<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos stf - VSM Advogados</title>
	<atom:link href="https://www.vsm.adv.br/tag/stf/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/stf/</link>
	<description>Advogados Associados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Mar 2021 21:04:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.1.4</generator>

<image>
	<url>https://www.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2020/06/favicon.ico</url>
	<title>Arquivos stf - VSM Advogados</title>
	<link>https://www.vsm.adv.br/tag/stf/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Maioria no STF é favorável à exclusão do crédito presumido de ICMS na base do PIS/COFINS</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/credito-presumido-de-icms-na-base-do-pis-cofins/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/credito-presumido-de-icms-na-base-do-pis-cofins/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 20:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vsm.adv.br/?p=22069</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma discussão de interesse do setor empresarial. Trata-se da exclusão dos créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/credito-presumido-de-icms-na-base-do-pis-cofins/">Maioria no STF é favorável à exclusão do crédito presumido de ICMS na base do PIS/COFINS</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma discussão de interesse do setor empresarial. Trata-se da <strong>exclusão dos créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins</strong>.</p>



<p> Até o dia 12 de março, quando a discussão foi na Corte, suspensa devido a um pedido de vistas, havia seis votos a quatro favoráveis aos contribuintes.</p>



<p>O que está em discussão na Corte são os <strong>incentivos fiscais de ICMS</strong> concedidos pelos estados do Paraná e da Bahia, por decreto, e que admitiram a redução da tributação às empresas.</p>



<p><strong>Crédito presumido de ICMS</strong></p>



<p>Para simplificar o entendimento, o <strong>crédito presumido</strong> é um mecanismo utilizado pelos Estados com o objetivo de reduzir a carga tributária incidente nas operações praticadas que envolvam a circulação de mercadorias e serviços. Beneficia a unidade da Federação, ao atrair empresas, e também as empresas, que têm redução da carga tributária.</p>



<p>Na discussão do Supremo, há a alegação dos contribuintes de que os <strong>créditos presumidos de ICMS</strong> não configuram receita ou faturamento, mas sim renúncia fiscal, portanto não cabendo a tributação. </p>



<p>A União contesta o incentivo, por outro lado, argumentando que a base de cálculo do PIS/Cofins é constituída pela totalidade das receitas auferidas pelos contribuintes, o que inclui valores concernentes aos créditos presumidos de ICMS.</p>



<p><strong>Decisão do relator</strong></p>



<p>Para o relator, ministro Marco Aurélio, é incompatível, com a Constituição Federal, a inclusão, na base de cálculo da Cofins e da contribuição ao PIS, de créditos presumidos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços”.</p>



<p>Seguiram o relator os ministros Rosa Weber, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Luís Roberto Barroso. Resta aguardar o retorno das discussões, na Corte, para verificar se o placar&nbsp;continuará favorável aos Estados e contribuintes.</p>



<p><strong>Dr. Bruno Spinella de Almeida</strong></p>



<p>OAB/PR 55.597 e OAB/SP 383.632-S</p>



<p>Advogado, consultor e empresário. Graduado em Direito pela UEM, especializando em Direito Tributário pelo IDCC e pelo IBET. Membro do IDTM (Instituto de Direito Tributário de Maringá), da Comissão de Direito Tributário e de Recuperação Judicial da OAB Maringá. Sócio diretor da VSM Advogados Associados, com atuação predominantemente nas áreas empresarial e tributária.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/credito-presumido-de-icms-na-base-do-pis-cofins/">Maioria no STF é favorável à exclusão do crédito presumido de ICMS na base do PIS/COFINS</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/credito-presumido-de-icms-na-base-do-pis-cofins/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cobrança do Funrural sobre exportações indiretas é inconstitucional, decide STF</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/cobranca-funrural-inconstitucional/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/cobranca-funrural-inconstitucional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2020 21:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[funrural]]></category>
		<category><![CDATA[inconstitucional]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.vsm.adv.br/?p=8394</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cobrança do Funrural (Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural) sobre as exportações indiretas é inconstitucional. A decisão unânime é do Supremo Tribunal Federal (STF) e<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/cobranca-funrural-inconstitucional/">Cobrança do Funrural sobre exportações indiretas é inconstitucional, decide STF</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2020/02/Funrural-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-8395"/><figcaption>Funrural: Dr. Bruno Spinella comenta decisão do STF </figcaption></figure>


<p>A cobrança do Funrural (Fundo de Assistência ao Trabalhador
Rural) sobre as exportações indiretas é inconstitucional. A decisão unânime é
do Supremo Tribunal Federal (STF) e foi proferida no dia 12 de fevereiro deste
ano. A publicação no Diário Oficial saiu no dia 18/02.</p>


<p>Esta é, sem dúvida, uma excelente notícia, sobretudo para
pequenos e médios produtores rurais, que vendiam sua produção agropecuária, no
Exterior, por meio das trade companies, as chamadas exportações indiretas.</p>


<p>Diferentemente dos grandes produtores e empresas agrícolas
que negociam diretamente sua produção, a exportação indireta era penalizada com
esta tributação. A decisão acertada do STF se baseia no artigo 149, parágrafo
2º, inciso I, da Constituição Federal, que prevê imunidade tributária. </p>


<p>A cobrança do Funrural sobre exportação indireta começou a
ser feita em 2010 e tinha como fundamento a análise do artigo 170 da Instrução
Normativa 971/09 emitida pela Receita Federal, que definia: “Aplica-se o
disposto neste artigo exclusivamente quando a produção é comercializada
diretamente com adquirente domiciliado no exterior”.</p>


<p>Desde 2013, entidades representativas do setor agropecuário,
como cooperativas, sindicatos rurais, associações de produtores rurais passaram
a questionar a medida. No nosso entendimento, era mais uma das distorções do
sistema tributário nacional.</p>


<p><strong>Dinheiro de volta</strong></p>


<p>A decisão já permite que os produtores peçam a revisão do
que foi pago nos últimos cinco anos. E quem tem dívida sobre esta modalidade
pode pedir a revisão por meio de requerimento na Receita federal.</p>


<p><strong>O que é o Funrural</strong></p>


<p>O Funrural incide sobre a receita bruta proveniente da
comercialização da produção agropecuária em 1,5% para pessoa física e 1,2% para
pessoal jurídico, distribuído proporcionalmente ao INSS, Riscos Ambientais do
Trabalho (RAT) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR).</p>


<p><strong>Dr. Bruno Spinella de Almeida</strong></p>


<p><strong>OAB/PR 55.597 e OAB/SP 383.632-S</strong></p>


<p><em>Advogado, consultor e empresário. Graduado em Direito pela UEM, especializando em Direito Tributário pelo IDCC e pelo IBET. Membro do IDTM (Instituto de Direito Tributário de Maringá), da Comissão de Direito Tributário e de Recuperação Judicial da OAB Maringá. Sócio diretor da VSM Advogados Associados com atuação predominantemente nas áreas empresarial e tributária.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/cobranca-funrural-inconstitucional/">Cobrança do Funrural sobre exportações indiretas é inconstitucional, decide STF</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/cobranca-funrural-inconstitucional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF recebe mais quatro ADIs contra fim da obrigatoriedade da contribuição sindical</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/stf-recebe-mais-quatro-adis-contra-fim-da-obrigatoriedade-da-contribuicao-sindical/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/stf-recebe-mais-quatro-adis-contra-fim-da-obrigatoriedade-da-contribuicao-sindical/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 17:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[adis]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[contribuição]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[obrigatoriedade]]></category>
		<category><![CDATA[sindical]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vsm.adv.br/blog/?p=196</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Foram ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) mais quatro Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) contra os dispositivos da Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) que passam a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/stf-recebe-mais-quatro-adis-contra-fim-da-obrigatoriedade-da-contribuicao-sindical/">STF recebe mais quatro ADIs contra fim da obrigatoriedade da contribuição sindical</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<br />
Foram ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) mais quatro Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) contra os dispositivos da Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) que passam a exigir autorização prévia dos trabalhadores para ocorrer o desconto da contribuição sindical. Nas ADIs 5810, 5811, 5813 e 5815, entidades representativas de várias categorias profissionais questionam as alterações inseridas na Consolidação das Lei do Trabalho (CLT) relativas ao recolhimento da contribuição sindical.<br />
As ações foram movidas pela Central das Entidades de Servidores Públicos (Cesp), pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral e Logística, pela Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro) e pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operadores de Mesas Telefônicas (Fenattel). Nas ações, as entidades pedem a concessão de liminar para suspender os dispositivos atacados e, no mérito, a declaração de inconstitucionalidade.<br />
Na ADI 5810, a Central das Entidades de Servidores Públicos sustenta a necessidade de edição de lei complementar para alterar a regra de recolhimento da contribuição sindical, uma vez que se instituiu regra geral de isenção ou não incidência de obrigação. Isso porque foi criada nova norma possibilitando a definição da base de cálculo do tributo por decisão do próprio contribuinte. Sustenta ainda que a nova regra interfere no princípio da isonomia tributária, dividindo os contribuintes entre categorias de optantes e isentos, e alega violação aos princípios da representatividade e da unicidade sindical.<br />
Um outro argumento trazido na ADI 5811, ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral e Logística é de que a contribuição sindical tem natureza tributária e torna-se obrigatória a todos os trabalhadores da categoria, sindicalizados ou não, uma vez que o tributo, como tal, é uma obrigação compulsória. Nesse sentido, não seria possível estabelecer a contribuição sindical como voluntária, uma vez que a finalidade da contribuição sindical é defender os interesses coletivos ou individuais da categoria, e essa representação independe de autorização ou filiação.<br />
Além desses argumentos, as ADIs 5813 e 5815 trazem ainda alegação de que as novas regras trazem renúncia fiscal vedada nessa modalidade de reforma. Isso porque, segundo afirmam, o artigo 150, parágrafo 6º, da Constituição Federal veda a concessão de subsídio ou isenção a não ser por lei específica que regule exclusivamente o tema. Sustentam ainda ofensa à Convenção 144 da Organização Internacional do Trabalho, segundo a qual mudanças na legislação de natureza social necessita da ampla participação dos empregados e empregadores.<br />
As ações foram distribuídas, por prevenção, ao ministro Edson Fachin, em razão da ADI 5794.<br />
Fonte: STF</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/stf-recebe-mais-quatro-adis-contra-fim-da-obrigatoriedade-da-contribuicao-sindical/">STF recebe mais quatro ADIs contra fim da obrigatoriedade da contribuição sindical</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/stf-recebe-mais-quatro-adis-contra-fim-da-obrigatoriedade-da-contribuicao-sindical/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maia trabalha para restituir ICMS no cálculo do PIS/Cofins</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/</link>
					<comments>https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 17:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[maia]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[tributo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vsm.adv.br/blog/?p=175</guid>

					<description><![CDATA[<p>Presidente da Câmara prepara PEC para derrubar decisão do STF que, em março, suprimiu tributo como alíquota O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ),<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/">Maia trabalha para restituir ICMS no cálculo do PIS/Cofins</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="product-name">
<h1><strong style="font-size: 16px;">Presidente da Câmara prepara PEC para derrubar decisão do STF que, em março, suprimiu tributo como alíquota</strong></h1>
</div>
<div class="description">
<div class="std">O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prepara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para tentar derrubar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,meirelles-nega-intencao-de-aumentar-impostos,70002039828" target="_blank" rel="noopener noreferrer">incluir novamente o ICMS na base de cálculo do PIS/Cofins</a>. A matéria faz parte da agenda que Maia quer impor após deputados rejeitarem a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.Em março, a maioria dos ministros do STF determinou a exclusão do ICMS (imposto estadual que incide sobre mercadorias e serviços) da base de cálculo para a cobrança do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Os tributos, ambos federais, ajudam a financiar a Previdência e o seguro-desemprego. Pelos cálculos da área econômica, a decisão fará com que o governo perca entre R$ 20 bilhões a R$ 50 bilhões por ano.<br />
&#8220;É melhor do que aumentar imposto&#8221;, disse Maia, ao defender a medida. &#8220;Não vou dizer que foi (uma decisão) errada (do STF). Mas a decisão errada para Câmara é ter que aumentar imposto. Isso a gente não vai. E se não vai, tem que recuperar os R$ 20 bilhões. Como é que recupera isso? Recolocando o ICMS na base de cálculo&#8221;, afirmou o parlamentar.<br />
Ele prometeu tentar aprovar a PEC ainda neste ano no Congresso, mas admitiu que essa será uma tarefa difícil, em razão dos prazos regimentais para tramitação da matéria.<br />
Como Maia não pode apresentar projetos por ser presidente da Câmara, a ideia é que a PEC seja apresentada pelo deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), um dos principais aliados do parlamentar fluminense.<br />
&#8220;O Supremo entrou em uma questão que já estava pacificada e criou uma instabilidade e prejuízo para Receita Federal de bilhões de reais&#8221;, diz Avelino.<br />
Há duas semanas, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu que o governo estuda aumentar as alíquotas do PIS/Cofins para compensar a decisão do STF e evitar queda das receitas no ano que vem. Para isso, deve enviar ao Congresso uma medida provisória (MP), que teria efeito imediato assim que editada, ou um projeto de lei elevando as alíquotas.<br />
A proposta, porém, deve enfrentar desgaste no governo. &#8220;Aumento de imposto ninguém vota&#8221;, disse o líder do PP na Casa, Arthur Lira (AL).<br />
Antes de definir o texto da tal recalibragem do PIS/Cofins, o governo apresentou ao STF, na semana passada, embargos de declaração para esclarecer alguns pontos que avalia como obscuros da decisão da Corte. Entre eles, a identificação de para quem e a partir de quando se produzem os seus efeitos.<br />
O embargo é um tipo de instrumento jurídico em que uma das partes do processo pede ao tribunal que esclareça determinado aspecto de uma decisão proferida.<br />
Representantes do setor de serviços já avisaram a Maia e ao governo que não aceitarão um realinhamento linear das alíquotas do PIS/Cofins para todos os contribuintes. Alegam que, dependendo da forma como for feito, esse realinhamento pode onerar as empresas desse segmento.<br />
Em encontro com lideranças do setor de serviços no final de agosto, Maia também prometeu que qualquer solução sobre os tributos não representaria aumento de carga tributária.<br />
<strong>Colaboraram: Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli</strong><br />
<strong>Fonte:</strong> O Estado de S.Paulo
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/">Maia trabalha para restituir ICMS no cálculo do PIS/Cofins</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.vsm.adv.br/maia-trabalha-para-restituir-icms-no-calculo-do-piscofins/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
