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	<title>Arquivos tributação - VSM Advogados</title>
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	<title>Arquivos tributação - VSM Advogados</title>
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		<title>Recuperação judicial: mecanismo de superação de crise econômico-financeira</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Feb 2019 20:17:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2019/02/facevsm-1024x670.jpg" alt="" class="wp-image-505"/></figure>


<p>As dinâmicas
alterações no cenário político-econômico do mercado mundial são desafios que a
sociedade empresarial enfrenta para manter sua atividade empresarial de forma
estável e promissora. Em momentos de crise se torna necessário encontrar uma
alterativa a fim de se otimizar a produtividade e canalizar esforços em prol da
recuperação.</p>


<p>Nesse
momento, instrumentos legais para recuperação de empresas em crise podem se
tornar viáveis, uma vez que o objetivo é que a organização se recupere da crise
preservando sua atividade econômica sem resultar na falência. A Lei de
Recuperação de Empresas (Lei 11.101/2005) reconhece a importância da atividade
empresarial e apresenta mecanismos minimizadores dos impactos da crise,
buscando sanear a situação financeira da empresa.</p>


<p><strong>Dra. Leticia Grochoski Felini</strong></p>


<p><em>Advogada graduada com láurea acadêmica pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Atua nas áreas do Direito Empresarial e Tributário.</em></p>
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		<title>Refis 2019, imposto único, reforma tributária: o que esperar do Governo Bolsonaro?</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/refis-2019/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 12:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Weslen Vieira Refis 2019, imposto único, reforma tributária, o que pensa o Governo de Jair Bolsonaro a respeito destes temas tão cruciais para a vida das<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong>Weslen Vieira</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Refis 2019</strong>, imposto único, reforma tributária, o que pensa o Governo de Jair Bolsonaro a respeito destes temas tão cruciais para a vida das empresas brasileiras, sejam elas micro, pequenas ou grandes? Será que o Governo Federal conseguirá implementar medidas liberais profundas, que impactarão positivamente o setor empresarial?</p>
<p style="font-weight: 400;">Estas são algumas dúvidas que angustiam os empresários neste início de ano e de novo Governo. Como é de conhecimento geral, Bolsonaro sempre defendeu uma agenda liberal na economia e, inclusive, montou sua equipe econômica com este viés. Mas entre a ideologia econômica e a&nbsp;<em>práxis</em>&nbsp;política há uma distância razoável.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>E a reforma tributária?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Por isso, o que temos recomendado neste momento é cautela. Há pouca informação e muito ruído na comunicação no atual Governo. Ao que tudo indica, Bolsonaro e a equipe econômica chefiada pelo liberal Paulo Guedes ainda estão tateando no escuro.</p>
<p style="font-weight: 400;">Há declarações desencontradas em relação à redução de impostos, imposto único e reforma tributária, esta tão aguardada por toda a sociedade, uma vez que os impostos elevados impactam diretamente no custo do setor produtivo e por consequência nos produtos e serviços ao consumidor.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sem refis 2019?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Há poucos dias, por exemplo, o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, garantiu que não haverá&nbsp;<strong>Refis&nbsp;</strong>(refinanciamento de dívidas tributárias) nos quatro anos de mandato do atual Governo.</p>
<p style="font-weight: 400;">É bom lembrar que o atual modelo de&nbsp;<strong>Refis</strong>&nbsp;vem sendo adotado desde o ano 2000, como uma forma de dar um fôlego às empresas que têm dificuldade para pagar débitos com a Receita Federal, INSS, e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Carga tributária de 32%, quem aguenta?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Em um país com uma das mais altas cargas tributárias do mundo, ultrapassando 32% do PIB (Produto Interno Bruto), com juros bancários também entre os mais elevados do planeta, é preciso considerar que o empresário brasileiro tem sim muita dificuldade em manter em dia seus compromissos tributários.</p>
<p style="font-weight: 400;">O que defendemos é que, uma vez consolidado no Governo este pensamento de acabar esta forma de parcelamento de dívidas, com redução de juros e multas, que o faça então de forma gradual, dando um tempo para que o setor empresarial se prepare para isso.</p>
<p style="font-weight: 400;">Melhor ainda, que implemente primeiro as tão esperadas medidas de redução da carga tributária, reivindicação antiga da classe empresarial.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Imposto único de 20%?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O mesmo governo, porém, que é taxativo e rápido em dizer que irá acabar com qualquer tipo de&nbsp;<strong>refis</strong>, já anunciou por meio do super ministro da Economia Paulo Guedes, que a redução da carga de impostos ocorrerá gradualmente. O Governo pretende instituir um imposto único, com carga tributária única de 20%.</p>
<p style="font-weight: 400;">Esta unificação é bem vinda e contempla os anseios do setor empresarial, porém é preciso mais agilidade nesta medida e menos ímpeto na penalização de quem já passa por dificuldade financeira e tem débitos em atraso.</p>
<p style="font-weight: 400;">Se o&nbsp;<strong>Refis</strong>&nbsp;já existe há 18 anos, se inclusive já foi por duas oportunidade instituído o “refis da crise”, é preciso bom senso na hora de simplesmente acabar com esta possibilidade de refinanciamento, que nada mais é que um fôlego para quem passa por dificuldade financeira.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Revisão tributária</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Acreditamos que, diante da pressão da classe empresarial, por meios de suas entidades representativas, o Governo Federal poderá rever esta questão do&nbsp;<strong>Refis 2019</strong>, porém não há garantia de que isso ocorrerá.</p>
<p style="font-weight: 400;">O que temos recomendado às empresas é a revisão de sua atual carga tributária, como um meio possível inclusive de reduzir o montante pago em impostos. Isso já dará um fôlego enquanto aguarda o desenrolar das próximas semanas em busca de uma pista sobre o que efetivamente irá ocorrer na área econômica.</p>
<p>&nbsp;<br />
<em><strong>Dr. Weslen Vieira</strong></em><br />
<em>OAB/PR 55394</em><br />
<em>Advogado e contador, sócio da Advocacia Vieira, Spinella e Marchiotti, com sede em Maringá/PR. Especialista em Controladoria, possui MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em></p>
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		<title>Por que é tão difícil ser empresário no Brasil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 21:27:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-424 size-full" src="http://blog.vsm.adv.br/wp-content/uploads/2018/12/empresarionobrasil.jpg" alt="Empresário no Brasil" width="1000" height="667" /><br />
É muito difícil ser empresário no Brasil. Gerir um negócio é uma luta diária contra a insegurança. Ao empreender, o empresário só tem uma certeza. Enfrentará turbulências diárias nos mais diversos campos, como política, economia, legislação, entre tantas outras.<br />
No mundo jurídico, por exemplo, edita-se praticamente todo dia uma nova lei, cria-se uma jurisprudência, altera-se uma legislação. Enfim, o amontoado de leis, decretos, súmulas não tem fim.<br />
Para se ter uma ideia, em 2003 foram editadas 3,3 milhões de normas. Já em 2017, foram 5,7 milhões. O levantamento foi feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).<br />
Um ranking elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o Brasil é lanterna em comparação com 18 países avaliados em termos de segurança jurídica, burocracia e relações de trabalho.<br />
Portanto, o empreendedor brasileiro é um verdadeiro herói. Além de vencer todos os desafios inerentes a sua atividade, pagar taxa de juros irreal quando busca empréstimos nas instituições financeiras, ainda tem de enfrentar um estado pesado, burocrático e imprevisível em termos de regulamentos.<br />
A cada ciclo político surge uma luz no fim do túnel. Será que o próximo governante terá condições, capacidade de articulação, conhecimento e disposição para realizar as tão almejadas, fundamentais e indispensáveis reformas?<br />
Como bem conhecemos nossa classe políticos e nossos legisladores, só temos de esperar. Todos os políticos que assumirão mandato a partir de janeiro de 2019 estão cientes desta agenda.<br />
Afinal, é pauta mais que diária dos meios de comunicação a discussão sobre a necessidade de reformas como a tributária, da previdência, entre outras.<br />
Porém, como “no Brasil até o passado é incerto”, como teria dito o ex-ministro da Fazenda da era FHC, Pedro Malan, há uma distância enorme entre o que é necessário, unanimidade, e a vontade de nossos governantes.</p>
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		<title>Empresas importadoras têm redução de ICMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 21:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia tributária]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[redução]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dra. Raquel Pereira Gonçalves Rossato Empresas importadoras têm alíquota de ICMS reduzida para 4% quanto a circulação e transporte de produtos importados. Este benefício está previsto<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vsm.adv.br/advogados/"><strong>Dra. Raquel Pereira Gonçalves Rossato</strong></a><br />
Empresas importadoras têm alíquota de ICMS reduzida para 4% quanto a circulação e transporte de produtos importados.<br />
Este benefício está previsto na Resolução nº 13/2012 do Senado Federal, que garante aos contribuintes importadores uma alíquota de ICMS reduzida e padronizada no importe de 4%, desde que os bens e mercadorias importados não sejam industrializados, ou, se industrializados, que permaneçam com composição de mais de 40% de origem importada.<br />
A redução da alíquota de ICMS para um patamar fixo de 4% representa benefício financeiro considerável às empresas importadoras, tendo em vista que a alíquota tributária original é muito maior, como por exemplo, no Estado do Paraná em que a alíquota de ICMS é de 18%.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Dra. Raquel Pereira Gonçalves Rossato</strong><br />
OAB/PR 65.724<br />
Advogada. Pós-Graduada em Direito Civil e Direito  Processual Civil e em Direito Tributário. Membro da Comissão de Direito Tributário da Ordem dos Advogados do Brasil- Subseção Maringá. Na VSM, atua nas áreas de Direito Civil e Tributário.</p>
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