<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos impostos - VSM Advogados</title>
	<atom:link href="https://www.vsm.adv.br/tag/impostos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/impostos/</link>
	<description>Advogados Associados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 Feb 2022 18:36:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.1.4</generator>

<image>
	<url>https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2020/06/favicon.ico</url>
	<title>Arquivos impostos - VSM Advogados</title>
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/impostos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O que são teses tributárias e como empresas podem reaver valores de impostos cobrados indevidamente?</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/teses-tributarias-como-reaver-impostos-cobrados-indevidamente/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/teses-tributarias-como-reaver-impostos-cobrados-indevidamente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 18:36:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[tese tributária]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vsm.adv.br/?p=22348</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todo empreendedor sabe que o Brasil possui um sistema tributário complexo, o que torna a prestação de contas ao Fisco uma tarefa difícil e custosa. São<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/teses-tributarias-como-reaver-impostos-cobrados-indevidamente/">O que são teses tributárias e como empresas podem reaver valores de impostos cobrados indevidamente?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Todo empreendedor sabe que o Brasil possui um sistema tributário complexo, o que torna a prestação de contas ao Fisco uma tarefa difícil e custosa. São mais 70 tipos de tributos, entre impostos, taxas e contribuições e mais de 750 normas editadas por dia.</p>



<p>Diante disso, surgem as teses tributárias, que são argumentos contrários à forma como o fisco interpretou e aplicou determinada norma. Sendo assim, os empresários têm de ficar atentos a essas teses, que podem ser utilizadas para reaver valores de determinados tributos cobrados indevidamente nos últimos cinco anos.</p>



<p>Ou seja, a partir do momento em que o contribuinte paga um tributo, mas não há clareza na lei da aplicação para a sua segmentação, é seu direito o questionamento à Receita.</p>



<p><strong>Para tornar o entendimento mais claro, citamos algumas teses recentes:</strong></p>



<p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS;</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inconstitucionalidade do adicional de 10% do FGTS;</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inconstitucionalidade das alíquotas de ICMS sobre energia elétrica e telecomunicações;</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não incidência do INSS sobre diversas verbas indenizatória da folha de salários.</p>



<p>Vale frisar que esse é um tema de suma importância para as empresas, uma vez que a correta tributação está ligada diretamente à saúde financeiras dos negócios. Afinal, no Brasil, em alguns setores os impostos e taxas podem representar quase 70% do lucro de uma organização.</p>



<p>Por isso, estar atento à legislação tributária, a todas as discussões, teses e jurisprudências deve fazer parte do dia de todo empresário.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/teses-tributarias-como-reaver-impostos-cobrados-indevidamente/">O que são teses tributárias e como empresas podem reaver valores de impostos cobrados indevidamente?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/teses-tributarias-como-reaver-impostos-cobrados-indevidamente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Devedor de ICMS pode oferecer imóvel como caução para obter certidão negativa</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/devedor-icms-imovel-caucao/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/devedor-icms-imovel-caucao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 20:21:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[direito trubutário]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel caução]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=496</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sabe-se que o recolhimento do ICMS (Imposto sobre circulação – compra e venda – e transporte de mercadorias) incide sobre as operações relativas à circulação de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/devedor-icms-imovel-caucao/">Devedor de ICMS pode oferecer imóvel como caução para obter certidão negativa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2019/02/SilviaFev-1024x675.jpg" alt="" class="wp-image-498"/></figure>


<p>Sabe-se que o recolhimento do ICMS (Imposto sobre circulação
– compra e venda – e transporte de mercadorias) incide sobre as operações
relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de
transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as
operações e as prestações se iniciem no exterior.</p>


<p>&nbsp;E, neste aspecto, se
a empresa contribuinte não recolhe o montante devido à título de ICMS, fica
impossibilitada de participar de licitações. Isto porque, para habilitar-se nos
procedimentos licitatórios, é necessário que a empresa apresente, entre outros
documentos, a Certidão Negativa de Débitos tributários. Além disso, o não
pagamento de ICMS obviamente, pode resultar em eventual ação judicial para
cobrar a dívida.&nbsp; </p>


<p>Não obstante, em decisão inovadora, o juiz de direito da 14ª
Vara de Fazenda Pública de São Paulo, José Eduardo Cordeiro Rocha (nos autos de
nº 1001759-56.2019.8.26.0053), determinou a expedição de Certidão Positiva com
efeito de Negativa relativa com relação aos débitos de Imposto sobre Circulação
de Mercadorias e Serviços de três postos de gasolina de São Carlos (SP) para
continuação de atividades empresariais regulares no ramo das licitações. </p>


<p>A dívida com o Fisco e a consequente ausência de Certidão
Negativa de Débito (ou Positiva com Efeito de Negativa) ocasionaram o
impedimento daquelas empresas em participar de licitações. Assim, diante da
urgente necessidade de expedição daquelas certidões, em sede de tutela
cautelar, aquelas empresas ofereceram um bem imóvel como caução a fim de
garantir a futura execução do débito.</p>


<p>No despacho, o magistrado afirma que a avaliação imobiliária
atesta que o valor de mercado do imóvel é de R$ 1,6 milhão e supera o valor
total dos débitos retratados nas respectivas Certidões de Dívida Ativa.
&#8220;Assim, a concessão da tutela será condicionada à prestação da caução
oferecida nestes autos que equivale à penhora do bem imóvel oferecido&#8221;,
conclui.</p>


<p>Ante o exposto, concluímos que é possível que empresas com
débitos tributários oriundos do não recolhimento do ICMS participem
regularmente de procedimentos licitatórios, desde que ofereçam um bem imóvel em
caução (e o valor do bem seja superior à dívida existente), obtendo assim a
competente Certidão Positiva com Efeitos de Negativa. </p>


<p><strong>Dra.
Silvia Salgueiro Pagadigorria</strong></p>


<p>OAB/PR 86.860</p>


<p>Advogada, cursou Direito Internacional Negocial na Universidade de Griffith &#8211; Gold Coast (2017-2018), pós-graduanda em Direito Empresarial Tributário na Pontifícia Universidade Católica &#8211; Maringá/PR. Na Vieira, Spinella &amp; Marchiotti atua nas áreas do Direito Bancário e Direito Tributário.  </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/devedor-icms-imovel-caucao/">Devedor de ICMS pode oferecer imóvel como caução para obter certidão negativa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/devedor-icms-imovel-caucao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Greve dos caminhoneiros: você sabe quanto pagamos de impostos sobre combustíveis?</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/292-2/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/292-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2018 22:44:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[greve caminhoneiros]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=292</guid>

					<description><![CDATA[<p>Greve dos caminhoneiros: você sabe quanto pagamos de impostos sobre combustíveis? A greve dos caminhoneiros praticamente parou o País nos últimos dias e trouxe à tona<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/292-2/">Greve dos caminhoneiros: você sabe quanto pagamos de impostos sobre combustíveis?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Greve dos caminhoneiros: você sabe quanto pagamos de impostos sobre combustíveis?</strong><br />
A greve dos caminhoneiros praticamente parou o País nos últimos dias e trouxe à tona uma importante discussão: o peso dos impostos na economia. O debate sobre a elevada carga tributária deixou os círculos econômicos para ser pautado pela sociedade. Na prática, o cidadão percebeu quanto o Estado custa caro aos bolsos de todos os contribuintes.<br />
No caso dos combustíveis, a tributação incide sobre quatro tributos. Temos a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Contribui%C3%A7%C3%B5es_de_Interven%C3%A7%C3%A3o_no_Dom%C3%ADnio_Econ%C3%B4mico">Contribuição Social de Intervenção no Domínio Econômico</a> (Cide), o PIS e a Cofins, cobrados pela União, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, arrecadado pelos Estados. Somados, elevam o custo de um litro de gasolina em quase 50%. Ou seja, quase metade do valor de um litro de gasolina no posto vai para financiar os cofres públicos.<br />
O peso maior, porém, vem do ICMS cobrado pelos Estados, cuja alíquota para a gasolina varia de 25% a 34%. Já para o diesel tem peso menor (12%); para no etanol, tem incidência de 30%.<br />
Em tese, o recurso arrecadado por meio da Cide é investido em estradas e rodovias que não são concedidas para a iniciativa privada. Esse imposto não incide sobre o etanol.<br />
Já o PIS e a Cofins têm como destinação financiar a seguridade social federal.<br />
A discussão mais importante desta história, além, é claro, da pesada carga tributária geral, é sobre quais produtos incidem tantos impostos. Os combustíveis, por exemplo, deveriam ter, se não uma isenção total, pelo menos uma carga menor, pois são importantes componentes da economia. Podemos dizer que são os motores da economia, do transporte à indústria, passando por diversos outros setores.<br />
Esta paralisação dos caminhoneiros, portanto, lança luz sobre um tema há muito debatido no Brasil, mas que não consegue avançar além dos círculos acadêmicos e econômicos. Mas neste ano, em que se realizam eleições no País, é fundamental que se discuta, que se avance neste tema. Afinal, qualquer programa de governo que não passe por uma reforma tributária, pela discussão sobre a alta carga tributária e suas distorções, com certeza não poderá ser levado a sério.<br />
&nbsp;<br />
<strong><em>Bruno Spinella de Almeida</em></strong><br />
<em>OAB/PR 55.597 e OAB/SP 383.632-S</em><br />
<em><a href="http://www.vsm.adv.br/advogados/">Bruno Spinella</a> – advogado, consultor e empresário. Graduado em Direito pela UEM, especializando em Direito Tributário pelo IDCC e pelo IBET. Membro do IDTM (Instituto de Direito Tributário de Maringá), da Comissão de Direito Tributário e de Recuperação Judicial da OAB Maringá. Sócio diretor da VSM Advogados Associados com atuação predominantemente nas áreas empresarial e tributária.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/292-2/">Greve dos caminhoneiros: você sabe quanto pagamos de impostos sobre combustíveis?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/292-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Refis para micro e pequenas empresas virá em breve: Temer trabalha para derrubar veto</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/refis-para-micro-e-pequenas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 18:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[débitos]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[refis]]></category>
		<category><![CDATA[refis micro e pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=261</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após momentos angustiantes de milhares de micro e pequenos empresários de todo o Brasil sobre o dilema de termos ou não a aprovação do Refis para<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/refis-para-micro-e-pequenas-empresas/">Refis para micro e pequenas empresas virá em breve: Temer trabalha para derrubar veto</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após momentos angustiantes de milhares de micro e pequenos empresários de todo o Brasil sobre o dilema de termos ou não a aprovação do Refis para as Micros e Pequenas empresas ainda no ano de 2018, finalmente temos boas notícias advindas diretamente do presidente Michel Temer. A boa notícia é que o Refis das micro e pequenas empresas poderá passar a vigorar em breve. O presidente Michel Temer garantiu que irá patrocinar a derrubada do seu próprio veto esse programa de refinanciamento de débitos tributários. Mais de 600 mil empresas aguardam o Refis, desde o ano passado, quando foi aprovado pelo Congresso Nacional. Juntas, devem R$ 20 bilhões.<br />
&nbsp;<br />
A garantia do presidente foi dada na sexta-feira, 23/03, durante uma inauguração no Nordeste. Temer afirmou que todos os estudos estão prontos e que, agora, ele e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, podem “patrocinar a queda do veto”, que será analisado pelo Congresso.<br />
&nbsp;<br />
“Esta é uma ótima notícia para estas empresas que precisam regularizar a sua situação tributária. Aguardávamos isso desde o ano passado, quando o presidente vetou a proposta enviada pelo próprio Governo ao Congresso, mas deixou aberta a possibilidade de revisar o tema neste ano”, comenta o advogado Weslen Vieira, da Advocacia VSM – <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/5/empresarial.html">Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados</a>, que atua nas áreas do <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/5/empresarial.html">Direito Empresarial </a>e <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/8/tributrio.html">Direito Tributário</a>.<br />
&nbsp;<br />
“Conforme já alertamos em outras oportunidades, as empresas que se enquadram neste Refis devem aguardar a conclusão dessa discussão, buscando regularização sua situação assim que passar a vigorar esse programa, que traz inúmeros benefícios para micro e pequenas empresas”, acrescenta.<br />
&nbsp;<br />
Weslen Vieira explica que o projeto aprovado pelo Congresso concede descontos de juros, multas e encargos com o objetivo de facilitar e parcelar o pagamento dos débitos de empresas de pequeno porte, desde que 5% do valor total seja pago em espécie, sem desconto, em até cinco parcelas mensais. O restante da dívida poderia ser pago em até 15 anos. A adesão incluía débitos vencidos até novembro de 2017.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/refis-para-micro-e-pequenas-empresas/">Refis para micro e pequenas empresas virá em breve: Temer trabalha para derrubar veto</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
