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	<title>Arquivos tributário - VSM Advogados</title>
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	<title>Arquivos tributário - VSM Advogados</title>
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		<title>Refis para micro e pequenas empresas virá em breve: Temer trabalha para derrubar veto</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/refis-para-micro-e-pequenas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 18:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após momentos angustiantes de milhares de micro e pequenos empresários de todo o Brasil sobre o dilema de termos ou não a aprovação do Refis para as Micros e Pequenas empresas ainda no ano de 2018, finalmente temos boas notícias advindas diretamente do presidente Michel Temer. A boa notícia é que o Refis das micro e pequenas empresas poderá passar a vigorar em breve. O presidente Michel Temer garantiu que irá patrocinar a derrubada do seu próprio veto esse programa de refinanciamento de débitos tributários. Mais de 600 mil empresas aguardam o Refis, desde o ano passado, quando foi aprovado pelo Congresso Nacional. Juntas, devem R$ 20 bilhões.<br />
&nbsp;<br />
A garantia do presidente foi dada na sexta-feira, 23/03, durante uma inauguração no Nordeste. Temer afirmou que todos os estudos estão prontos e que, agora, ele e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, podem “patrocinar a queda do veto”, que será analisado pelo Congresso.<br />
&nbsp;<br />
“Esta é uma ótima notícia para estas empresas que precisam regularizar a sua situação tributária. Aguardávamos isso desde o ano passado, quando o presidente vetou a proposta enviada pelo próprio Governo ao Congresso, mas deixou aberta a possibilidade de revisar o tema neste ano”, comenta o advogado Weslen Vieira, da Advocacia VSM – <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/5/empresarial.html">Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados</a>, que atua nas áreas do <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/5/empresarial.html">Direito Empresarial </a>e <a href="http://www.vsm.adv.br/atuacao/8/tributrio.html">Direito Tributário</a>.<br />
&nbsp;<br />
“Conforme já alertamos em outras oportunidades, as empresas que se enquadram neste Refis devem aguardar a conclusão dessa discussão, buscando regularização sua situação assim que passar a vigorar esse programa, que traz inúmeros benefícios para micro e pequenas empresas”, acrescenta.<br />
&nbsp;<br />
Weslen Vieira explica que o projeto aprovado pelo Congresso concede descontos de juros, multas e encargos com o objetivo de facilitar e parcelar o pagamento dos débitos de empresas de pequeno porte, desde que 5% do valor total seja pago em espécie, sem desconto, em até cinco parcelas mensais. O restante da dívida poderia ser pago em até 15 anos. A adesão incluía débitos vencidos até novembro de 2017.</p>
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		<item>
		<title>Ainda dá tempo para aderir ao programa de compensação de crédito tributário</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/ainda-da-tempo-para-aderir-ao-programa-de-compensacao-de-credito-tributario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 21:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[direito tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Weslen Vieira &#160; Quem tem dívida tributária e não tributária com o Governo do Estado do Paraná até março de 2015 ainda pode participar do<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Dr. Weslen Vieira</strong></em><br />
&nbsp;<br />
Quem tem dívida tributária e não tributária com o Governo do Estado do Paraná até março de 2015 ainda pode participar do programa de benefício fiscal lançado no final do ano passado (Lei 19182 &#8211; 26 de Outubro de 2017). Outros Estados, como São Paulo, também lançou o seu programa de compensação de crédito de crédito tributário.<br />
&nbsp;<br />
Esse decreto estadual permite que esses devedores adquiriram crédito de outras pessoas ou empresas e façam a compensação com os seus débitos.<br />
&nbsp;<br />
Por exemplo, um contribuinte que tenha um crédito ou um precatório do Governo do Estado levaria anos para receber. Esse decreto, porém, possibilita a esse credor vender o seu crédito a um devedor, que poderá fazer a compensação de suas dívidas junto ao Estado.<br />
&nbsp;<br />
Quem tem esses precatórios vendem com deságio, que hoje está na casa de 50% a 60%. Então, se você tem interesse em quitar suas dívidas junto ao Estado com estes descontos, essa é a hora.<br />
&nbsp;<br />
Teremos até o dia 23 de fevereiro, prazo já prorrogado pelo Governo, para fazer a adesão. Basta procurar o seu advogado ou contador para verificar onde você poderá conseguir esses créditos e quais são as empresas que estão oferecendo.<br />
&nbsp;<br />
<em><strong>Dr. Weslen Vieira, </strong>sócio da Vieira, Spinela e Marchiotti Advogados Associados, com sede em Maringá/PR.  Advogado e contador formado pela UEM (Universi-dade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em><br />
&nbsp;<br />
Link: Confira a íntegra da Lei publicada no dia 27 de outubro no Diário Oficial do Estado do Paraná: <a href="http://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/pesquisarAto.do?action=exibir&amp;codAto=184192&amp;indice=1&amp;totalRegistros=1">http://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/pesquisarAto.do?action=exibir&amp;codAto=184192&amp;indice=1&amp;totalRegistros=1</a></p>
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		<title>Novela do Refis do Simples Nacional deverá ter desfecho em fevereiro</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/novela-do-refis-do-simples-nacional-devera-ter-desfecho-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2018 20:52:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado sugere que empresários aguardem definição sobre Refis do Simples Nacional &#160; Por Weslen Vieira Estávamos aguardando ansiosamente a aprovação da lei do Refis Nacional, que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Advogado sugere que empresários aguardem definição sobre Refis do Simples Nacional<br />
&nbsp;<br />
<strong>Por Weslen Vieira</strong><br />
Estávamos aguardando ansiosamente a aprovação da lei do Refis Nacional, que permitiria a todos os empresários enquadrados pagarem seus débitos em atraso com o Fisco com desconto de até 70%  nas multas e até 90% nos juros, mas infelizmente o projeto foi  vetado no último dia 5 de janeiro pelo presidente Michel Temer.<br />
O que especialistas da área política dizem é que tudo não passou de barganha do Governo, que estava sendo utilizada para pressionar a aprovação da Reforma da Previdência pelo Congresso Nacional, ou seja, uma matéria estava ligada à outra.<br />
Portanto, neste mês de fevereiro tivemos a definição sobre a Reforma da Previdência. Agora, aguardamos a definição sobre o Refis do Simples Nacional, que poderá sair em breve. Portanto, nossa dica aos empresários nesta situação é que aguardem até o final deste mês. Ao que tudo indica o Congresso deverá derrubar esse veto presidencial.<br />
<em><strong>Dr. Weslen Vieira</strong>, sócio da Vieira, Spinela e Marchiotti Advogados Associados, com sede em Maringá/PR.  Advogado e contador formado pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Especialista em Controladoria e com MBA em Finanças, Mestrando em Direito da Personalidade. É docente das disciplinas de Arbitragem e Direito Tributário na Unifamma e de algumas disciplinas em cursos de pós-graduação das áreas de direito, administração e contabilidade. Atua principalmente nas áreas cíveis, arbitragem, revisionais bancárias, recuperação e negociação de créditos, além de treinamentos e cursos para clientes. Atuou como Perito Judicial na comarca de Maringá/PR, Sarandi/PR e Londrina/PR.</em></p>
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		<item>
		<title>Lei poderá permitir bloqueio de bens sem ordem judicial</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/lei-podera-permitir-bloqueio-de-bens-sem-ordem-judicial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 11:28:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>  A União poderá bloquear bens de devedores sem a necessidade de decisão judicial. A medida publicada no último dia 10 de janeiro trata-se de um<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9986"></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9989"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9990"> </span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9991"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9992">A União poderá bloquear bens de devedores sem a necessidade de decisão judicial. A medida publicada no último dia 10 de janeiro trata-se de um artigo da lei que autoriza o parcelamento do Funrural (Lei nº 13.606).</span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_10006"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9992"> </span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9993"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9994">Com isso, imóveis e veículos poderão sofrer bloqueio após a inscrição do débito em dívida ativa, ficando indisponíveis para a venda, o que poderá ocorrer logo após a Procuradoria-Geral da Fazenda (PGFN) localizar o bem e notificar o devedor. Este terá apenas cinco dias para quitar o débito sem sofrer a penalidade.</span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_10007"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9994"> </span></div>
<div id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9995"><span id="yiv1008277599yui_3_16_0_ym19_1_1515784565411_9996">Para o advogado tributarista Weslen Vieira, do escritório VSM Advogados Associados, o bloqueio de bens sem uma decisão judicial é inconstitucional. “Não haverá o respeito ao devido processo legal, além de ser arbitrário”, aponta, enfatizando que isso viola o direito do contribuinte de se defender.</span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Recuperação Judicial como instrumento necessário para preservação da empresa em crise econômico-financeira</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/recuperacao-judicial-como-instrumento-necessario-para-preservacao-da-empresa-em-crise-economico-financeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 12:37:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> As empresas representam um dos principais pilares econômico, financeiro e social, por gerar inúmeros postos de empregos diretos e um múltiplo muito superior de empregos indiretos;<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14880"></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14884"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14885"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14886"> As empresas representam um dos principais pilares econômico, financeiro e social, por gerar inúmeros postos de empregos diretos e um múltiplo muito superior de empregos indiretos; de fornecimento de produtos e serviços em geral; de receitas tributárias; além de favorecer a livre concorrência, contribuindo ao crescimento e ao desenvolvimento do País, dentre outras diversas atribuições.</span></span></div>
<div></div>
<div><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14889">A exposição genérica de todos os aspectos da empresa concebe um organismo e, como tal, é capaz de experimentar crises de diversas propensões, uma vez que nenhum organismo está totalmente isento de momentos críticos. Não há qualquer linearidade.</span></div>
<div></div>
<div><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14889"> Esses períodos de instabilidade se alternam com altos e baixos. Uns sofrem mais, com crises mais profundas e prolongadas, enquanto os outros sofrem menos, com crises transitórias e superficiais.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14891"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14892">As empresas, em alguns casos, são concebidas portando moléstias de que se martirizarão, como, por exemplo, a escolha do tipo societário inapropriado; a estruturação administrativa diminuta; a avaliação imprópria do capital social; e a obsolescência do objeto social eleito pela sociedade empresária ou empresário individual. Nos demais casos, os malefícios advêm de causas supervenientes, tais como as restrições de crédito bancário; as prioridades contrárias decorrentes da política econômica nacional; majoração da taxa de juros; crise de abastecimento, entre outros.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14894"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14895"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14896">Determinadas situações em que as despesas financeiras apontam para a fragilidade do fluxo de caixa, a urgência de financiar o capital de giro tem alto custo para a empresa em todos os sentidos, tendo em vista que o mercado financeiro se beneficia da inexperiência dos administradores, obrigando créditos e financiamentos que não convém ao perfil da atividade empresarial, determinando tarifas e taxas que excedem o rendimento da atividade da empresa.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14898"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14899"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14900">De modo paralelo, a empresa que se devasta por restrições creditícias não goza mais da mesma credibilidade junto aos seus fornecedores, dando início, assim, a uma relação comercial centralizada em poucos fornecedores, os quais, por figurar numa situação favorável, impõem preços e condições que comprometem o lucro, tornando-se penoso resguardar a regularidade da empresa se não for interpelada essa sucessão de malogros e revertida a expectativa do mercado.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14902"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14903">É fato que, independentemente do rudimento, algumas crises colocam em risco sobremaneira a atividade econômica do empresário, podendo, inclusive, atingir graus de afetação passíveis de paralisar completamente o organismo empresarial.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14905"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14906">Daí surgiu a necessidade de uma legislação adequada, visando oportunizar e prescindir esta situação inteiramente indesejada, impedindo, assim, o encerramento das atividades empresarias que, uma vez mais, tanto contribui com a sociedade de uma forma geral.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14908"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14909">Referida legislação surgiu com a edição da nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas, avanço trazido pela Lei № 11.101 de 9 de fevereiro de 2005, em substituição ao instituto da concordata no país, previsto no Decreto-Lei 7.661 de 1945, inserindo no ordenamento jurídico brasileiro a recuperação judicial de empresa como mecanismo mais moderno no combate à crise empresarial.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14911"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14912">Trata-se de um benefício legal à disposição do empresário individual e da sociedade empresária que busca viabilizar a reestruturação da empresa em crise, tendo em vista que nem sempre as soluções existentes no mercado são aptas a auxiliá-la na superação desse mal momento.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14914"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14915"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14916">Embora jovem, a lei de recuperação judicial traduz um momento de grande evolução no ordenamento jurídico brasileiro, estimulando algumas soluções de mercado como proposta de superação da crise econômico-financeira da empresa.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14918"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14919"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14920">Isso porque o mercado, obviamente, não se interessa pela manutenção de empresas inadimplentes e mal administradas pela sociedade empresária ou empresário individual, uma vez que para elas está assegurado o instituto falimentar, com a consequente liquidação dos ativos, o pagamento do passivo e a extinção da empresa no mundo jurídico e econômico.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14922"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14923"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14924">As soluções para as crises empresariais dependem muito da perspectiva segundo a qual essas crises são abordadas, tornando a recuperação judicial uma opção a ser considerada pelo empresário após o esgotamento de algumas opções iniciais, que vão desde redução de custos até graves decisões que podem chegar à confissão de insolvência.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14926"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14927"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14928">O encerramento da atividade empresarial produz seríssimas consequências no seio social, tais como: perda de empregos e da renda; diminuição na arrecadação de tributos; rompimento da cadeia produtiva; diminuição da concorrência; concentração de mercado; e aumento dos preços praticados na sociedade de consumo.</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14930"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14931">Contrário ao caráter liquidatório da falência e, até mesmo, como precaução desse remédio extremado, a recuperação judicial constitui uma importante inovação jurídica que possibilita a tentativa de solução construtiva para viabilizar a superação da situação de crise (econômico, financeira ou patrimonial) do agente econômico devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, dos postos de trabalho e dos interesses dos credores.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14933"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14934"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14935">A preocupação do legislador ultrapassa os limites da satisfação dos créditos e da manutenção do empresário devedor no controle da atividade empresarial, atentando-se, mormente, a viabilizar a preservação da empresa, independentemente de quem possa vir a gerenciá-la, atendendo ao comando constitucional da função social, da propriedade e do estimulando à atividade econômica, conforme inteligência do art. 47 da Lei 11.101/05 (LFR).</span></span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14937"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14938">A recuperação judicial funciona como alternativa que se traduz em benefícios à empresa em situação de crise econômico-financeira, possibilitando a inclusão de todos os débitos da empresa sujeitos ao plano de recuperação, vencidos ou vincendos, concessão de prazos e condições especiais para satisfação das obrigações junto aos credores, suspensão das ações e execuções em desfavor da empresa devedora e manutenção do empresário e seus administradores na condução da empresa ao longo do procedimento recuperatório.</span></div>
<div></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14940"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14941"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14942">Desta feita, podemos afirmar com convicção de que o procedimento da recuperação judicial é a forma mais razoável de prevenir esse inconveniente de crise econômico-financeiro, possibilitando a agilidade e efetividade às medidas dedicada ao saneamento da crise da empresa, uma vez que este processo não se restringe à satisfação dos credores nem ao mero saneamento da crise econômico-financeira em que se encontra a empresa devedora, mas alimenta a pretensão de conservar a fonte produtora e resguardar o emprego, ensejando a realização da função social da empresa, que, por sinal, é determinação constitucional.</span></span></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14944"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14945"> </span></div>
<div id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14947"><strong><i id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14948"><span id="yiv6695694567yui_3_16_0_ym19_1_1513266691875_14949">Diego Marchiotti é advogado, sócio da VSM – Vieira, Spinella e Marchiotti – Advogados Associados</span></i></strong></div>
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		<title>Matriz não é responsável por dívida previdenciária de filiais</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 00:57:56 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79544"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79545">A matriz de uma companhia não possui  responsabilidade pelas dívidas previdenciárias de suas filiais. A decisão é da Justiça Federal do Rio de Janeiro, que analisou a cobrança, pela União, em uma única certidão de dívida ativa (CDA),  os valores devidos pela matriz e filiais de uma empresa, no valor de R$ 1,2 milhão.</span></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79544"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79547"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79548">Para o advogado tributarista Bruno Spinella, sócio-diretor do Escritório Vieira, Spinella e Marchiotti Advogados Associados, com sede em Maringá, essa decisão é importante, pois abre um precedente para que outras organizações também questionem situação semelhante. “Este é um entendimento da Justiça Federal do Rio de Janeiro, nesta decisão, mas que segue também outras decisões do Tribunal Regional Federal  da 1ª Região no sentido da ilegitimidade da matriz em representar suas filiais”, comenta.</span></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79547"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79501"></div>
<div id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79550" dir="ltr"><span id="yiv8868694717yui_3_16_0_ym19_1_1510141404849_79551">Spinella acrescenta que o próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ) já se manifestou pela autonomia patrimonial, administrativa e jurídica de cada uma das empresas pelo fato de matriz e filiais possuírem CNPJ diferentes. Na questão das contribuições previdenciárias, os fatos geradores operam para cada filial separadamente. </span></div>
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		<title>Confira principais mudanças no Simples para 2018</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 16:11:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novos limites de faturamento O teto de faturamento passou de R$3,6 milhões para R$4,8 milhões por ano.Novas alíquotas O novo Simples vai contar com apenas cinco<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55132"></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55138"><b id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55139"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55140"><a id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55141" href="http://www.apet.org.br/simposio-de-direito-tributario-2017/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"></a></span></b><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55142">Novos limites de faturamento</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55144"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55145">O teto de faturamento passou de R$3,6 milhões para R$4,8 milhões por ano.<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55146" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55147" />Novas alíquotas</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55149"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55150">O novo Simples vai contar com apenas cinco grupos de atividades. Para alguns setores, carga tributária será reduzida.</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55152"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55153"><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55154" />Novas atividades<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55155" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55156" />Micro e pequenos produtores e atacadistas de bebidas alcoólicas  poderão, a partir do próximo ano, optar pelo Simples Nacional.</span></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55054"></div>
<div id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55158" dir="ltr"><span id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55159">Mais fiscalização<br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55160" /><br id="yiv1334815017yui_3_16_0_ym19_1_1510658372421_55161" />O novo Simples permite a troca de informações entre a Receita Federal, Estadual e Prefeituras, o que favorece à fiscalização.</span></div>
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		<title>Prazo de adesão ao Simples irá até 28 de dezembro</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/prazo-de-adesao-ao-simples-ira-ate-28-de-dezembro/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 22:04:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As micro e pequenas empresas já podem pedir o agendamento de adesão ao Simples Nacional para 2018. Elas têm até o dia 28 de dezembro para<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; background: white;"><span style="font-size: 10.5pt; color: #222222;">As micro e pequenas empresas já podem pedir o agendamento de adesão ao Simples Nacional para 2018. Elas têm até o dia 28 de dezembro para entrar no site do Simples Nacional e agendar a solicitação.</span></p>
<p style="text-align: justify; background: white; box-sizing: inherit; margin: 1.25rem; text-rendering: optimizeLegibility; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; orphans: 2; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; word-spacing: 0px;"><span style="font-size: 10.5pt; color: #222222;">Quem estiver com todos os impostos e documentações em dia receberá, automaticamente, o registro no Simples Nacional no dia 1º de janeiro. Para as empresas que exercem novas atividades incluídas no regime simplificado, como bebidas alcoólicas, a opção somente pode ser feita a partir do primeiro dia de 2018. No próximo ano já valerão as regras do Crescer sem Medo, que elevou o teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) de R$ 60 mil para R$ 81 mil e criou uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que ultrapassarem o teto de R$ 3,6 milhões, com recolhimento do ICMS e ISS fora do Simples Nacional. &#8220;É importante que os empresários aproveitem a oportunidade que a Receita disponibiliza todos os anos. É a chance de corrigirem irregularidades&#8221;, diz o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. (DCI)</span></p>
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		<item>
		<title>Dívida incluída em parcelamento tributário não pode constar como pendência</title>
		<link>https://www.vsm.adv.br/divida-incluida-em-parcelamento-tributario-nao-pode-constar-como-pendencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VSM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 20:25:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz federal Heraldo Garcia Vitta, da 6ª Vara Federal Cível de São Paulo, atendeu ao pedido de dois consórcios e determinou, em decisão liminar, a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br/divida-incluida-em-parcelamento-tributario-nao-pode-constar-como-pendencia/">Dívida incluída em parcelamento tributário não pode constar como pendência</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.vsm.adv.br">VSM Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O juiz federal Heraldo Garcia Vitta, da 6ª Vara Federal Cível de São Paulo, atendeu ao pedido de dois consórcios e determinou, em decisão liminar, a suspensão da exigibilidade dos débitos tributários que são objetos de parcelamento no Programa de Regularização Tributária (PRT).<br />
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Os autores alegaram que tinham débitos tributários referentes ao IRRF e CSRF e aderiram ao Parcelamento Simplificado em 2016, realizando, a partir de então, os pagamentos nos prazos devidos até maio de 2017, quando aderiram ao PRT. Ressaltam que a publicação da Medida Provisória 766/17 e da IN RFB 1687/17 permitiu que débitos incluídos em parcelamentos simplificados fossem migrados para o novo programa.<br />
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Afirmam que inúmeras mudanças foram feitas ao texto original da MP que instituiu o PRT, até que foi editada a MP 783/17, criando o Programa de Regularização de Passivos Fiscais (PERT), sendo esse mais benéfico que o PRT, dada as reduções de multas e juros. Como não havia qualquer ressalva que impedisse a migração dos referidos débitos de IRRF e CSRF incluídos no PRT, os dois consórcios optaram pela transferência para o PERT.<br />
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Contudo, os débitos passaram a constar como pendências junto à Receita Federal do Brasil, uma vez que o fisco entendeu que a migração não era permitida, demonstrando, segundo os autores, um comportamento contraditório por parte da administração pública.<br />
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Para o juiz, o fato dos consórcios honrarem as condições assumidas no PRT demonstra boa-fé, e a migração da dívida para o PERT vai ao encontro à lógica tributária, já que esse último era mais vantajoso.<br />
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“Não se pode atribuir ao contribuinte todos os ônus decorrentes da intempérie política e econômica enfrentada pelo País, sob risco de violação ao postulado insculpido no artigo 170, caput, e incisos da Constituição Federal, sendo dever de todos os poderes republicanos a defesa de uma ordem econômica fundada na valorização do trabalho e na livre iniciativa”.<br />
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Heraldo Garcia Vitta considerou que “a reinserção das impetrantes no programa anteriormente eleito não esbarra no obstáculo jurídico [&#8230;], na medida em que os débitos de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e Contribuições Sociais Retidas na Fonte (CSRF) não possuem qualquer vedação legal no âmbito do parcelamento instituído pela MP nº 766/2017”.<br />
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Por fim, a decisão também determinou que fosse mantida aos autores a forma de recolhimento de tributos nas condições originalmente estabelecidas pelo PRT até que seja proferida a sentença na ação. (KS)<br />
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Fonte: TRF3</p>
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