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	<title>Arquivos negócios - VSM Advogados</title>
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	<title>Arquivos negócios - VSM Advogados</title>
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		<title>Sucessão empresarial:  requisitos que podem configurar continuidade do negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2019 22:43:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2019/12/sucessão-empresarial-1-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-8371"/><figcaption>Advogado Weslen Vieira: sucessão empresarial </figcaption></figure>


<p>Sucessão
empresarial. Este é um termo jurídico muito comum no mundo dos negócios,
tratando-se de uma transação corriqueira, mas que pode gerar muita dor de
cabeça, caso não seja feita da forma correta.</p>


<p>A
sucessão empresarial nada mais é que responsabilizar outra pessoa jurídica,
outra empresa, por dívidas de uma anterior que gerou esses débitos. </p>


<p><strong><em>Veja o que diz o Código Civil:</em></strong> </p>


<p>“Art.
1.146. O adquirente do estabelecimento responde pelo pagamento dos débitos
anteriores à transferência, desde que regularmente contabilizados, continuando
o devedor primitivo solidariamente obrigado pelo prazo de um ano, a partir,
quanto aos créditos vencidos, da publicação, e, quanto aos outros, da data do
vencimento.” </p>


<p>A
teoria da sucessão vai ao encontro da ideia de que toda empresa tem um capital,
uma clientela fixa, um ponto, equipamentos, maquinários. E quando essa empresa
fecha por insolvência, ou por não haver recursos para pagar suas contas, se
alguma outra se valer de qualquer desses requisitos, passa a responder por
estas dívidas. E muitos empresários não se atentam a isso. </p>


<p><strong>Situações que podem configurar sucessão</strong></p>


<p>Há
inúmeras situações que podem configurar sucessão. Por exemplo, passar o negócio
para o nome de alguém com grau de parentesco, pode configurar simulação perante
a Receita Federal.</p>


<p><strong>Ponto comercial</strong></p>


<p>Outra
situação que pode gerar sucessão é a aquisição de ponto comercial ou mesmo
somente o fato de continuar um negócio no mesmo ramo do anterior, o que pode
levar o empresário a responder por dívidas, caso existam, da empresa que
funcionou anteriormente no mesmo endereço. Há muita discussão nesse sentido nos
tribunais.&nbsp; </p>


<p><strong>Marca</strong></p>


<p>Outra
questão bastante interessante diz respeito a marcas. Às vezes somente pelo fato
de utilizar uma marca de outra empresa, se configura sucessão. E isso acontece
muito com associações que “emprestam” sua marca. </p>


<p><strong>Dica importante</strong></p>


<p>Se,
você, que é empresário, nunca viveu a situação de “herdar” uma dívida que não é
sua, fique atento. Antes de abrir um CNPJ, avalie se não há qualquer requisito
que possa configurar sucessão.</p>


<p><strong>Dr. Weslen Vieira</strong></p>


<p>OAB/PR 55394</p>


<p><em>Advogado e contador, sócio da Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti,
com sede em Maringá/PR. Pós-Graduado em Direito Tributário pelo IBET (Instituto
Brasileiro de Direito Tributário), Especialista em Controladoria pela
Universidade Estadual de Maringá, possui MBA em Finanças pelo Unicesumar,
Mestrando em Direito da Personalidade. É docente da disciplina de Direito
Tributário e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de
direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas de
Direito Empresarial e Tributário, além de treinamentos, cursos e palestras. É
diretor jurídico da Associação Nacional das Micro e Pequenas Empresas.</em></p>
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		<title>Reforma tributária: finalmente começa a sair do discurso e do papel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 22:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2019/07/ReformaTributária2019-1024x683.jpg" alt="Reforma Tributária: como vai impactar seu negócio" class="wp-image-7233"/><figcaption>Reforma Tributária e seus impactos</figcaption></figure>


<p>O Governo Federal decidiu que enviará ao Congresso Nacional uma reforma tributária fatiada, em etapas. A ideia é, ao final, tornar mais simples o sistema tributário brasileiro, hoje um dos mais complexos do mundo.</p>


<p>Esta é, portanto, uma boa notícia para o setor empresarial, que espera há muitos anos por mudanças no sistema de cobrança de impostos. Se por um lado um dos principais anseios era a redução da carga tributária, que hoje passa de 35%, e que não ocorrerá por ora, pelo menos teremos avanço na simplificação.</p>


<p>E esta simplificação já é mais que bem-vinda, uma vez que tornará o pagamento de tributos mais transparente e simples, reduzindo inclusive tempo e dinheiro das empresas no momento de prestar contas ao Fisco.</p>


<p><strong>IMPOSTO ÚNICO</strong></p>


<p>Conforme anunciou o Ministério da Economia, nesta primeira fase o governo deverá enviar ao Legislativo um projeto de lei que unifica o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento de Seguridade Social (Cofins), incidentes sobre produtos e serviços, o que deverá ocorrer até no final deste mês de novembro.</p>


<p>Esta alteração deverá resultar em um imposto único com carga entre 11% e 12%, modelo hoje adotado por cerca de 180 países.</p>


<p>Para o início do ano que vem será concluída uma proposta de mudanças no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que passará a existir como tributo seletivo sobre certos bens.</p>


<p><strong>MUDANÇAS NO IMPOSTO DE RENDA</strong></p>


<p>Já a fase seguinte vai se centrar no Imposto de Renda de pessoas físicas, com aumento da faixa de isenção, e alteração no tributo para pessoas jurídicas, com nova alíquota para os mais ricos.</p>


<p>A etapa final, em meados do ano que vem, será dedicada à desoneração da folha de salários das empresas. Aqui sim uma mudança concreta para garantir mais contratações.</p>


<p>Em todas as falas da equipe econômica fica claro que haverá sim simplificação, o que é bem-vindo, porém a carga tributária continuará elevada. Há sinais, no entanto, de que isso poderá ser revisto com a retomada do crescimento econômico.</p>


<p><strong>FÓRMULA PARA REDUZIR CARGA TRIBUTÁRIA</strong></p>


<p>Acreditamos que este é o momento, inclusive, de mobilização das entidades que representam o setor produtivo, no sentido de atuar junto ao Congresso Nacional na proposição de uma fórmula que vá, ano após ano, reduzindo a carga tributária, até chegar a um percentual minimamente aceitável.</p>


<p>E isso poderá ser atrelado, por exemplo, a um programa de melhor gestão da arrecadação, combate a corrupção e desvio de dinheiro, de evasão fiscal e sonegação. Ou seja, fecha-se a torneira do desvio de recursos públicos, tornando a gestão pública como um todo mais eficiente, e por outro lado, reduz-se a carga sobre as empresas que atuam estritamente na legalidade, reduzindo o Custo Brasil por meio da eficiência.</p>


<p>Concluindo, ao que tudo indica, a reforma começa a andar para valer. Somente este fato já pode ser comemorado pelo setor produtivo, que não aguenta mais esse sistema atual, que é complicado e burocrático. Agora, torcemos para que as mudanças sejam para melhor.</p>


<p><strong>Dr. Weslen Vieira</strong></p>


<p>OAB/PR 55394</p>


<p><em>Advogado e contador, sócio da Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti, com sede em Maringá/PR. Pós-Graduado em Direito Tributário pelo IBET (Instituto Brasileiro de Direito Tributário), Especialista em Controladoria pela Universidade Estadual de Maringá, possui MBA em Finanças pelo Unicesumar, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente da disciplina de Direito Tributário e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas de Direito Empresarial e Tributário, além de treinamentos, cursos e palestras. É diretor jurídico da Associação Nacional das Micro e Pequenas Empresas.</em></p>
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		<title>O que esperar de 2020 na economia e nos negócios?</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/o-que-esperar-de-2020-na-economia-e-nos-negocios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 19:30:05 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2019/11/weslen-post.jpg" alt="Dr. Weslen Vieira: o que esperar da economia em 2020?" class="wp-image-8357"/><figcaption>Dr. Weslen Vieira: o que esperar da economia em 2020?</figcaption></figure>


<p>Após a
economia brasileira patinar por mais de cinco anos, finalmente o setor empresarial
está enxergando a luz no fim do túnel. Pode ainda não ser tão forte, mas os
indícios são muito positivos e animadores.</p>


<p><strong>O que esperar de 2020, então?</strong></p>


<p>Esta é uma
pergunta importante que todos os empreendedores devem fazer, sobretudo com a
aproximação do final do ano, época oportuna para sentar e preparar o
planejamento para 2020. </p>


<p>E como todo
bom gestor sabe, para planejar é preciso ter cenários mais claros. Afinal, o
ambiente externo influencia – e muito – todos os negócios.</p>


<p>Vamos, então,
a alguns desses cenários. </p>


<ul><li><strong>1) Reforma tributária</strong></li></ul>


<p>Há diversos
pontos de unanimidade em relação a reforma tributária. A primeira e mais importante
é a sua urgência. De cada 10 empresários com os quais conversamos, 10 são favoráveis
à simplificação tributária. Isso é ponto pacífico. </p>


<p>A segunda unanimidade
é que esta reforma deverá ser aprovada ano que vem. E muitos são os indícios
que apontam para isso. A classe política está convencida da importância de uma
nova legislação, os representantes de todas as entidades do setor produtivo
apoiam e pressionam para isso. Portanto, tem tudo para passar pelo Congresso.</p>


<p>O terceiro
ponto importante é que teremos simplificação de legislação tributária, com a
redução do número de impostos, embora não sabemos ainda em que medida. Isso por
si só já vale a mudança. Afinal, desburocratizar é uma urgência e fonte de
economia e incentivo aos negócios. </p>


<ul><li><strong>2) Incentivo ao empreendedorismo</strong></li></ul>


<p>O Brasil sempre
foi considerado muito hostil à livre iniciativa, se comparado a outros países,
não somente os desenvolvidos, como os Estados Unidos, mas até nossos vizinhos
Paraguai e Chile, por exemplo.</p>


<p>Neste ano,
porém, iniciou-se um processo de mudanças positivo por aqui. Primeiro foi o
pacote de medidas denominado “Liberdade Econômica”.</p>


<p>Agora teremos
o pacote, que será anunciado nos próximos dias pelo ministro Paulo Guedes, que
deve promover alterações importantes nesta linha de incentivo à livre
iniciativa. </p>


<p>E, como
estamos pensando em 2020, tudo o que está acontecendo nesta reta final de ano
deverá transformar-se em resultados concretos nas empresas no próximo ano. </p>


<ul><li><strong>3) Reforma administrativa</strong></li></ul>


<p>Outra
unanimidade em nosso país, sobretudo no setor produtivo, diz respeito ao peso
da máquina pública. O estado brasileiro custa muito caro – e dá pouco retorno
em termos de serviços de qualidade.</p>


<p>Nesse
sentido, é extremamente bem-vinda a reforma administrativa. Uma proposta neste
sentido deverá ser apresentada em breve pelo Governo, mas, como já citamos, isso
só caminhará de fato em 2020.</p>


<ul><li><strong>4) Novo pacto federativo</strong></li></ul>


<p>Discutir um
novo pacto federativo, com melhor distribuição de atribuições e divisão de
recursos entre a União, estados e municípios é mais que necessário. E se não
caminhou até agora foi pela falta de construção de uma unanimidade mínima entre
todos os envolvidos. Afinal, ninguém quer perder receita. </p>


<p>Essa
redistribuição de recursos, dando mais autonomia a estados e municípios, deve impactar
positivamente na economia, portanto, nas empresas. </p>


<p>Estas propostas
consideradas mais macro, tornando-se realidade, com certeza puxam outras
mudanças mais setoriais. E tudo isso melhora o ambiente, dá mais confiança,
gera mais negócios.</p>


<p>Em resumo, a
dica ao setor empresarial é clara: prepare seu planejamento de final de ano,
com vistas a 2020, com prudência e razoabilidade, mas sem esquecer uma pitada
de otimismo. Há muitos indícios de bons ventos vindo aí. &nbsp;</p>


<p><strong>Dr. Weslen Vieira</strong></p>


<p>OAB/PR
55394</p>


<p><em>Advogado e contador, sócio da Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti, com sede em Maringá/PR. Pós-Graduado em Direito Tributário pelo IBET (Instituto Brasileiro de Direito Tributário), Especialista em Controladoria pela Universidade Estadual de Maringá, possui MBA em Finanças pelo Unicesumar, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente da disciplina de Direito Tributário e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas de Direito Empresarial e Tributário, além de treinamentos, cursos e palestras. É diretor jurídico da Associação Nacional das Micro e Pequenas Empresas. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Planejamento estratégico: confira 3 fatores de sucesso empresarial</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/planejamento-estrategico-tres-fatores-sucesso-empresarial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jan 2019 12:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento estratégico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que algumas empresas têm sucesso e outras não? Essa é uma pergunta não tão simples de responder, afinal, existe uma série de fatores que influenciam<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-319 size-full" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2018/06/Karina-1.png" alt="" width="2001" height="1334" /><br />
Por que algumas empresas têm sucesso e outras não? Essa é uma pergunta não tão simples de responder, afinal, existe uma série de fatores que influenciam no sucesso de uma empresa. Mas há pelo menos três aspectos primordiais que certamente fazem a diferença para o sucesso empresarial: clareza de metas, alinhamento e <strong>planejamento estratégico</strong>.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Tenha clareza de suas metas</strong><br />
Empresas que não sabem com total clareza qual o seu produto ou serviço, qual seu público ou clientes e no que elas contribuem para a sociedade, definitivamente terão problemas pra gerar resultados com constância e eficiência.<br />
E a razão é a dificuldade de fazer um planejamento estratégico, uma vez que não se sabe ao certo o que se busca.<br />
Como então dedicar esforços, empenho, foco e energia se o caminho não é claro?<br />
&nbsp;<br />
<strong>Alinhamento de toda a equipe</strong><br />
Além disso, empresários e colaboradores precisam estar alinhados com a missão da empresa. Vivê-la verdadeiramente, torna a jornada apaixonante, o que permite uma atuação com empenho e real protagonismo na contribuição social que cada empresa gera, por meio do papel desempenhado por todos que nela atuam.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Planejamento estratégico é fundamental</strong><br />
E somado a esses aspectos, o terceiro fator de sucesso de toda empresa é o <strong>planejamento estratégico</strong>. Porém, é necessário que o planejamento seja congruente com a missão e o propósito da empresa, que as ações pensadas sejam possíveis de serem executadas e que de fato instiguem cada um a desempenharem o melhor de suas competências em prol da realização dos objetivos.<br />
Uma empresa não se resume a um CNPJ. E o sucesso, vai muito além de um faturamento expressivo. Quando se reconhece o propósito por trás das ações bem planejadas e executadas, fica evidente o que diferencia empresas de sucesso. E assim como pessoas necessitam investir em si mesmas para seu progresso e evolução, é também com cada empresa, que se renova e que prospera a cada novo conhecimento adquirido e cada resultado vivenciado e compartilhado. Planejar é inspirar, motivar e realizar! Um feliz 2019 de muita clareza e <strong>planejamento</strong>!<br />
&nbsp;<br />
<strong><em>Dra. Karina Pereira Benhossi</em></strong><br />
<em>OAB/PR nº. 62.686</em><br />
<em>Karina Pereira Benhossi, advogada associada à Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados. Coach e Master Trainer em Programação Neurolinguística. Facilitadora em Mediação e gestão conflitos. Ministra palestras, cursos e treinamentos na área de desenvolvimento humano, planejamento e comunicação. Mestre em Ciências Jurídicas e Pós-Graduada em Direito Tributário e Gestão Tributária. Professora Adjunta do Curso de Direito da Faculdade SMG nas disciplinas de Direito Empresarial e Processo Civil. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A efetividade da recuperação judicial</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/a-efetividade-da-recuperacao-judicial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 14:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[falência]]></category>
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		<category><![CDATA[recuperação judicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Weslen Vieira A crise financeira que levou o Brasil a um retrocesso de anos trouxe à discussão a importância de um instrumento que vem sendo cada<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Weslen Vieira</strong></em><br />
A crise financeira que levou o Brasil a um retrocesso de anos trouxe à discussão a importância de um instrumento que vem sendo cada vez mais utilizado por empresas que enfrentam dificuldade para atravessar momentos econômicos conturbados e crises internas.<br />
Trata-se da lei de <a href="http://blog.vsm.adv.br/recuperacao-judicial-e-instrumento-legal/"><strong>recuperação judicial</strong></a>, que pode ser um remédio amargo, porém o único capaz de auxiliar muitas organizações a continuarem em operação, mesmo quando caem as receitas, ficam sem capital de giro, portanto impossibilitadas de continuarem honrando compromissos com credores, principalmente bancos e fornecedores.<br />
Nesta situação, só há duas saídas: decretar falência ou buscar um instrumento de renegociação para manter-se em operação. E foi o que fizeram centenas de empresas nestes últimos anos.<br />
Dados deste mês de julho da Boa Vista SCPC aponta que o pedido de <strong>recuperação judicial</strong> aumentou 21,2% no primeiro semestre de 2018 em comparação com o mesmo período do ano passado.<br />
Vale ressaltar que 92% dos pedidos de <strong>recuperação judicial</strong> tiveram origem em empresas de pequeno porte, ou seja, exatamente aquelas que possuem uma importância vital para todo o ciclo econômico, sendo as que mais geram empregos, renda, estão envolvidas muitas vezes na vida de pequenas comunidades.<br />
Preservar e aprimorar este instrumento é uma questão de suma importância. No entanto, a lei nº 11.101/05, denominada Lei de Falência e Recuperação de Empresas, em vigor atualmente, precisa ser revista para aprimorar ainda mais este meio legal. Vale lembrar que a lei de 2005 substituiu a Lei de Falência e Concordata, de 1945.<br />
Ao acabar com a concordata e criar as figuras da <strong>recuperação judicial</strong> e extrajudicial, a lei aumentou a abrangência e a flexibilidade nos processos de recuperação de empresas, mediante o desenho de alternativas para o enfrentamento das dificuldades econômicas e financeiras da devedora.<br />
Há alguns pontos desta lei atual, no entanto, que limitam sua adoção. Por exemplo, a questão da alienação fiduciária. É o caso de uma empresa que adquiriu maquinários alienados em nome de um banco. O pedido de recuperação judicial não impede o credor de reaver esse maquinário. Com isso, a organização que já estava com dificuldade para continuar no mercado terá ainda menos condições enfrentando mais este obstáculo.<br />
Por isso, esperamos que avance a discussão no Congresso Nacional do projeto de lei envido pelo Executivo recentemente. O texto modifica as leis 11.101/2005 e 10.522/2002.<br />
Em linhas gerais, o projeto diz que a <strong>recuperação judicial</strong> e extrajudicial e a falência têm os objetivos de preservar e otimizar a utilização produtiva dos bens, dos ativos e dos recursos produtivos da empresa, incluídos aqueles considerados intangíveis.<br />
Objetiva ainda viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira de devedor viável, a fim de permitir a preservação da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos direitos dos credores.<br />
Também tem por finalidade fomentar o empreendedorismo, inclusive por meio da viabilização do retorno célere do empreendedor falido à atividade econômica; permitir a liquidação célere das empresas inviáveis com vistas à realocação eficiente de recursos na economia; e preservar e estimular o mercado de crédito atual e futuro.<br />
Vale destacar que o pedido de <strong>recuperação judicial</strong> deve ser feito com muito critério, orientado por profissionais experientes no tema, seguindo estritamente as determinações legais e depois de esgotadas possíveis alternativas para superar a crise. Feito isso, é só seguir o plano de recuperação estabelecido para, após o prazo determinado, prosseguir ainda mais fortalecido no negócio.<br />
&nbsp;<br />
<em><strong><a href="http://www.vsm.adv.br/advogados/">Weslen Vieira</a> (OAB/PR 55394/PR)</strong></em><br />
<em>Advogado e contador formado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na Comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em><br />
&nbsp;<br />
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		<title>Refis para micro e pequenas empresas virá em breve: Temer trabalha para derrubar veto</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/refis-para-micro-e-pequenas-empresas/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 18:33:47 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após momentos angustiantes de milhares de micro e pequenos empresários de todo o Brasil sobre o dilema de termos ou não a aprovação do Refis para as Micros e Pequenas empresas ainda no ano de 2018, finalmente temos boas notícias advindas diretamente do presidente Michel Temer. A boa notícia é que o Refis das micro e pequenas empresas poderá passar a vigorar em breve. O presidente Michel Temer garantiu que irá patrocinar a derrubada do seu próprio veto esse programa de refinanciamento de débitos tributários. Mais de 600 mil empresas aguardam o Refis, desde o ano passado, quando foi aprovado pelo Congresso Nacional. Juntas, devem R$ 20 bilhões.<br />
&nbsp;<br />
A garantia do presidente foi dada na sexta-feira, 23/03, durante uma inauguração no Nordeste. Temer afirmou que todos os estudos estão prontos e que, agora, ele e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, podem “patrocinar a queda do veto”, que será analisado pelo Congresso.<br />
&nbsp;<br />
“Esta é uma ótima notícia para estas empresas que precisam regularizar a sua situação tributária. Aguardávamos isso desde o ano passado, quando o presidente vetou a proposta enviada pelo próprio Governo ao Congresso, mas deixou aberta a possibilidade de revisar o tema neste ano”, comenta o advogado Weslen Vieira, da Advocacia VSM – <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/5/empresarial.html">Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados</a>, que atua nas áreas do <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/5/empresarial.html">Direito Empresarial </a>e <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/8/tributrio.html">Direito Tributário</a>.<br />
&nbsp;<br />
“Conforme já alertamos em outras oportunidades, as empresas que se enquadram neste Refis devem aguardar a conclusão dessa discussão, buscando regularização sua situação assim que passar a vigorar esse programa, que traz inúmeros benefícios para micro e pequenas empresas”, acrescenta.<br />
&nbsp;<br />
Weslen Vieira explica que o projeto aprovado pelo Congresso concede descontos de juros, multas e encargos com o objetivo de facilitar e parcelar o pagamento dos débitos de empresas de pequeno porte, desde que 5% do valor total seja pago em espécie, sem desconto, em até cinco parcelas mensais. O restante da dívida poderia ser pago em até 15 anos. A adesão incluía débitos vencidos até novembro de 2017.</p>
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		<title>Planejamento estratégico empresarial que faz a diferença</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/planejamento-estrategico-empresarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 12:35:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Karina Pereira Benhossi Planejamento estratégico empresarial pode fazer a diferença para o seu negócio. Ultimamente, o número de empresas que passam por dificuldades financeiras é significativo.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13318"><em><strong>Karina Pereira Benhossi</strong></em></div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13320">Planejamento estratégico empresarial pode fazer a diferença para o seu negócio. Ultimamente, o número de empresas que passam por dificuldades financeiras é significativo. Muitas delas não sabem ao certo a origem do que as levaram ter suas finanças instáveis, outras acreditam que a crise econômica é o que as afetou, considerando as dificuldades que assolam o país.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13322">Contudo, considerando a imprescindibilidade do produto ou serviço oferecido no mercado, o problema pode estar aquém do cenário de crise econômica, sendo na maior parte das vezes responsável pela desordem financeira, questões internas de falta de organização e planejamento da própria empresa.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13324">Com muita frequência, empresas com produtos e serviços cogitados no mercado, são vítimas de problemas que as desestruturam fisicamente e financeiramente, mas as razões se justificam pela falta de gestão, capacitação, alinhamento de objetivos, planejamento estratégico, jurídico e financeiro do negócio.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13326">Toda empresa bem-sucedida prospera por algumas razões. Via de regra, por encontrarem uma estratégia eficiente de trabalho, um planejamento estratégico empresarial, valorizando seu produto ou serviço,  que as permitam não só se manterem numa boa posição no mercado, mas de fato crescerem desempenhando sua função social, gerando lucros e contribuindo para o crescimento da sociedade.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13328">Quando a empresa aprende essa “receita estratégica”, esse planejamento estratégico empresarial, tem-se uma orientação a ser seguida, clareza de objetivos e ações que levarão aos resultados esperados.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13330">Na ausência dessa “receita”, que se resume num bom planejamento, muito provavelmente a empresa não consegue observar erros e acertos, comportamentos coerentes ao negócio desenvolvido e consequentemente não identificam as eventuais soluções para restabelecer a prosperidade do negócio, que pode se desintegrar pela simples falta de alinhamento de propósitos e falta de uma gestão e planejamento jurídico, financeiro e estratégico.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13332">Uma empresa bem estruturada nesses pilares de organização, certamente tem subsídios para enfrentar e resolver qualquer problema que ameace sua lucratividade e prosperidade, além de poder continuamente crescer em todos os aspectos que a façam ser uma referência no mercado.</div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13243"></div>
<div id="yiv4773553271yui_3_16_0_ym19_1_1519060687323_13334" dir="ltr"><em>Karina Pereira Benhossi, advogada (OAB/PR nº. 62.686) associada à Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados. Coach e Master Trainer em Programação Neurolinguística. Facilitadora em Mediação e gestão conflitos. Ministra palestras, cursos e treinamentos na área de desenvolvimento humano, planejamento e comunicação. Mestre em Ciências Jurídicas e Pós-Graduada em Direito Tributário e Gestão Tributária. Professora Adjunta do Curso de Direito da Faculdade SMG nas disciplinas de Direito Empresarial e Processo Civil. </em></div>
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		<title>Recuperação Judicial como instrumento necessário para preservação da empresa em crise econômico-financeira</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/recuperacao-judicial-como-instrumento-necessario-para-preservacao-da-empresa-em-crise-economico-financeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 12:37:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> As empresas representam um dos principais pilares econômico, financeiro e social, por gerar inúmeros postos de empregos diretos e um múltiplo muito superior de empregos indiretos;<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14880"></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14884"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14885"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14886"> As empresas representam um dos principais pilares econômico, financeiro e social, por gerar inúmeros postos de empregos diretos e um múltiplo muito superior de empregos indiretos; de fornecimento de produtos e serviços em geral; de receitas tributárias; além de favorecer a livre concorrência, contribuindo ao crescimento e ao desenvolvimento do País, dentre outras diversas atribuições.</span></span></div>
<div></div>
<div><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14889">A exposição genérica de todos os aspectos da empresa concebe um organismo e, como tal, é capaz de experimentar crises de diversas propensões, uma vez que nenhum organismo está totalmente isento de momentos críticos. Não há qualquer linearidade.</span></div>
<div></div>
<div><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14889"> Esses períodos de instabilidade se alternam com altos e baixos. Uns sofrem mais, com crises mais profundas e prolongadas, enquanto os outros sofrem menos, com crises transitórias e superficiais.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14891"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14892">As empresas, em alguns casos, são concebidas portando moléstias de que se martirizarão, como, por exemplo, a escolha do tipo societário inapropriado; a estruturação administrativa diminuta; a avaliação imprópria do capital social; e a obsolescência do objeto social eleito pela sociedade empresária ou empresário individual. Nos demais casos, os malefícios advêm de causas supervenientes, tais como as restrições de crédito bancário; as prioridades contrárias decorrentes da política econômica nacional; majoração da taxa de juros; crise de abastecimento, entre outros.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14894"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14895"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14896">Determinadas situações em que as despesas financeiras apontam para a fragilidade do fluxo de caixa, a urgência de financiar o capital de giro tem alto custo para a empresa em todos os sentidos, tendo em vista que o mercado financeiro se beneficia da inexperiência dos administradores, obrigando créditos e financiamentos que não convém ao perfil da atividade empresarial, determinando tarifas e taxas que excedem o rendimento da atividade da empresa.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14898"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14899"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14900">De modo paralelo, a empresa que se devasta por restrições creditícias não goza mais da mesma credibilidade junto aos seus fornecedores, dando início, assim, a uma relação comercial centralizada em poucos fornecedores, os quais, por figurar numa situação favorável, impõem preços e condições que comprometem o lucro, tornando-se penoso resguardar a regularidade da empresa se não for interpelada essa sucessão de malogros e revertida a expectativa do mercado.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14902"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14903">É fato que, independentemente do rudimento, algumas crises colocam em risco sobremaneira a atividade econômica do empresário, podendo, inclusive, atingir graus de afetação passíveis de paralisar completamente o organismo empresarial.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14905"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14906">Daí surgiu a necessidade de uma legislação adequada, visando oportunizar e prescindir esta situação inteiramente indesejada, impedindo, assim, o encerramento das atividades empresarias que, uma vez mais, tanto contribui com a sociedade de uma forma geral.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14908"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14909">Referida legislação surgiu com a edição da nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas, avanço trazido pela Lei № 11.101 de 9 de fevereiro de 2005, em substituição ao instituto da concordata no país, previsto no Decreto-Lei 7.661 de 1945, inserindo no ordenamento jurídico brasileiro a recuperação judicial de empresa como mecanismo mais moderno no combate à crise empresarial.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14911"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14912">Trata-se de um benefício legal à disposição do empresário individual e da sociedade empresária que busca viabilizar a reestruturação da empresa em crise, tendo em vista que nem sempre as soluções existentes no mercado são aptas a auxiliá-la na superação desse mal momento.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14914"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14915"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14916">Embora jovem, a lei de recuperação judicial traduz um momento de grande evolução no ordenamento jurídico brasileiro, estimulando algumas soluções de mercado como proposta de superação da crise econômico-financeira da empresa.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14918"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14919"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14920">Isso porque o mercado, obviamente, não se interessa pela manutenção de empresas inadimplentes e mal administradas pela sociedade empresária ou empresário individual, uma vez que para elas está assegurado o instituto falimentar, com a consequente liquidação dos ativos, o pagamento do passivo e a extinção da empresa no mundo jurídico e econômico.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14922"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14923"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14924">As soluções para as crises empresariais dependem muito da perspectiva segundo a qual essas crises são abordadas, tornando a recuperação judicial uma opção a ser considerada pelo empresário após o esgotamento de algumas opções iniciais, que vão desde redução de custos até graves decisões que podem chegar à confissão de insolvência.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14926"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14927"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14928">O encerramento da atividade empresarial produz seríssimas consequências no seio social, tais como: perda de empregos e da renda; diminuição na arrecadação de tributos; rompimento da cadeia produtiva; diminuição da concorrência; concentração de mercado; e aumento dos preços praticados na sociedade de consumo.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14930"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14931">Contrário ao caráter liquidatório da falência e, até mesmo, como precaução desse remédio extremado, a recuperação judicial constitui uma importante inovação jurídica que possibilita a tentativa de solução construtiva para viabilizar a superação da situação de crise (econômico, financeira ou patrimonial) do agente econômico devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, dos postos de trabalho e dos interesses dos credores.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14933"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14934"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14935">A preocupação do legislador ultrapassa os limites da satisfação dos créditos e da manutenção do empresário devedor no controle da atividade empresarial, atentando-se, mormente, a viabilizar a preservação da empresa, independentemente de quem possa vir a gerenciá-la, atendendo ao comando constitucional da função social, da propriedade e do estimulando à atividade econômica, conforme inteligência do art. 47 da Lei 11.101/05 (LFR).</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14937"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14938">A recuperação judicial funciona como alternativa que se traduz em benefícios à empresa em situação de crise econômico-financeira, possibilitando a inclusão de todos os débitos da empresa sujeitos ao plano de recuperação, vencidos ou vincendos, concessão de prazos e condições especiais para satisfação das obrigações junto aos credores, suspensão das ações e execuções em desfavor da empresa devedora e manutenção do empresário e seus administradores na condução da empresa ao longo do procedimento recuperatório.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14940"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14941"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14942">Desta feita, podemos afirmar com convicção de que o procedimento da recuperação judicial é a forma mais razoável de prevenir esse inconveniente de crise econômico-financeiro, possibilitando a agilidade e efetividade às medidas dedicada ao saneamento da crise da empresa, uma vez que este processo não se restringe à satisfação dos credores nem ao mero saneamento da crise econômico-financeira em que se encontra a empresa devedora, mas alimenta a pretensão de conservar a fonte produtora e resguardar o emprego, ensejando a realização da função social da empresa, que, por sinal, é determinação constitucional.</span></span></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14944"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14945"> </span></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14947"><strong><i id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14948"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14949">Diego Marchiotti é advogado, sócio da VSM – Vieira, Spinella e Marchiotti – Advogados Associados</span></i></strong></div>
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		<title>Confira principais mudanças no Simples para 2018</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 16:11:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novos limites de faturamento O teto de faturamento passou de R$3,6 milhões para R$4,8 milhões por ano.Novas alíquotas O novo Simples vai contar com apenas cinco<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55132"></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55138"><b id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55139"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55140"><a id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55141" href="http://www.apet.org.br/simposio-de-direito-tributario-2017/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></a></span></b><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55142">Novos limites de faturamento</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55144"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55145">O teto de faturamento passou de R$3,6 milhões para R$4,8 milhões por ano.<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55146" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55147" />Novas alíquotas</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55149"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55150">O novo Simples vai contar com apenas cinco grupos de atividades. Para alguns setores, carga tributária será reduzida.</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55152"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55153"><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55154" />Novas atividades<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55155" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55156" />Micro e pequenos produtores e atacadistas de bebidas alcoólicas  poderão, a partir do próximo ano, optar pelo Simples Nacional.</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55054"></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55158" dir="ltr"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55159">Mais fiscalização<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55160" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55161" />O novo Simples permite a troca de informações entre a Receita Federal, Estadual e Prefeituras, o que favorece à fiscalização.</span></div>
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		<title>Prazo de adesão ao Simples irá até 28 de dezembro</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 22:04:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As micro e pequenas empresas já podem pedir o agendamento de adesão ao Simples Nacional para 2018. Elas têm até o dia 28 de dezembro para<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; background: white;"><span style="font-size: 10.5pt; color: #222222;">As micro e pequenas empresas já podem pedir o agendamento de adesão ao Simples Nacional para 2018. Elas têm até o dia 28 de dezembro para entrar no site do Simples Nacional e agendar a solicitação.</span></p>
<p style="text-align: justify; background: white; box-sizing: inherit; margin: 1.25rem; text-rendering: optimizeLegibility; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-size: 10.5pt; color: #222222;">Quem estiver com todos os impostos e documentações em dia receberá, automaticamente, o registro no Simples Nacional no dia 1º de janeiro. Para as empresas que exercem novas atividades incluídas no regime simplificado, como bebidas alcoólicas, a opção somente pode ser feita a partir do primeiro dia de 2018. No próximo ano já valerão as regras do Crescer sem Medo, que elevou o teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) de R$ 60 mil para R$ 81 mil e criou uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que ultrapassarem o teto de R$ 3,6 milhões, com recolhimento do ICMS e ISS fora do Simples Nacional. &#8220;É importante que os empresários aproveitem a oportunidade que a Receita disponibiliza todos os anos. É a chance de corrigirem irregularidades&#8221;, diz o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. (DCI)</span></p>
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