos ativos e dos recursos produtivos da empresa, incluídos aqueles considerados intangíveis.<br />
Objetiva ainda viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira de devedor viável, a fim de permitir a preservação da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos direitos dos credores.<br />
Também tem por finalidade fomentar o empreendedorismo, inclusive por meio da viabilização do retorno célere do empreendedor falido à atividade econômica; permitir a liquidação célere das empresas inviáveis com vistas à realocação eficiente de recursos na economia; e preservar e estimular o mercado de crédito atual e futuro.<br />
Vale destacar que o pedido de <strong>recuperação judicial</strong> deve ser feito com muito critério, orientado por profissionais experientes no tema, seguindo estritamente as determinações legais e depois de esgotadas possíveis alternativas para superar a crise. Feito isso, é só seguir o plano de recuperação estabelecido para, após o prazo determinado, prosseguir ainda mais fortalecido no negócio.<br />
&nbsp;<br />
<em><strong><a href="http://www.vsm.adv.br/advogados/">Weslen Vieira</a> (OAB/PR 55394/PR)</strong></em><br />
<em>Advogado e contador formado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na Comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em><br />
&nbsp;<br />
[addthis tool=&#8221;addthis_inline_share_toolbox&#8221;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/a-efetividade-da-recuperacao-judicial/">A efetividade da recuperação judicial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/a-efetividade-da-recuperacao-judicial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mediação na gestão de conflitos empresariais</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/312-2/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/312-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 14:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[mediação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=312</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empresa de sucesso não é aquela que não tem conflitos, mas a que melhor sabe gerenciá-los. O número de empresas com conflitos internos é expressivo. A<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/312-2/">Mediação na gestão de conflitos empresariais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa de sucesso não é aquela que não tem conflitos, mas a que melhor sabe gerenciá-los.<br />
O número de empresas com conflitos internos é expressivo. A maioria das empresas levam seus problemas para que o Judiciário resolva, entretanto, grande parte dos conflitos levam anos a serem solucionados e apenas uma parcela deles são resolvidos gerando contentamento entre as partes.<br />
Embora o Judiciário seja o órgão competente para solucionar conflitos jurídicos, existem soluções alternativas muito satisfatórias, econômicas e eficientes capazes de resolver problemas no contexto empresarial, para que não precisem, no âmbito do Judiciário, somar gastos e anos de espera.<br />
Apesar de um cenário pessimista no contexto econômico, problemas sociais e dificuldades reais que oneram e dificultam o crescimento exponencial das empresas, vivemos uma nova era na gestão de conflitos. Nesse post, em especial, falo da gestão de conflitos empresariais.<br />
A mediação empresarial já é bastante utilizada em outros países. Nos EUA, por exemplo, em pesquisa de 2011, 98% das 1.000 maiores empresas da Revista Fortune já utilizavam a mediação na solução de seus conflitos, alegando melhores resultados, além da economia de tempo e de dinheiro.<br />
Porém, no Brasil, pouquíssimas empresas se atentaram para essa nova mentalidade de solução de conflitos.<br />
Creio que certa resistência ocorra por desconhecimento do procedimento na prática, já que a positivação no Código de Processo Civil é relativamente recente (2015).<br />
Além, é claro, da eventual desconfiança quanto a sua efetividade e preocupação de alguns advogados de que o método possa reduzir honorários ou minimizar sua atuação.<br />
Precisamos romper com essa cultura beligerante e trabalhar cada vez mais em prol de uma nova mentalidade. Sejam de ordem cível, trabalhista ou outras áreas do direito, a mediação pode resolver conflitos de forma muito mais rápida e eficiente, o que no âmbito empresarial faz toda a diferença para que as empresas continuem a fomentar a economia e o crescimento da sociedade em geral.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.vsm.adv.br/advogados/"><strong>Karina Pereira Benhossi</strong></a><br />
OAB/PR nº. 62.686<br />
Karina Pereira Benhossi, advogada associada à Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados. Coach e Master Trainer em Programação Neurolinguística. Facilitadora em Mediação e gestão conflitos. Ministra palestras, cursos e treinamentos na área de desenvolvimento humano, planejamento e comunicação. Mestre em Ciências Jurídicas e Pós-Graduada em Direito Tributário e Gestão Tributária. Professora Adjunta do Curso de Direito da Faculdade SMG nas disciplinas de Direito Empresarial e Processo Civil.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/312-2/">Mediação na gestão de conflitos empresariais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/312-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita disponibiliza Resolução do Refis do Simples Nacional</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/300-2/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/300-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jun 2018 23:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia tributária]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[parcelamento]]></category>
		<category><![CDATA[prazo]]></category>
		<category><![CDATA[refis]]></category>
		<category><![CDATA[refis simples nacional]]></category>
		<category><![CDATA[simples]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
		<category><![CDATA[vsm]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=300</guid>

					<description><![CDATA[<p>Receita disponibiliza Resolução do parcelamento do Simples Nacional. Confira as condições para fazer adesão, cujo prazo final é 9 de julho. Vale ressaltar que este parcelamento<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/300-2/">Receita disponibiliza Resolução do Refis do Simples Nacional</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Receita disponibiliza Resolução do parcelamento do Simples Nacional. Confira as condições para fazer adesão, cujo prazo final é 9 de julho.<br />
Vale ressaltar que este parcelamento é uma ótima oportunidade para se colocar as contas em dia com o Fisco.<br />
A  adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN), o Refis, está prevista na Lei Complementar nº 162, de 6/4/2018, sendo regulamentado pelas <a href="http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=91582&amp;visao=anotado">Resoluções CGSN nº 138 (confira aqui) </a> e <a href="http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=91583&amp;visao=anotado">139 (acesse clicando aqui)</a>.<br />
<strong>Confira algumas das condições para a adesão do refis do simples nacional:</strong><br />
I – pagamento em espécie de, no mínimo, 5% do valor da dívida em até cinco parcelas. Já o restante, quando liquidado em parcela única, terá redução de 90% dos juros de mora e 70% das mulas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais. No caso de parcelamento, poderá ser feito em até 145 meses, tendo redução de 80% dos juros de mora, 50% das multas e 100% dos encargos. Quando parcelado em até 175 vezes, haverá redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.<br />
II – a resolução prevê a possibilidade de parcelamento dos débitos vencidos até a competência do mês de novembro de 2017.<br />
III &#8211; o valor de cada parcela mensal, por ocasião do pagamento, será acrescido de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir do mês subsequente ao da consolidação até o mês anterior ao do pagamento, e de 1% relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.<br />
IV &#8211; o pedido de parcelamento deferido importa confissão irretratável do débito, configura confissão extrajudicial e condiciona o sujeito passivo à aceitação plena e irretratável de todas as condições estabelecidas nesta Resolução.<br />
V &#8211; no parcelamento será observado o disposto nos arts. 45, 46, 47, 49, 50 e 51, no inciso III do art. 52 e no art. 54 da Resolução CGSN nº 94, de 2011.<br />
VI – a critério do MEI, poderão ser parcelados débitos não exigíveis, para fins da contagem da carência de que trata o § 15 do art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 2006.<br />
Em qualquer hipótese, o valor da parcela não poderá ser inferior a R$ 50,00.<br />
Portanto, quem se enquadra neste Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional e ainda não fez a sua adesão, deve ficar atento ao prazo de 9 de julho. Vale a pena quitar seus débitos tributários, com as reduções de juros e multas e ainda de forma parcelada, ficando em dia com o Fisco.<br />
<strong><em><a href="http://www.vsm.adv.br/advogados/">Weslen Vieira</a> (OAB/PR 55394/PR)</em></strong><br />
<em>Advogado e contador formado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/300-2/">Receita disponibiliza Resolução do Refis do Simples Nacional</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/300-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Planejamento societário: por que é tão importante para sua empresa?</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/planejamento-societario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 20:56:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[abertura de empresa]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento societário]]></category>
		<category><![CDATA[sócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=248</guid>

					<description><![CDATA[<p>O planejamento societário é indispensável para qualquer empresa que busca a prosperidade e vida longa. A maioria dos empreendimentos que tiveram início sem um bom planejamento,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/planejamento-societario/">Planejamento societário: por que é tão importante para sua empresa?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O planejamento societário é indispensável para qualquer empresa que busca a prosperidade e vida longa. A maioria dos empreendimentos que tiveram início sem um bom planejamento, e aí incluídos planejamento administrativo, planejamento financeiro, <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/8/tributrio.html">planejamento tributário</a>, planejamento gerencial, não sobreviveu por muito tempo. Conforme IBGE, 60% dos negócios não passam dos cinco anos de vida (confira pesquisa em <a href="https://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2016/09/14/de-cada-dez-empresas-seis-fecham-antes-de-completar-5-anos-aponta-ibge.htm">goo.gl/SvvwRM</a>).<br />
Esse planejamento consiste basicamente em elaborar documentos e procedimentos que servirão como guia para o negócio e para o relacionamento entre os sócios. Isso fará com que qualquer futura divergência não venha a ocasionar a dissolução do empreendimento ou mesmo causar-lhe grande prejuízo. É preciso, antes mesmo de iniciar o negócio, ter claramente desenhadas questões como direitos e deveres de cada sócio.<br />
Tendo isso claramente documentado, a energia e o foco dos sócios poderão ser direcionados totalmente à gestão profissional do negócio.<br />
Antes da abertura de empresa, portanto, é indispensável gastar um bom tempo e esforço no planejamento societário, que poderá ser o diferencial entre um negócio bem ou mal sucedido.<br />
&nbsp;<br />
<em>Diego Marchiotti</em><br />
<em>OAB/PR 55.891</em><br />
<em>Atende na matriz do escritório. Especialista em Direito Empresarial pela UEL (Universidade Estadual de Londrina), atuando principalmente nas frentes societárias, trabalhistas, patrimoniais e holding’s constituídas pelo escritório.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/planejamento-societario/">Planejamento societário: por que é tão importante para sua empresa?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Planejamento estratégico empresarial que faz a diferença</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/planejamento-estrategico-empresarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 12:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=227</guid>

					<description><![CDATA[<p>Karina Pereira Benhossi Planejamento estratégico empresarial pode fazer a diferença para o seu negócio. Ultimamente, o número de empresas que passam por dificuldades financeiras é significativo.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/planejamento-estrategico-empresarial/">Planejamento estratégico empresarial que faz a diferença</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13318"><em><strong>Karina Pereira Benhossi</strong></em></div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13320">Planejamento estratégico empresarial pode fazer a diferença para o seu negócio. Ultimamente, o número de empresas que passam por dificuldades financeiras é significativo. Muitas delas não sabem ao certo a origem do que as levaram ter suas finanças instáveis, outras acreditam que a crise econômica é o que as afetou, considerando as dificuldades que assolam o país.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13322">Contudo, considerando a imprescindibilidade do produto ou serviço oferecido no mercado, o problema pode estar aquém do cenário de crise econômica, sendo na maior parte das vezes responsável pela desordem financeira, questões internas de falta de organização e planejamento da própria empresa.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13324">Com muita frequência, empresas com produtos e serviços cogitados no mercado, são vítimas de problemas que as desestruturam fisicamente e financeiramente, mas as razões se justificam pela falta de gestão, capacitação, alinhamento de objetivos, planejamento estratégico, jurídico e financeiro do negócio.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13326">Toda empresa bem-sucedida prospera por algumas razões. Via de regra, por encontrarem uma estratégia eficiente de trabalho, um planejamento estratégico empresarial, valorizando seu produto ou serviço,  que as permitam não só se manterem numa boa posição no mercado, mas de fato crescerem desempenhando sua função social, gerando lucros e contribuindo para o crescimento da sociedade.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13328">Quando a empresa aprende essa “receita estratégica”, esse planejamento estratégico empresarial, tem-se uma orientação a ser seguida, clareza de objetivos e ações que levarão aos resultados esperados.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13330">Na ausência dessa “receita”, que se resume num bom planejamento, muito provavelmente a empresa não consegue observar erros e acertos, comportamentos coerentes ao negócio desenvolvido e consequentemente não identificam as eventuais soluções para restabelecer a prosperidade do negócio, que pode se desintegrar pela simples falta de alinhamento de propósitos e falta de uma gestão e planejamento jurídico, financeiro e estratégico.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13332">Uma empresa bem estruturada nesses pilares de organização, certamente tem subsídios para enfrentar e resolver qualquer problema que ameace sua lucratividade e prosperidade, além de poder continuamente crescer em todos os aspectos que a façam ser uma referência no mercado.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13243"></div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13334" dir="ltr"><em>Karina Pereira Benhossi, advogada (OAB/PR nº. 62.686) associada à Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados. Coach e Master Trainer em Programação Neurolinguística. Facilitadora em Mediação e gestão conflitos. Ministra palestras, cursos e treinamentos na área de desenvolvimento humano, planejamento e comunicação. Mestre em Ciências Jurídicas e Pós-Graduada em Direito Tributário e Gestão Tributária. Professora Adjunta do Curso de Direito da Faculdade SMG nas disciplinas de Direito Empresarial e Processo Civil. </em></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/planejamento-estrategico-empresarial/">Planejamento estratégico empresarial que faz a diferença</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novela do Refis do Simples Nacional deverá ter desfecho em fevereiro</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/novela-do-refis-do-simples-nacional-devera-ter-desfecho-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2018 20:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[débitos]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[prazo]]></category>
		<category><![CDATA[previdência]]></category>
		<category><![CDATA[refis]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<category><![CDATA[temer]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
		<category><![CDATA[veto]]></category>
		<category><![CDATA[weslen]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=216</guid>

					<description><![CDATA[<p>Advogado sugere que empresários aguardem definição sobre Refis do Simples Nacional &#160; Por Weslen Vieira Estávamos aguardando ansiosamente a aprovação da lei do Refis Nacional, que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/novela-do-refis-do-simples-nacional-devera-ter-desfecho-em-fevereiro/">Novela do Refis do Simples Nacional deverá ter desfecho em fevereiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Advogado sugere que empresários aguardem definição sobre Refis do Simples Nacional<br />
&nbsp;<br />
<strong>Por Weslen Vieira</strong><br />
Estávamos aguardando ansiosamente a aprovação da lei do Refis Nacional, que permitiria a todos os empresários enquadrados pagarem seus débitos em atraso com o Fisco com desconto de até 70%  nas multas e até 90% nos juros, mas infelizmente o projeto foi  vetado no último dia 5 de janeiro pelo presidente Michel Temer.<br />
O que especialistas da área política dizem é que tudo não passou de barganha do Governo, que estava sendo utilizada para pressionar a aprovação da Reforma da Previdência pelo Congresso Nacional, ou seja, uma matéria estava ligada à outra.<br />
Portanto, neste mês de fevereiro tivemos a definição sobre a Reforma da Previdência. Agora, aguardamos a definição sobre o Refis do Simples Nacional, que poderá sair em breve. Portanto, nossa dica aos empresários nesta situação é que aguardem até o final deste mês. Ao que tudo indica o Congresso deverá derrubar esse veto presidencial.<br />
<em><strong>Dr. Weslen Vieira</strong>, sócio da Vieira, Spinela e Marchiotti Advogados Associados, com sede em Maringá/PR.  Advogado e contador formado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/novela-do-refis-do-simples-nacional-devera-ter-desfecho-em-fevereiro/">Novela do Refis do Simples Nacional deverá ter desfecho em fevereiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
